sexta-feira, fevereiro 08, 2008

E o oscar vai para...

Que filme daria a vossa vida?
Descubram aqui!





PS - A mim calhou-me Moulin Rouge, um filme que adorei, aliás. A minha vida é animada e feliz, mas pode acontecer um revés a qualquer momento. Acredito no amor, apesar de todos os problemas que isso me possa causar.

Às vezes pergunto-me em que mundo é que as pessoas vivem, o que fazem nos seus tempos livres, de onde é que tiram a ideia de que são cultas... Há pouco mais de uma semana, regressou aos serões da RTP1 o programa Quem Quer Ser Milionário, conduzido pelo Jorge Gabriel. Gosto de ver este tipo de entretenimento, mas bem que dispensava o apresentador que, em metade do tempo, só quer "encher chouriços", reduzindo o número de perguntas de cada programa.
Nas últimas sessões, têm passado por lá alguns concorrentes que deixam muito a desejar. Como é que é possível que nunca tenham ouvido falar de Umberto Eco? Como é que desconhecem onde se situa o Conselho da Europa? Quem não sabe quem foi a mulher eleita, em 2005, para liderar os destinos da Alemanha? Como é que desconhecem quem é o actual presidente de Timor-Leste? Eu até esqueço as perguntas específicas de cinema, literatura ou música, mas, convenhamos, tudo o resto é cultural geral, que nos rodeia diariamente. As pessoas candidatam-se para um programa deste tipo e, ainda antes de atingirem o patamar dos €500, já se estão a despedir. E só de pensar na figura que fazem... O que eu gosto mesmo é de as ver dizer, depois de terem falhado a resposta: "Ah, pois é! Eu até sabia isso...". Próximo!

quinta-feira, fevereiro 07, 2008

A bola quando beija a rede é golo...

terça-feira, fevereiro 05, 2008

The King (Parte II)

sábado, fevereiro 02, 2008

The King... (Parte I)

quinta-feira, janeiro 31, 2008

O pseudo-salvador Durão

Num país tão pequeno e cinzento, ainda há coisas que me conseguem surpreender pela sua originalidade. Hoje, chego ao trabalho e dou de caras com a candidatura de Durão Barroso a Nobel da Paz... Antes de mais, não é a primeira vez (e pelo andar da carruagem não será a última) que digo que este Nobel é puramente político. O objectivo do prémio já se perdeu há algum tempo e ninguém quer admitir isso. Ano após ano, vai-se arranjando alguém mesmo que os comuns mortais não saibam como o premiado lutou pela Paz.
Este ano, surgiu a candidatura do Durão Barroso, nosso ex-primeiro e actual presidente da Comissão Europeia. Esta candidatura foi proposta por Ramos-Horta mercê do "cherne" ter «trabalhado no sentido de um diálogo pacífico» (noticia aqui). E depois? Meus senhores, isto fazem milhões de pessoas todos os dias sem ganhar rios de dinheiro para isso. O que me anima é que há mais candidaturas e talvez o júri tenha o bom senso para escolher algum premiado (ou alguma coisa) que, de facto, tenha marcado positivamente a Humanidade.
Uma coisa posso garantir desde já (só para o caso do júri do Nobel da Paz dar aqui uma espreitadela), Durão Barroso manteve o país de tanga e tirou a paz a 10 milhões de portugueses. Mesmo longe, continua a fazer-nos mossa...

segunda-feira, janeiro 28, 2008

Genial




sexta-feira, janeiro 25, 2008

Parabéns, Rei!

Eusébio é mais do que uma lenda do Sport Lisboa e Benfica. É um símbolo nacional que jamais deve ser esquecido. Mostrou que Portugal podia vencer mesmo quando não acreditavam em nós, soube ser coroado entre os melhores, manteve sempre a humildade de menino e será relembrado como um SENHOR. Hoje, comemora 66 anos de vida. São poucos, para quem tem ainda tanto para dar.

Parabéns, Eusébio!

A nação benfiquista nunca esquecerá este dia. Eu não o esquecerei. As circunstâncias dramáticas da morte de Miklos Féher correram o mundo e fizeram nascer um mito. Amanhã, quatro anos e um dia depois, o Benfica regressa ao local onde caiu. As emoções vão estar ao rubro e as lágrimas nos olhos. Gostava que os actuais jogadores lhe pudessem oferecer a vitória, mas, acima de tudo, peço que o encontro seja um hino ao futebol... como foi o seu velório!

Honremos a memória do nosso eterno 29!

