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quarta-feira, outubro 15, 2008

"Isto é que é vida..."



O título deste post é uma homenagem à minha irmã. Esta foi a frase que nos acompanhou na última semana, desde que chegámos sábado (4/10) até partirmos domingo (11/10). As imagens aqui expostas são pequenos retratos de onde estivemos - Mallorca. Uma maravilha que temos de agradecer aos nossos pais, sem dúvida, pois a viagem estava-lhes destinada. Não puderam ir, fomos nós... que chatice! Mais tarde, mostrar-vos-ei como a ilha é, de facto, bela.
Agora a parte chata: regressei ao trabalho. As coisas ainda estão a entrar nos eixos, mas já tenho stress em doses grandes por causa da falta de tempo para tudo. Tenho de me desdobrar em dois cargos e mais o part-time... como é que assim posso sentir o efeito das férias? Queria mais...

terça-feira, setembro 02, 2008

Férias dos Cinco!

Passaram-se duas semanas e nem dei por isso... É verdade que custa regressar ao trabalho, mas não posso dizer que não aproveitámos ao máximo o nosso tempo de descanso. E, com casa no Algarve, dividindo tudo por cinco compinchas (eu, o meu amor, mano, cunhada e mana), as férias nem saem assim tão caras. Se não me engano, houve tempo para quase tudo e dezenas de fotografias são a prova disso... ou não fôssemos todos amantes dessa arte.

Jogos Olímpicos pela madrugada fora, praia ao fim da tarde, passeios à beira-mar, saltos na piscina, leitura de George R. R. Martin. Tudo regado com comidinha gostosa e gargalhadas a torto e a direito. Viagem à Isla Mágica (Sevilha) e ressacar a ver o Nélson Évora - novo campeão olímpico (que orgulho!). Leituras da Colleen McCullough ao cair da tarde, tostar ao sol e (tentar) jogar vólei na praia. Saída para as compras no shopping, noitadas com o jogo de tabuleiro "Puerto Rico" (sim, cheguei a ganhar uma vez!). Mais risadas enquanto se prepara a comida para o dia no Aquashow, loucura na Montanha Russa e nos escorregas aquáticos. Passeios a Quarteira e regresso à década de 50 (encontrámos um café mobilado de acordo...que espectáculo - prometo fotos). Aproveitar últimos raios de sol. Nostalgia do último banho e partida até para o ano...

Adorei!

segunda-feira, março 31, 2008

Paris - Dia 2 (II)

O próximo ponto de paragem foi Les Invalides. É um museu do Exército, onde se pode apreciar alguns dos instrumentos utilizados pelos franceses nas guerras. Ao longo de todo o edifício estão penduradas placas de homenagem aos franceses e aos estrangeiros que combateram por França. Uma enorme estátua de Napoleão está exposta num dos varandins do edifício como que o protegendo.



Depois de um almoço revigorante, a caminhada prosseguiu rumo a Montparnasse. Estávamos a poucos quarteirões do edifício urbano mais alto de Paris. Esteticamente não tem nenhum atractivo, mas permite uma vista soberba sobre a cidade. Os visitantes podem subir até ao 56º andar, onde há um confortável e resguardado espaço de lazer com café e recordações, ou até ao 59º, o topo do edíficio realmente, através de escadas. Lá, somos só nós e o céu a contemplar mais uma vista fantástica da cidade.



Logo após uma breve visita às famosas Galerias La Fayette, e dado que as pernas começavam a franquejar, metemo-nos no metro, usando uma das mais conhecidas estações francesas: Montparnasse... E, meu Deus, que corropio de pessoas! O destino eram os Jardins do Luxemburgo, onde está situado o Senado francês (Palácio do Luxemburgo). É impressionante a área que os jardins ocupam mesmo no centro da cidade. Por curiosidade, seguimos depois para a Igreja de Saint-Sulpice, mencionada n'O Código Da Vinci.



O dia terminou na Île de la Cité numa visita à Catedral de Notre-Dame. Antes, porém, tivemos de passar pela péssima experiência de andar de autocarro. Ninguém controla quem tem bilhete, todos se empurram e não há o mínimo de educação... Podem acreditar: é pior do que cá!! Quanto a Notre-Dame, é simplesmente grandiosa rodeada de vitrais fantásticos e capelas que espantam qualquer um. Perto do altar principal, numa zona lateral, uma homenagem à heroína francesa Joana D'Arc.



