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quinta-feira, março 19, 2009

Mais um para a lista dos "a ver"

Primeiro, quero ler o livro. Depois, o filme... Quando as coisas acalmarem, esperam-nos belas gargalhadas. Estamos a precisar!



quarta-feira, setembro 10, 2008

Como agora...



Às vezes tenho uma vontade enorme de comprar livros sem pensar naquilo que gasto. Sei que, embora depois me custe na carteira, psicologicamente vou estar mais bem disposta. É claro que isto não é uma doença, mas devia ser algo a ser estudado. Se soubessem como aprecio sentar-me na cama e olhar para os livros que tenho na estante... São os meus brinquedos, as minhas relíquias, e, de cada vez que um abandona o seu lugar, fico preocupada. Sei que sou mariquinhas com eles, mas não consigo ser diferente. Não gosto de livros com capas estragadas, não gosto de livros sublinhados, não gosto de livros enrugados. Ler é sentir os livros, sim, mas isso não invalida que os tratemos com carinho. Para que, no futuro, possam encher a nossa própria casa e ficar para gerações futuras.

quarta-feira, junho 18, 2008

Feira do Livro

Seguindo o exemplo da Canochinha, no rescaldo de mais uma edição da Feira do Livro de Lisboa, aqui estão as minhas aquisições mais recentes. Amores antigos, interesses novos, surpresas do namorado... Qualquer um destes livros guarda uma história que estou ansiosa para conhecer. :)


PS - Por lapso, esqueci-me de referir A Anatomia do Segredo, de Leslie Silbert, uma oferta da editora Saída de Emergência.

segunda-feira, maio 26, 2008

Feira do Livro 2008


Arrancou, no sábado, mais uma edição da Feira do Livro. Depois das polémicas entre a APEL e a UEP, graças ao finca-pé do Grupo Leya para mudar os moldes do evento, a poeira assentou. Os leitores agradecem... Uma visita à Feira do Livro é já uma tradição para muitos portugueses, mesmo que os preços das obras literárias nem sempre a justifiquem.

Para não perder pitada, fui ao evento, no Parque Eduardo VII (que maravilha de espaço!), logo no dia de abertura. Já levava uma lista de livros em mente, mas, para já, só comprei dois e já reajustei as minhas prioridades. Ver tantos livros, tantas capas bonitas e cativantes, tantas sinopses interessantes e enigmáticas, deixa qualquer um atrapalhado. Um lado da Feira do Livro 2008 já representou 30€ gastos, mas acho que as obras compradas valem a pena. Expiação, de Ian McEwan, e O Último Ano em Luanda, de Tiago Rebelo, foram as primeiras aquisições... Haverá outras? (eu diria que sim, a carteira quase implora que não...)


EDIT: Depois de ter visto os livros do dia aqui, não resisti e pedi que me comprassem O Historiador, de Elizabeth Kostova. Já andava com ele debaixo de olho há algum tempo...

sexta-feira, maio 16, 2008

Ganhem juízo, por favor!

Para a semana, era suposto começar um dos acontecimentos nacionais do ano para mim: a Feira do Livro. Hoje, de repente, sou confrontada com a notícia de que a realização do evento se encontra em perigo. Já tinha ouvido uns zunzuns de que as coisas não estavam bem entre a APEL (Associação Portuguesa de Editores e Livreiros) e a UEP (União de Editores Portugueses), mas não esperava que chegassem a este ponto.

Com tanta coisa que tenho lido, confesso que já não sei ao certo o que tem impedido a Feira de avançar. Ambas as associações vão fazendo finca-pé, a APEL defendendo a tradição e a UEP defendendo a modernização (sobretudo pela voz do grupo editorial Leya de Miguel Pais do Amaral). O que eu sei é que a minha intenção de abrir os cordões à bolsa na Feira parece cada vez mais distante... Andei eu com tantos planos para agora acontecer isto.