EDIT (0:36, 27/01): Que extraordinária vitória! Obrigado, rapazes. Hoje e sempre, é por ti, Féher!

quinta-feira, janeiro 24, 2008

Ao nosso redor

Gosto de ir na rua a olhar para quem passa. Imagino o seu destino e as suas rotinas. Esboço um sorriso para os olhos que me olham. Oiço as conversas e imagino os cenários. Crio o meu próprio mundo enquanto tento não dormir. Saio à minha hora, apreciando cada gesto, cada cor, cada cheiro que me chega. É tão bom sentir. Cada pessoa é diferente todos os dias a todas as horas. São personagens no meu dia-a-dia e nem o sabem. Olho para o Sol que me aquece quando chego; aprecio a Lua que sobe alta quando saio. O mundo não pára quando estou fechada no emprego. Cada pulsação de cada dia traz-me um novo alento, independentemente da tristeza que me assola... É a vida.

terça-feira, janeiro 22, 2008

Cultura precisa-se!

Sou suspeita quando falo do programa da RTP1 Sabe mais que um miúdo de 10 anos? Já o vi várias vezes e mantenho a minha opinião: não tem estofo para estar em horário nobre, o apresentador é fraquinho e os miúdos, na sua maioria, são mais gabarolas do que engraçados. Admito, contudo, que tem algum teor cultural pelas perguntas que coloca, embora nem sempre de forma clara, dificultando aquilo que é simples. E, finalmente, é inevitável não me surpreender com alguns concorrentes que lá vão e que nem da primeira pergunta passam... Sujeitam-se a uma humilhação pública e nem se preparam minimamente.
Ontem, enquanto jantava, ouvia o programa. A concorrente ainda estava na fase inicial do programa e já tinha gasto algumas ajudas. Ainda bem... Porque as suas respostas deixavam muito a desejar.
1ª pergunta que ouvi - A que reino pertencia o condado portucalense? Resposta dada: Portugal (É preciso comentar???)
Nesta altura, um dos miúdos salvou-a, respondendo correctamente, o que permitiu à concorrente continuar em prova. Seguia-se, pois, a pergunta para os 3000€.
2ª pergunta que ouvi - No número 2146 qual o algarismo com o menor valor absoluto? Só com uma ajuda (e ainda no meio do programa), a senhora decidiu arriscar sozinha e o resultado foi... Resposta dada: 6

E, vocês, sabem quais são as respostas correctas? Aposto que sim!

segunda-feira, janeiro 21, 2008

Semi-Tripla

Este fim de semana, dediquei-me a ver alguns filmes que, nos últimos tempos, tinham ficado esquecidos. A sessão começou na sexta-feira com Knocked up (Um Azar do Caraças), seguiu com The Prestige no sábado (adormeci antes do fim) e terminou, ontem, com Little Children (Pecados Íntimos).
Não terminei de ver o The Prestige, por isso, sou incapaz de fazer qualquer crítica. Até à parte em que vi estava a ser fixe, mas o sono venceu-me (maldito!). Quanto aos outros dois filmes, só tenho a dizer bem. São géneros completamente distintos, diga-se, mas nem por isso deixam de ter mensagens importantes.

Num estilo light, Knocked Up trata a temática da gravidez inesperada. Um encontro de uma noite tem consequências drásticas na vida de duas pessoas completamente diferentes. Ela é organizada, trabalhadora, responsável; ele é irresponsável, desempregado, boémio. Têm tudo para não se conseguir adaptar um ao outro, mas, contrariando as expectativas, ambos assumem as responsabilidades e tentam construir algo a bem do bebé a caminho. De forma divertida, a história acompanha nove meses de peripécias. Conseguirão os opostos manter a atracção? Pessoalmente, gostei bastante do filme. Acho que, de uma forma bastante descontraída, mas séria, o realizador mostra-nos como cada um enfrenta a dura realidade de uma gravidez. Apesar das mudanças drásticas, há sempre um lado positivo nas coisas.


Ontem, foi a vez de Little Children. A história desenrola-se numa pequena comunidade que, de um momento para o outro, se vê confrontada com a chegada de um cadastrado. Ao longo do filme, vão-se conhecendo as personagens que, muitas vezes, escondem mais do que mostram. Talvez por isso, o filme seja marcado por várias cenas onde o escuro é o tom predominante. Existe romance, medo, suspense e liberdade qb. No final, é inevitável pensarmos: o que esconde quem nos rodeia?

Divirtam-se!

quinta-feira, janeiro 17, 2008

Quem tem pouco, tenha mais

"O Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) aprovou, em 2006 e 2007, a progressão na carreira a 84 diplomatas, entre ministros plenipotenciários e secretários de embaixada.
Com esta medida, o ministro dos Negócios Estrangeiros, Luís Amado, desrespeitou, segundo os sindicatos, o congelamento da progressão nas carreiras na Administração Pública, fixado pelo Governo entre 29 de Agosto de 2005 e o final de 2007, “incluindo as integradas em corpos especiais”, como a carreira diplomática." (noticia aqui)

Estes senhores têm a minha solidariedade. Caramba, não sejamos picuinhas! Nós podemos até não ver, mas estes senhores prestam um grande serviço ao país. Não é fácil ter de perceber várias línguas (e ouvi-las no mesmo dia), não é facil viver no estrangeiro em casas que, muitas vezes, não pagam, não é fácil ganharem o que ganham. Eu só de pensar fico com dor de cabeça... A vida não está fácil, não, senhor, e, por isso, cada um tenta sobreviver como pode. Já imaginaram as saudades que eles devem sentir do país? Houvesse tanta gente dispusta a estes sacrifícios e, de certeza, que Portugal estaria bem melhor... Mas, espera lá, e não é que há? Os governos é que nunca as vêem, não sei porquê...

quarta-feira, janeiro 16, 2008

Quem diz a verdade...