De regresso ao nosso hotel, aproveitem para tirar umas fotos à zona onde estávamos alojados: o quartier Latin. É conhecido como sendo um dos mais movimentados e boémios e, na minha opinião, é completamente verdade. Havia movimento a qualquer hora, havia bares e as pessoas reuniam-se em pequenos grupos para verem artistas de rua dançarem... Era um espectáculo!


O passeio turístico do segundo dia começou pelo monumento mais emblemático da cidade-luz: a Torre Eiffel. Infelizmente, só estive perto dela, já que optei por não subir. Aqueles arames e o ver-se cá para baixo fazem-me alguma confusão ao sistema nervoso. Mesmo assim, em baixo, no meio ou em cima, a Torre é simplesmente especial...


Depois de quase duas horas de espera, já que o meu pai, a minha irmã e o Hugo foram ao topo da Torre, prosseguimos caminho junto ao Sena para passarmos por algumas das suas pontes mais famosas. Primeiro, estivemos junto da Ponte D'Alma, conhecida sobretudo por ser junto do túnel onde a Princesa Diana morreu; seguimos, depois, para a Ponte Alexandre III que liga Les Invalides aos Campos Elísios. Proporciona-nos uma vista fantástica sobre o rio, com a Torre Eiffel ao fundo, e dos Invalides.


terça-feira, março 25, 2008

Paris - Dia 1 (II)

As pernas já tremiam de tanto andar, mas estando tão perto do Arco do Triunfo não podíamos ir embora. Faltavam-nos as forças, mas todos conseguímos arranjar algumas para subir até ao topo de um dos mais lindos monumentos franceses, também ele dedicado aos feitos de Napoleão. Do Arco do Triunfo, também conhecido por A Estrela, partem 12(!) avenidas e só isso dá uma ideia do movimento que por lá passa. O Arco do Triunfo é também uma homenagem ao soldado desconhecido da 1ª Guerra Mundial. E vocês nem imaginam a visão que permite sobre a cidade... É um privilégio.



Fez sábado uma semana que, de carro, parti à descoberta de Paris com o Hugo e os meus pais. De todos, eu era a única que só conhecia a cidade através de fotografias. Depois de umas breves passagens por Bordéus e Poitiers, chegámos a Paris ao final da tarde de domingo. Primeiro objectivo: conhecer o hotel; segundo, encontrar um bom sítio para guardar o carro. Tudo foi feito e cedo caímos na cama, extenuados da viagem e conscientes de que, no dia a seguir, íamos estar sempre a andar... a andar...
Acordámos cedinho na segunda-feira e saímos do hotel eram 9h (8h cá). Tínhamos esboçado um plano do dia e a primeira paragem foi o conhecido bairro francês MONTMARTRE. O local é um exemplo vivo da vida boémia francesa, onde artistas de rua se juntam e tentam cativar turistas. Nesta zona, destacam-se dois sítios: a Basílica do Sacré Coeur e o Moulin Rouge. A primeira fica no ponto mais alto da cidade e a sua grandiosidade impressiona qualquer turista; o segundo, é um dos mais famosos cabarets do mundo e está associado à boémia francesa.



Seguimos depois para o centro da cidade. Usando a extensa rede de transportes francesa, chegámos à Opera Nacional. Lá dentro, muitas pessoas aguardavam para entrar e nós seguimos-lhes o exemplo. Valeu a pena... Palco de grandes óperas, como, por exemplo, "A Dama das Camélias" ou "O Fantasma da Ópera", o espaço, inclusive a zona de espectáculos, é enorme e recheado de salões com frescos indescritíveis.




Depois de quase duas horas dentro da Ópera, voltámos um pouco atrás até ao cemitério de Père Lachaise. Era impossível vê-lo todo porque entre famosos e gente comum, o espaço devia ocupar cerca de um quarteirão (ou mais). Entre outros, lá estão sepultados Jim Morrison (era um desejo do Hugo rever a campa do vocalista dos The Doors), Oscar Wilde (a minha irmã é uma confessa adepta deste escritor) e Chopin.



Almoçamos por volta das 15h, mas nem nessa altura demos descanso às pernas. Regressámos para perto da Ópera para conhecer a Igreja de St Madeleine. Era enorme e lá dentro a simplicidade das suas pequenas capelas fascinava. Tal como noutras Igrejas que já tínhamos visitado em Bordéus e Poitiers, não existiam bancos corridos para as pessoas se sentarem, mas, sim, cadeiras unidas.