Como eu, existem muitas outras pessoas que vêem a Feira do Livro do Parque Eduardo VII como um evento anual a não perder. As bancas das editoras são vistas e revistas até se encontrar as obras ideais que se pretendem comprar. Agora, tudo fica em suspenso... Ninguém sabe que rumo as coisas irão tomar. Infelizmente, tudo o que gera dinheiro origina confusões difíceis de resolver. E quem é que sai prejudicado? Na minha opinião, editores e leitores. Os primeiros vêem-se descredibilizados e perdem os lucros resultantes do evento (a Câmara Municipal de Lisboa pondera mesmo a retirada do subsídio ao certame); os segundos vêem fugir a oportunidade de comprar livros a preços mais acessíveis e de usufruir de algumas promoções literárias sempre atractivas... Ah, e para não falar de que se deixa de comer o belo do churro ou do gelado!

quarta-feira, novembro 07, 2007

2em1



Há uma semana, fiz a minha primeira compra pela internet. Eu que sempre moí a cabeça a quem o fazia, eu que pedia cuidado, eu que temia pôr qualquer indicação na net com medo de que fosse clonada... Fiz a minha compra e hoje posso dizer que estou satisfeita (além de que não tive de pôr dados bancários nenhuns!). Ainda não recebi os produtos, mas, pelo menos, a FNAC já me deu todas as garantias de que a minha encomenda foi tratada. E que encomendei? Livros, claro. A oferta exclusiva da FNAC, dada a conhecer pela Canochinha, não podia ser mais atraente. Dois livros da Jodi Picoult: Dezanove Minutos e O Décimo Círculo, a apenas 14,50€. Já andava há tanto tempo para comprar um livro dela (Tudo por Amor) que, desta vez, não consegui resistir.

Segui os passos que o site da FNAC me ia dizendo, mais a Canochinha, e fui recebendo as contra-indicações necessárias por e-mail: a aguardar pagamento, pago, encomenda expedida. Pensei que seria mais díficil do que foi, mas, tendo em conta que sou eu quem sou, foi um grande passo em frente. É estranho este meu cepticismo quanto às compras pela Internet, visto que sou uma apaixonada pelas novas tecnologias e defensora de tudo aquilo que têm para oferecer. Talvez esteja influenciada por maus exemplos presentes na comunicação social, talvez seja apenas mariquinhas... O que realmente interessa é que já cá cantam mais dois livros para a nossa biblioteca, amor!

segunda-feira, outubro 22, 2007

Uma página a seguir à outra

Não costumo dar opiniões, aqui no blog, sobre os livros que leio, mas os últimos dois que li marcaram-me. Uma Paixão, da Danielle Steel, e A Ilha, de Victoria Hislop, foram lidos numa semana cada um. Adorei a história e a escrita das autoras e, admito, fiquei completamente agarrada. Dei comigo a sofrer com(o) as personagens, a amar como elas e a sentir raiva por todos os problemas que enfrentavam. Às vezes, quando analisamos um livro, damos connosco a pensar que estas histórias não são apenas isso. Há, de facto, quem passe por situações dramáticas, quem consiga reagir aos problemas e quem, infelizmente, ceda às pressões.
Há já algum tempo que não lia livros que me prendessem tanto. Não conseguía largá-los e tinha pena sempre que o fazia. Mas o trabalho e o relógio não perdoam, infelizmente. Uma Paixão era um livro que desconhecia completamente. É uma história romântica entre um casal desconhecido que decide partilhar uma vida em comum, apesar de todos os contratempos que surjem. Depois do sofrimento, espera-os uma vida recheada de amor e premiada com um novo ser. Já A Ilha era um livro que conhecia e que queria, mas que pedi emprestado à minha cunhada (obrigada!!). Conta a história das gerações de uma família marcada pela doença, pelo sofrimento, pelo amor e pela rebeldia. Para além de tudo isto, A Ilha abarca um contexto histórico, representado por Spinalonga, simplesmente entusiasmante.

Gostam de ler e aprender? Então, deixem-se levar por estas emoções...

quinta-feira, outubro 04, 2007

Na ressaca de mais um aniversário


A isto acrescento:
Um cooler para o meu portátil que, simplesmente, adorei!! (Obrigado, amor!)
Um blusão meia-estação da minha cor preferida - verde - num estilo misto jovial e senhoril (o bom gosto da minha irmã e do namorado a mostrarem serviço);
Umas botas pretas (finalmente encontrei umas de jeito![graças à paciência dos meus pais])
Um livro da Danielle Steel, Paixão


Tudo isto depois de um jantar com comida fantástica e, acima de tudo, partilhado com as pessoas que mais amo. O que posso pedir mais?