Começo este meu post com um mea culpa: sim, eu tenho um problema com a Carris e com alguns velhos. Porém, é da primeira que vou falar. No episódio de hoje, fui só espectadora, uma espectadora concordante e animada. Sim, porque o que se disse, ao longo de 20 mints de trajecto, foi só a verdade... a graça é que quem o disse foi o próprio motorista da Carris.
Tudo começou por causa de um bilhete de uma senhora com alguma idade. Ela pediu algumas informações e o motorista apressou a dizer-lhe que ela teria de pagar bilhete na viagem de regresso. Depois de ter pago 2,05€ num bilhete no dia anterior, a senhora ficou escandalizada. Também eu ficaria...O que se passou foi que a vendedora da papelaria não a percebeu, ou fez que não a percebeu, e vendeu-lhe um bilhete mais caro e compatível para a Carris e metro.
O motorista juntou-se aos protestos da senhora, mas não ficou por aí. Apontava claramente o dedo à Carris por não se preocupar em dar formação às pessoas que vendem os seus bilhetes, nomeadamente as das "papelarias, quiosques, supermercados ou tabernas", dizia. O incrível é que o motorista tem razão, mas, infelizmente, isto passa-se com todas as grandes empresas nacionais. Eu ria-me porque nunca tinha ouvido ninguém falar assim tão abertamente. Tenho de admitir que aquele deve ser um dos poucos corajosos que ainda levantam a voz.
Acho lamentável que as pessoas paguem balúrdios por um bilhete e depois nem sejam correctamente atendidas. Esta semana, contudo, não é o primeiro caso. Ambos os lesados disseram que iam reclamar, mas quem garante que depois o dinheiro lhes é restituído? Os vendedores não têm culpa, mas os clientes têm muito menos ainda... Às vezes, estes problemas acontecem por causa de falhas de comunicação, de más intenções ou de má formação... Se fosse comigo, eu passava-me. E vocês?

terça-feira, janeiro 15, 2008

Pela saúde de quem (não) fuma

Ainda não me tinha manifestado aqui sobre a nova Lei do Tabaco, mas depois dos acontecimentos da última quarta-feira não posso continuar indiferente.
Antes de mais, gostava de aplaudir esta lei. Finalmente, foi tomada alguma medida de prevenção para com a saúde dos não fumadores. Vamos deixar de ficar com a roupa mal cheirosa, com a comida sem sabor, com os olhos vermelhos... Eu não fumo porque não gosto, porque não quero, porque pretendo durar mais uns quantos anos. Quem são então os fumadores para me tirar isso? Podem continuar a insistir, mas está provado cientificamente, quer queiram quer não, que um fumador passivo fuma mais do que um activo.
Há quem me diga que a lei é extremista porque esquece os fumadores. Mentira! A lei não pretende tirar nada aos fumadores (muitos nem vão diminuir os cigarros que fumam), apenas apela ao bom senso. Há liberdade para todos: fumadores e não fumadores... A diferença é que, por uma questão de minutos, em certos estabelecimentos, uns têm de ficar na rua para dar largas ao seu vício... Os não fumadores agradecem.
O que me levou a falar da lei agora? Bom, simplesmente a culpa é da polícia, literalmente. Na quarta-feira, vinha eu calmamente no comboio, quando entraram três agentes, um dos quais vinha a fumar. A sra polícia comentava com os colegas que os fumadores se deviam unir e deixar de comprar tabaco nos cafés. Afinal, nas papelarias nunca se pôde fumar, afirmava... Mais, acrescentava ela, ninguém vai a um café beber uma 'bejeca', sai para fumar e volta lá para dentro para a segunda rodada. Gostava de saber o que é a senhora têm na cabeça... E onde é que ficam os não fumadores para ela?
Há gente que simplesmente não gosta de dar uso aos neurónios que tem...

segunda-feira, janeiro 14, 2008

Contentes, contentes

quinta-feira, janeiro 10, 2008

E o aeroporto vai para...

quarta-feira, janeiro 09, 2008

Um expoente do feminismo

Comemora-se hoje o centenário de uma mulher que pretendia revolucionar mentalidades. Estava muito à frente do seu tempo e, ainda hoje, as diferenças entre homem e mulher persistem. Não há quem descobra se e como se podem equilibrar os dois pratos de uma mesma balança. Perdemos todos...

"Ninguém nasce mulher, torna-se mulher", Simone de Beauvoir

Momento horroroso - Quando o despertador toca (quem se lembrou de inventar aquela porcaria?)