À saída da Igreja, o destino era claro: as praças de Vendôme e da Concórdia, já que está era no final da rua, com uma breve passagem pelo Jardim das Tulherias. A primeira era uma recordação de Napoleão, com todos os seus feitos trabalhados numa coluna; a segunda é um dos obeliscos mais conhecidos do Mundo e o começo da mais famosa avenida da cidade-Luz: a Av. dos Campos Elísios. Aí, o movimento era impressionante e a avenida parecia nunca mais ter fim. Era palácios de um lado, estátuas do outro, lojas ali, casas de personalidades famosas acolá... A máquina fotográfica não parava de disparar.


segunda-feira, dezembro 17, 2007

De Lisboa a Pessegueiro

Um fim-de-semana. A companhia do namorado. Um grupo de amigos. Uma lareira. Guloseimas. Um livro. Descontracção. O sossego da aldeia. Eram tantos os ingredientes que faziam deste fim-de-semana mágico. Na nossa loucura, tudo correu sobre rodas. A diversão esteve ao rubro. Soubemos aproveitar cada momento juntos para rir, para partilhar histórias, para jogar. Com o quentinho da lareira, deu para nos reconfortarmos e para adormecermos, esquecendo a semana de trabalho que se avizinhava ou os problemas. Ali, a 300 e tal km de Lisboa, o tempo corria por nossa conta. Sem pressões nem pressas. Faltou a neve...

quarta-feira, agosto 29, 2007

Uma tailandesa no Cacém

O meu irmão e a minha cunhada regressaram, ontem, da Tailândia depois de alguns dias de férias. Estavam com uma cara de cansados, mas mantinham o seu bom humor. Fizeram questão de ir lá a casa para nos dar um beijo, antes de mais uns dias afastados de nós, e aproveitaram e levaram as prendinhas que nos tinham comprado. Antes de mais, muito obrigado! Sinceramente, adorei as minhas prendas: uma sombrinha artesanal tailandesa e chocolates :) Não foram originais? São os maiores! E, claro, gostei também da prenda do Hugo, embora não vá ser para mim...


PS - Espero que a imagem vos ajude a perceber do que falo quando me refiro a sombrinha. Assim que recebi, sabem de que filme me lembrei? 'As Memórias de uma Gueixa', simplesmente genial!

segunda-feira, agosto 13, 2007

Diversão qb

Este fim-de-semana prolongado deixou-me de rastos. No rescaldo, só há uma palavra para o descrever: Espectacular!! Começámos por ir para o Algarve na sexta-feira (eu, o meu amor e o meu primo) para ir ter com o meu irmão e cunhada. Depois de um jantar descontraído no shopping, fomos às compras ao Continente e, como sempre, não resisti a comprar mais um livrinho para a minha colecção... No regresso a casa, foi aguentar até poder, mas acabei por ceder ao cansaço e à leitura, adormecendo no sofá.
No sábado, levantei-me cedo (tal como se fosse para trabalhar) para começar a preparar a minha comida para o dia no Aquashow. Havia um pouco de tudo lá: montanha russa, escorregas, piscinas, jacuzzi, araras, quedas para a água. O dia foi comprido (das 11h às 19h) sempre a andar de um lado para o outro e a levar com o sol. Quase todos chegámos a casa de rastos e com um escaldão pouco bonito, apesar de nos termos protegidos. Digo já que os 20€ pagos na entrada, valeram bem a pena!! Para terminar este sábado, nada como uma jantarada com os amigos cheia de coisas que fazem mal à saúde, mas que nos sabem tão bem... ehehe No ínicio da madrugada, ainda tentámos jogar Catan, mas, por minha culpa, não levamos o jogo até ao fim.
Ontem, foi o dia da moleza. Acordámos tarde e da cama fomos todos direitinhos para a sala. Ali fomos ficando a ver jogos de futebol ou a Volta a Portugal. Ainda tivemos paciência para acabar o Catan do dia anterior e, depois, começámos a preparar tudo para regressar a Lisboa... Hoje, dos cinco que foram para o Algarve, três trabalhavam... um dos quais era eu!

segunda-feira, julho 30, 2007

Relax

Este fim-de-semana fomos espairecer para o Algarve, debaixo de um calor abrasador. Praia, passeios à beira-mar, sonecas, sardinhada e marisco ajudaram-nos a descontrair de mais uma semana de trabalho. No entretanto, dei um pulinho a mais uma feira do livro, em Vilamoura, e não resisti à tentação. Era tudo ainda melhor se estivéssemos de férias... :o)