PS - A triologia d'As Memórias de Cleópatra foi oferta do meu mano e da minha cunhada (vocês estão lá!)

sexta-feira, agosto 17, 2007

Um serão a dois

Não costumo fazer muitos serões fora de casa, sobretudo durante a semana, mas ontem decidi abrir uma excepção. Eu e o co-autor deste espaço, o meu amorzinho, precisávamos de um miminho, por isso decidimos ir jantar fora e ao cinema (claro que aproveitamos uma promoção da TMN para não gastarmos muito dinheiro). O destino foi o Colombo.
Coube-me a mim a escolha do filme. Estive indecisa entre os 'The Simpsons' e 'A Última Legião', mas optei por este último. A minha opção foi, sem dúvida, bastante influenciada pelo facto de já ter lido o livro. Li-o há dois anos, adorei e sentia alguma curiosidade para ver o que tinha sido feito. No entanto, não tenho por hábito ler livros que deram filmes ou vice-versa (só o fiz com o 'Código da Vinci'). Tenho ideia de que ficam sempre aquém das expectativas...

Posso dizer que gostei do filme, que foi 1h30m muito bem passada. Tal como o livro, o filme conseguiu cativar-me do princípio ao fim. Claro que há algumas imprecisões (entre elas o nome da personagem feminina, a forma como conheceu o herói da história), mas, no geral, a história está toda lá. E os produtores ainda tiveram o mérito de acrescentar algum humor. Confesso-vos que não sou perita em filmes (gosto porque gosto), mas aconselho-vos este filme. É sempre agradável irmos ao cinema sem expectativas e sairmos da sala com a sensação de que o dinheiro foi bem empregue.

PS - Quando cheguei a casa, fui reler algumas passagens do livro só para ver as diferenças com o filme. Ele há cada maluquinho...

segunda-feira, julho 30, 2007

Relax

Este fim-de-semana fomos espairecer para o Algarve, debaixo de um calor abrasador. Praia, passeios à beira-mar, sonecas, sardinhada e marisco ajudaram-nos a descontrair de mais uma semana de trabalho. No entretanto, dei um pulinho a mais uma feira do livro, em Vilamoura, e não resisti à tentação. Era tudo ainda melhor se estivéssemos de férias... :o)

segunda-feira, julho 23, 2007

Colecção nova

Ando a contar os tostões, mas, quando se trata de livros, não consigo resistir... Apesar da minha lista de livros a ler ser já extensa, comecei hoje uma nova colecção com o patrocínio do Diário de Notícias. Esta última semana de Julho e todo o mês de Agosto, vão ser preenchidos por 24 livros de bolso dos mais variados autores. Dêem uma vista de olhos!


PS - Assim que cheguei a Alfragide, adquiri o primeiro livro: O Cão de Baskervilles de Sir Arthur Conan Doyle, por 0,90€. Parabéns ao jornal e à Europa-América pela iniciativa.

sábado, junho 16, 2007

Obras de hoje e de sempre

Respondendo ao desafio da Constelação das Estrelas, eis as últimas cinco obras que me passaram pelas mãos. Ultimamente, nem sei o que se passa comigo para andar nesta azáfama de letras e histórias. Termino um e tenho logo outro para começar, embora, muitas vezes, espere uma manhã/noite para iniciar nova aventura.

- Conde d'Abranhos, de Eça de Queiróz - A crítica social volta a ser bastante actual e muito engraçada de ler. Adoptou um estilo diferente de criticar, elogiando. Divertido e um retrato passado, presente e futuro da nossa sociedade. Vale a pena ler.
- Caffe Amore, de Nicky Pellegrino - Um romance muito interessante que nos mostra as dificuldades de ser mulher numa Itália rural e conservadora. A vontade de ser feliz e de casar por amor esbarra numa família rígida e bruta. A protagonista é um exemplo de coragem. As emoções ficam à flor da pele a cada página que se lê.
- Deixei o meu coração em África, de Manuel Arouca - Um romance interessante misturado com casos da História Nacional. Os tempos rígidos de Salazar, a Guerra colonial e a força de um amor que ultrapassa tudo isso até chegar aos dias de hoje. Começa de forma meio estranha, mas depois não há como parar de o ler. As boas descrições do autor faz com que estejamos em África, em Lisboa, no Norte, juntamente com as personagens. Um amor eterno.
- A Morgadinha dos Canaviais, de Júlio Dinis - É um livro estilo Eça de Queiróz. Pontuado com várias críticas à sociedade morgada daquele tempo. Um amor que enfrenta barreiras sociais, estigmas e interferências de terceiros. O autor é narrador, mas participa também quase como comentador, indicando-nos o caminho a seguir no rumo da história.
- Fortaleza Digital, de Dan Brown - Para mim, é, de todos dele, o mais fraco. Mostra-nos o poderio americano e o que estes são capazes de fazer para proteger segredos e o seu país. Peca por falta de suspense, embora compense isso com mais descrições e mais romance. Dá-nos a conhecer mais uma instituição americana que muitos nem conhecíamos. É o reflexo do provérbio: 'O segredo é a alma do negócio'.