Momento 'apelo à calma' - As viagens diárias nos transportes públicos (há quem não saiba distinguir entre conversas públicas e privadas)

Momento comichoso - A 5mints de sairmos, o chefe pede-nos para tratarmos de uma documentação o quanto antes... (e o resto do dia serve mesmo para quê??)

Momento delícia - Chegarmos a casa e sabermos que temos pela frente três a quatro horas, pelo menos, para fazermos o que nos apetecer... (eu gosto particularmente de me dedicar à leitura e às novelas)

Momento pequeno - O tempo de dormir... (Por mais cedo que nos deitemos, por que é que nos parece sempre pequeno?)

E, para vocês, quais são os momentos que marcam o vosso dia?

sexta-feira, janeiro 04, 2008

Rali sem saída

Parece que é este ano... Depois de várias ameaças em algumas edições do Paris-Dakar, é este ano que a prova não se realiza. A equipa organizadora da prova decidiu levar a sério as ameaças que têm surgido nos últimos dias por parte da Al-quaeda e da falta de segurança na Mauritânia. O ano começa da pior maneira para os concorrentes da mítica prova. Os holofotes não se vão acender amanhã às 6.30 para que os carros saiam das boxes.
Pessoalmente, creio que foi a solução mais acertada. Longe vão os tempos de quem não arrisca, não petisca. A segurança de todos os envolvidos deve ser preservada e, pelo que se tem visto actualmente, ninguém está imune às tragédias. Bem sei que, para quem está um ano inteiro a preparar tal prova, este é um duro revés, mas é o melhor para todos. Haverá mais Dakar e, sobretudo, eles estarão cá para o ver. Era tão bom que este clima de insegurança deixasse de assolar os grandes acontecimentos... O Dakar já (não) foi, veremos o que acontecerá por alturas dos Jogos Olímpicos de Pequim.

quinta-feira, janeiro 03, 2008

Happy... mas não muito!

Já há vários meses que insistia com o meu namorado para vermos o Happy Feet. Como ele se mostrava sempre pouco interessado, acabei por ver o filme estas férias sozinha. Aproveitei que agora o leitor de DVD da sala já funcionava e sentei-me no sofá no quentinho.
Sinceramente, o filme ficou aquém das minhas expectativas. Os trailers que tinha visto sempre me tinham cativado, mas, na realidade, eram só fogo de vista. O filme não é mau, mas não é tão tocante nem tão arrebatador como me tinha parecido. É uma hora e qualquer coisa de simples entretenimento...
No coração da Antárctica, na terra dos pinguins-imperador, não és ninguém se não souberes cantar. E Mumble não podia ser mais desafinado; é o pior cantor do mundo. No entanto, nasceu com o dom do sapateado. A mãe, Norma Jean, acha graça, mas o pai, Memphis, acha que não é próprio de um pinguim. E os dois sabem que sem uma canção de amor, Mumble nunca conseguirá conquistar a rapariga dos seus sonhos e acasalar. O pinguim desafinado acaba por ser expulso da sua comunidade e é aí que encontra os pinguins Adelies, que o convidam desde logo a festejar com eles, aplaudindo os seus passos de sapateado. Com a ajuda dos seus novos amigos, Mumble irá descobrir que o mais importante é ser ele próprio e que só assim poderá fazer a diferença (Cinecartaz).
Para mim, a questão essencial do filme é sabermos aceitar a diferença. O filme mostra como não devemos excluir as pessoas só porque não são um reflexo de nós. Todos devemos ter oportunidade de mostrar quem somos, mesmo que desagrade à maioria. Já pensaram o que seria das sociedade se fôssemos todos iguais?

Estive de férias quase duas semanas e nem dei por elas. O tempo passou a voar com os preparativos para o Natal, para o Fim de Ano e para os vários aniversários de família desta época. Tudo correu pelo melhor, sem dúvida. Eu é que pouco tempo tive para recuperar energias... que tanta falta me têm feito!
Os meus votos são para que 2008 seja um ano mais próspero e com mais sonhos realizados. Estou um pouco farta de me levantar de manhã só porque tenho de ganhar algum... Queria-me sentir realizada profissionalmente nem que fosse fora da minha área, mas, pelo menos, sentir-me-ia útil. DESEJO-VOS UM GRANDE 2008!

sexta-feira, dezembro 21, 2007

Para todos...

quarta-feira, dezembro 19, 2007

Tempo parvo gera boas combinações

Fico deprimida com este tempo. Bem sei que é preciso, mas e que tal se fosse só aos fins-de-semana? Sinto-me doente e a vontade para me mexer é menos do que nenhuma. Ainda faltará muito para o calor? (junto à minha secretária vive-se um tempo tropical de 32º, sem isso nem pensar consigo...).

Para animar as hostes, chegaram as melhores coisinhas provenientes do trabalho da minha mãe. O meu agradecimento sentido às bondosas pessoas que oferecem:

segunda-feira, dezembro 17, 2007

De Lisboa a Pessegueiro

Um fim-de-semana. A companhia do namorado. Um grupo de amigos. Uma lareira. Guloseimas. Um livro. Descontracção. O sossego da aldeia. Eram tantos os ingredientes que faziam deste fim-de-semana mágico. Na nossa loucura, tudo correu sobre rodas. A diversão esteve ao rubro. Soubemos aproveitar cada momento juntos para rir, para partilhar histórias, para jogar. Com o quentinho da lareira, deu para nos reconfortarmos e para adormecermos, esquecendo a semana de trabalho que se avizinhava ou os problemas. Ali, a 300 e tal km de Lisboa, o tempo corria por nossa conta. Sem pressões nem pressas. Faltou a neve...

quinta-feira, dezembro 13, 2007

Entrar EM GRANDE em 2008!

A poucos dias de entrarmos em 2008, a bomba já está lançada: os transportes públicos vão aumentar. Os jornais têm avançado com um aumento de 3%, mas creio que nada está definido. Seja qual for o aumento, a verdade é que é, por si só, mais uma vergonha governamental. Ninguém pensa num aumento assim para os nossos salários e entretanto cá vamos fazendo cimeiras e albergando toda a corja da sociedade mundial. Só posso enfrentar mais estas agruras no meu ordenado, rindo... Será que os governantes, nos intervalos da sua estupidez, não podiam pensar de forma sensata?


quarta-feira, dezembro 12, 2007

Pérola do Dia (II)

Informando sobre a greve de camionistas em Itália, uma jornalista da SIC Notícias diz:

- Alguns produtos, como a carne e o leite, já começam a escassar nos supermercados.

terça-feira, dezembro 11, 2007

Está tudo doido!

O Futebol passa pelos seus piores dias. O futebol dos tempos antigos, onde o respeito pelo adversário, pelo público, pelo árbitro e pelo próprio clube imperava, perdeu-se. A entrada dos milhões (e dos multi-milionários!!) fizeram do futebol uma indústria e é preciso torná-la rentável, seja de que maneira for.
Em vários países, surgiram notícias de casos de corrupção, pondo em causa a legalidade das vitórias por parte dos clubes. Alguns jogadores viram-se envolvidos em escândalos devido a apostas ilegais e à falsificação de documentos. Adeptos e jogadores foram acusados de atitudes racistas para com jogadores africanos, sobretudo. Houve punições, mas parece que o aviso não melhorou o meio.
O futebol continua envolto numa nuvem de suspeição e temor. Ainda na semana passada, muitos punham em causa a goleada do Liverpool ao Besiktas. Falava-se de complacência do Besiktas, mas a UEFA rapidamente afastou essa hipótese. Sim, não é normal que haja, numa noite europeia, uma goleada de 8-0, mas por que não podia o Liverpool estar numa noite inspirada?? Em contraste com o festival de golos, as mortes de adeptos também aumentaram. O calcio - campeonato italiano - está a ferro e fogo e vários clubes foram já punidos com jogos à porta fechada.
Sou uma apaixonada pelo futebol, mas não consigo compreender estes fanatismos. Se não se põe fim a estes excessos, o futebol acabará por perder a sua beleza, o seu interesse, os seus fãs e deixará de ser rentável. Os altos responsáveis que pensem nisso... O futebol é um espectáculo das e para as massas. Só queremos um pouco de distracção, de lealdade, de magia... Custa muito compreender isso?


PS - Depois de se questionar a vitória do Liverpool sobre o Besiktas, eis que mais uma mente iluminada quer ver o Inter de Milão perder 3 pontos. (aqui)

segunda-feira, dezembro 10, 2007

Há coisas fantásticas, não há?

Há dias que são especiais e ontem foi um deles. Não, não me aconteceu nada de extraordinário. Simplesmente, depois de várias tentativas falhadas, lá me consegui reunir com duas das minhas grandes amigas: Sónia e Vanessa.
Já não nos víamos há muito tempo, mas foi bom comprovar que a amizade se mantém saudável. À semelhança do que fazíamos todos os Natais quando andávamos na faculdade, fomos até aos Pastéis de Belém. Numa tarde meio tristonha, típica de Outono, os cheiros a castanhas assadas e a pastéis misturavam-se no ar. Mas aquele era um dia especial... O reencontro de três amigas que compartilharam problemas, brincadeiras e aulas. A tarde passou sem que déssemos conta, tal era a boa disposição. Naquela mesa, nós as três e os respectivos acompanhantes, relembrámos momentos, rimo-nos sem motivo, soubemos as novidades... Foi um regresso ao passado, sem nostalgia.
A caminho de casa, só pensava em como é bom saber que há amizades que ficam para sempre... ainda que o tempo e a disponibilidade de cada uma de nós seja cada vez menos. Obrigada, amigas!