Como sou uma apaixonada dos livros, houve alguns que me marcaram, seja pela altura em que os li, seja pela sua história: Os Maias, de Eça de Queiróz; Dois anos de Férias, de Júlio Verne; Os últimos dias de um condenado, de Victor Hugo; A Filha do Capitão, de José Rodrigues dos Santos; Norte e Sul, de Júlio Verne; Só o Amor é real, de Brian L. Weiss; A Papisa Joana, de Donna Cross.

Neste momento, estou a ler Os Filhos da Droga, de Christiane F. Há muito que ouvia falar do livro, mas só agora me dediquei a ler. Apesar de não apreciar muito a escrita, o tema é interessante e cativa-me. Parece que também vai ser lido de uma assentada. Boas leituras!

quinta-feira, junho 07, 2007

E aumenta a colecção

Ontem, fui à Feira do Livro com o meu amor... e foi a desgraça. Ainda assim, consegui controlar os danos e gastar muito menos do que tinha estipulado. Estou a melhor o meu auto-controlo. Quando se trata de livros, fico meio aparvalhada e, se vejo uma boa história, fico a matutar nas razões por que a devo ou não comprar. Normalmente, há paixões à primeira vista e ontem houve. Comprei pouco (a minha carteira agradece), mas saí completamente satisfeita.

Costuma-se dizer que três foi o número que Deus fez (ando tão devota) e, voilà, eis o número de obras que trouxe:

  • A Sombra do Vento, Carlos Ruiz Zafón (Dom Quixote)
  • Um longo caminho para Casa,Danielle Steel (Bertrand Editora)
  • Romance em Amesterdão, Tiago Rebelo (Editorial Presença)

Estou desejosa por acabar de ler Fortaleza Digital do Dan Brown - que me está uma vez mais a cativar - para meter as mãos num dos novos livros. Estou mesmo a ver que os vou ler de um folgo... ai ai...

terça-feira, maio 29, 2007

Histórias de sempre

Há contos infantis que não esquecemos. Podemos não os saber de cor, mas sabemos que existiram e que tinham uma moral para apre(e)ndermos. Eles são o que há de mais belo na infância, sinónimos de pureza, alegria e verdade. Passam de gerações em gerações, mas não perdem a sua beleza. Que bom é ser criança!

quinta-feira, maio 24, 2007

Feira do Livro

Abre hoje ao público a 77ª Feira do Livro de Lisboa que se realiza no Parque Eduardo VII. Vão ser 18 dias com muitos livros, sessões de autográfos e lançamentos. Aproveitem para passear e não se esqueçam de passar por lá. Esperemos que o tempo ajude…

quinta-feira, maio 17, 2007

Vícios

Andava eu a navegar noutros blogs (o meu trabalho tem fases extremamente emocionates bah!), quando descobri um blog com belas sugestões de livros. Convido-vos a visitar o espaço.

Sou uma pessoa de paixões. O Hugo (co-autor deste espaço), o Benfica e os livros preenchem a minha vida e fazem-me sonhar. Não os comparo porque não o podia fazer. Mas sei que, sem eles, não teria esta minha felicidade simples que tanto adoro. Gosto de saber que o Hugo está sempre ao meu lado para me apoiar, que o Benfica joga semanalmente, que tenho um livro para acabar. Sentimentos, cheiros, vibrações que se misturam e, por vezes, se confundem uns com os outros.

O meu autor preferido é o Eça de Queiróz. Não se trata de nenhum nacionalismo, a verdade é que gosto das descrições dele, das suas críticas tão intemporais. Tenho a obra completa dele (fica tão lindinha no topo da minha secretária) e anseio por a terminar (falta-me tempo). Houve livros que me marcaram e cuja história, ainda hoje, não esqueço.

A oito dias do começo da 77ª Feira do Livro de Lisboa, aqui ficam algumas sugestões dos livros que li mais recentemente:

  • Caffe Amore, de Nicky Pellegrino;
  • Nada Acontece por Acaso, de Jin Xing;
  • A Conspiração, de Dan Brown;
  • O Espírito do Amor, de Ben Sherwood;
  • O Conde d’Abranhos, de Eça de Queiróz;
  • O Codex 632, de José Rodrigues dos Santos;


Embrenhem-se nas páginas e deixem-se levar pelas emoções. :o)