sexta-feira, dezembro 07, 2007

Não há como ficar triste

quarta-feira, dezembro 05, 2007

Rir sem sentido

Vinha ainda hoje a pensar, no autocarro, em como o riso pode ser contagioso. É tipo o bocejar. Se vemos alguém a rir que não consegue parar, ficamos também nós animados e desatamos a rir. Parecemos doidos, mas, pelo menos, naquele curto espaço de tempo, esquecemos os problemas que nos rodeiam. Nem sabemos por que nos rimos, mas a vontade de o fazermos é mais forte do que nós e soltamos umas gargalhadas. Há coisas estranhas neste mundo...
Ontem, numa das paragens do meu trajecto para a estação de Benfica, entraram duas senhoras, na casa dos quarentas, muito bem dispostas. Entraram já a rir e não conseguiam parar. Dei por mim a olhar para elas e a rir. Sim, porque, quanto mais elas tentavam conter as gargalhadas, mais vontade tinham de se rir. De que é que se riam? Não sei, mas puseram-me bem disposta..., apesar de outros ocupantes do autocarro terem pensado que eu não batia bem. Mas, perante aquele estado de espírito, quem é que podia ficar indiferente?
E a vocês, já vos aconteceu alguma situação destas?

Um jogo para recordar. A caminho da UEFA!

terça-feira, dezembro 04, 2007

Por um Mundo melhor

No passado sábado, dia 1 de Dezembro, cumpriu-se mais um dia Mundial contra a SIDA. Para que não fechemos os olhos e nos esqueçamos de um problema tão grande e escondido como este, algumas figuras juntaram-se num concerto. Os Queen, cujo líder faleceu vítima de SIDA, lançaram um novo single. Impressionem-se com "Say It's Not True":



Ontem, eu e a minha irmã acabámos de montar a nossa árvore de Natal. Começámos no domingo, mas só ontem é que ficou completa. Ficou linda, na minha modesta opinião! Em tons azuis e cinza, a árvore enche a sala e iluminada está muito gira. É esta parte do Natal de que eu gosto. Preparar a árvore, enfeitar a casa sem grandes exageros, sentir o espírito natalício a cada coisa que façamos. Sinto-me feliz... nem sei porquê. É o Natal!

Feliz Natal!

segunda-feira, dezembro 03, 2007

Reinventar a língua.

Nas últimas semanas, os jornais tem falado com maior insistência sobre um tema do meu desagrado: o acordo ortográfico. Gostaria de expressar aqui a minha revolta por algumas das mudanças que a nossa Língua vai sofrer. Acho um disparate adoptarmos mais expressões brasileiras do que os brasileiros adoptam portuguesas. E, sem nos apercebermos, a nossa Língua vai desaparecendo e, no Mundo, o brasileiro - que ainda nem língua é - ganha cada vez mais preponderância.
O acordo é bom para quem escreve mal. De facto, poupa trabalho. Algumas palavras tornam-se homónimas (pára[será sem acento] - verbo parar; e para - preposição), noutras desaparecem acentos (leem em vez de lêem), suprimem-se letras repetidas (acção será ação) e alguns H desaparecem, como, por exemplo, no caso de "úmido".
Acho que, depois de se ter dado este passo (para o descalabro), o próximo será a ado(p)ção de expressões crioulas. Acho que a sociedade fica a ganhar, sem dúvida, tendo em conta que o número de emigrantes brasileiros e africanos quase supera o número de portugueses. Fico deprimida só de pensar... Ninguém se dá conta de como a Língua Portuguesa é bonita?


PS - Para quem está contra este acordo, eis uma petição online onde se pode manifestar: http://www.petitiononline.com/naoacord/petition.html

sexta-feira, novembro 30, 2007

Pérola do Dia

Em alto e bom som, numa conversa de amigas ao telemóvel, a que vai no comboio diz:


- Ao pé do Tamisa? Onde é que é isso?

É preciso dizer mais alguma coisa? A inteligência desta senhora, se a tiver, deve ter ficado em casa...

quarta-feira, novembro 28, 2007

Patinho feio nunca mais

Há uns dias, enquanto fazia zapping, parei num programa "extraordinário" que dava na SICMulher: The Swan. Trata-se de um reality show americano que tem como objectivo criar mulheres belas. Imaginam, por isso, o défice de auto-estima das mulheres que concorrem... Ali, elas procuram tornar-se mais atraentes para enfrentar as agruras do dia-a-dia e sobretudo conseguir equilibrar a sua beleza interior com a exterior.

Pensava que já se tinha inventado tudo, mas afinal enganei-me. Em cada programa, duas mulheres são seleccionadas para integrar sessões de tratamento ao longo de três meses. Para serem belas, sujeitam-se a inúmeras cirurgias estéticas, dietas, longas horas de exercicio físico, terapia (bem precisam!) e sessões no dentista. Tudo em nome de se tornarem verdadeiras bonequinhas de prazer...para os homens. Sim, porque, muitas das razões apresentadas para estarem a concorrer, era porque tinham medo que os homens (!!) não as achassem atraentes e terminassem sozinhas.

A única regra que estas concorrentes precisam de seguir é estarem três meses sem um espelho. Só no final da "remodelação" é que se podem ver e gostar ou não... O que está feito, está feito.

Sinceramente, não percebo como é que há pessoas que se sujeitam a isto. Não faz mesmo o meu género, mas os americanos sempre me pareceram limitados. Elas saem de lá mais bonitas, de facto, mas até que ponto são elas mesmo? Depois de algumas transformações profundas - como eu já vi - é natural que se sintam inadaptadas àquilo que são no seu intimo. E depois há aquelas que se tornam piores pessoas, tal é o tamanho do seu ego. No último programa, a concorrente vencedora afirmou "ainda estou mais bela do que me sinto por dentro...".

terça-feira, novembro 27, 2007

C(oisas) P(arvas)

Acho que a CP tem tirado as terças-feiras para me irritar. Só encontro esta explicação para perceber o que se tem passado nas últimas duas semanas. Pago um passe combinado cp+carris de 45€, mas sou uma utente descontente. Tenho de ser porque, para além de ser mal atendida quando compro o passe, o serviço diário tem-se deteriorado a olhos vistos.

Não sei se sabem, mas, em alguns comboios, existe uma voz que vai anunciando as estações. Diga-se que é uma preciosa ajuda para os invisuais, para quem vai a dormir ou concentrado noutras leituras. Hoje, porém, a voz estava um pouco bêbeda. Estávamos a chegar a Barcarena dizia que a próxima paragem era Cacém, em Monte Abraão estávamos em Barcarena, na Amadora era Queluz Belas... Boa, mike! O mais parvo é que havia pessoas, à porta, para sair na Amadora, viam que estávamos a ir no sentido de Lisboa e, quando a voz falou, ainda pensaram que era Queluz.

Este nem era um problema de maior, enfim, divertia-me com a estupidez da voz. As coisas começaram a tornar-se irritantes quando o maquinista decidiu andar aos solavancos ou travar a fundo na chegada às estações. A uma paragem de Benfica (Damaia, para a voz), ficámos encalhados. O maquinista gritava pelo revisor, sabe-se lá porquê, e o comboio abria e fechava as portas. Andar que é bom, 'tá quieto! Devemos ter ficado ali parados uns 10mints e, como é lógico, acabei por perder o autocarro para o trabalho. Talvez este mês peça um desconto à CP pelo transtorno. Acham que consigo?

segunda-feira, novembro 26, 2007

Compras


PS - Cliquem para ampliar :)

sexta-feira, novembro 23, 2007

O Melhor...



... a comer pudins, o melhor imitador, o melhor defensor do Benfica, o melhor humorista da actualidade. The Special One!

quinta-feira, novembro 22, 2007

Na senda do Euro 2008

Portugal qualificou-se para o Euro 2008. Finalmente! Como é costume, estivemos até ao último jogo para saber o desfecho deste apuramento. No percurso, vivemos um pouco de tudo: empates surpreendentes com equipas teoricamente mais fracas, novas chamadas à selecção, cenas de pugilato, assobios à equipa e o mau génio de Felipão (aqui)... Para a história, fica a presença da equipa nacional num Europeu pela quarta vez consecutiva. Polónia e Portugal serão os representantes do Grupo A na Aústria e Suíça, afastados que foram Sérvia, Finlândia, Bélgica, Arménia, Cazaquistão e Azerbaijão. Para além de mais uma cena do seleccionador nacional, retenho as palavras de Gilberto Madaíl, presidente da Federação Portuguesa de Futebol, no final do jogo: "Não era um grupo fácil..."

quarta-feira, novembro 21, 2007

O Homem do Momento

Desde o episódio 'Por que no te callas?', este homem anda na boca do Mundo. Ontem, visitou Portugal e jantou com José Sócrates. O que confere tanta notoriedade a Hugo Chávez? E a que se deve tanta arrogância? Para formarem uma opinião, sugiro que leiam a biografia do presidente venezuelano na edição da revista Tabu do semanário Sol (aqui, a partir da página 50).

terça-feira, novembro 20, 2007

Interior da lei

Ontem, a SIC transmitiu uma reportagem interessante sobre o trabalho de um tribunal de 1ª Instância. Sempre ouvimos falar de tribunais, mas nunca foi possível entender como é que é eles (não) funcionam, quais são as suas rotinas, quem lá trabalha... A reportagem começava com um arguído, detido por estar na posse de uma borboleta (arma branca), que saiu em liberdade porque a lâmina desta tinha 9cm e não 10cm, como é punível por lei. Claro que desatei a rir... Afinal, o tamanho conta e muito! O arguído, embora novo, não era nenhum novato nestas andanças e estava todo contente. Veremos quantos dias aguenta cá fora sem voltar a causar problemas.
Nos dias em que a SIC acompanhou os trabalhos deste tribunal, foram a julgamento, 23 casos, 11 dos quais por excesso de álcool no sangue. É impressionante como as pessoas continuam a não ter consciência do perigo que constituem com um carro nas mãos. O cúmulo do ridículo é o que se segue... Num dos casos em questão, uma senhora, sentindo-se alcoolizada, passou o carro para uma amiga que, curiosamente, estava na mesma situação. Numa operação STOP, a condutora foi detida e levada até à Esquadra do Calvário (Lisboa). De lá, ligou para um amigo. Tudo normal até aqui... A verdade é que este amigo estava também ele alcoolizado e acabou presente a um juiz também. Viva a solidariedade entre amigos!, não é?
Ao longo de cerca de 10 minutos, a jornalista da SIC quis mostrar-nos os passos necessários até um caso chegar a tribunal. São notórias as dificuldades que alguns destes serviços públicos enfrentam, nomeadamente a escassez de pessoal e a gravação dos julgamentos (o gravador do tribunal apanha ondas de estações de rádio pelo meio [meu Deus!!]). De louvar o trabalho do juiz-protagonista desta reportagem que, em várias imagens, conseguiu transparecer o enfado, a frustração e a paciência que sente (e precisa) perante muitos dos casos que se lhe apresentam.

segunda-feira, novembro 19, 2007

Enfim, chegou.

A notícia que vos quero dar não é agradável... Mas tem de ser. Chegou o Outono e tudo o que isso implica. A chuva desagradável que nos acompanha até ao trabalho, o trânsito que enche as estradas e nos atrasa sempre uns minutos, o frio que faz com que não sintamos as mãos, a mudança de roupa nas gavetas... Que dia tão triste o de hoje. Só está mesmo bom para ficar em casa. Odeio este tempo e fico imediatamente deprimida quando acordo e vejo estes tons cinzentos. O que eu queria mesmo era ter ficado na cama, no quentinho, a ler um livro. Dava tudo para evitar ter de vir para o trabalho e aturar clientes maçadores, trabalho monótono e momentos sem nada para fazer. Sim, agora sim, já cheira a Outono... E o relógio que não anda...

quarta-feira, novembro 14, 2007

O Melhor penalty de sempre!

... fez ontem cinco anos! Alguém sabe a que me refiro?

terça-feira, novembro 13, 2007

As prioridades nacionais não o são.

A cena política nacional anda em polvorosa... A semana passada era semana de debate do Orçamento de Estado para 2008, mas ninguém deu por isso. As atenções, muito graças à Comunicação Social, focaram-se no duelo entre José Sócrates e Pedro Santana Lopes. Alguém me explica o que é que isso interessa para a minha carteira? Todos sabem que não interessa nada, mas ninguém põe um ponto final a esta parvoíce. Estamos diante de uma luta de galos desejosos por um poleiro... em prol dos cidadãos? Claro que não... Os cidadãos são o que menos importa, curiosamente, apesar de serem a base da democracia.

Outra das preocupações políticas actuais é a situação de Ramalho Eanes, ex-Presidente da República. E o que se passa com o senhor? O 'pobrezinho' senhor não pode receber o subsídio de ex-Presidente porque não é acumulável com a reforma de militar que recebe. Ramalho Eanes devia estar a receber uma subvenção no valor de €3.892,22.

Hoje em dia, vários cidadãos beneficiam de modestos (estou a ser generosa) salários, outros vivem do subsídio de desemprego e muitos deles ainda tentam anular as suas dívidas. Contudo, a preocupação do Provedor de Justiça recai sobre Ramalho Eanes. Está certo, está certo. Afinal, o homem está a ser altamente prejudicado, tendo em conta a situação de Mário Soares e Jorge Sampaio... Deviam era tomar medidas mais activas para ajudar quem de facto precisa. Ramalho Eanes não é a prioridade. Creio até que o senhor vive muito bem, tem amigos influentes e marca presença em várias festas de jet-set (onde pode comer, se não tiver outro sítio). E que tal pensarem nos cidadãos??!!

segunda-feira, novembro 12, 2007

LOL



sexta-feira, novembro 09, 2007

Ho Ho Ho... Ohhhhhh

Já se sabe que a aproximação ao Natal é sinónimo de loucura desenfreada. As Câmaras Municipais tiram das arrecadações os enfeites coloridos, as lojas enchem-se de produtos natalícios apelativos, as pessoas desempacotam as suas árvores... À medida que os anos passam, a época de natal antecipa-se mais umas semanas. E qualquer dia, sem darmos conta, saímos da época balnear para o Natal. Viva o consumismo, dirão alguns. Viva a loucura, dirão outros.
Ontem, enquanto ia tranquilamente no autocarro, levantei a cabeça pela janela e fiquei boquiaberta. Ao meu lado, estava uma enorme vivenda já devidamente preparada para receber o Pai Natal. Era enfeites luminosos, era pinheiro pomposo... Naquela casa já há festa. Não será um bocadinho cedo de mais?? Estamos a 9 de Novembro, a mais de um mês, meus amigos. Das duas uma: ou o Natal na terra dos donos da casa é mais cedo (como se fosse possível), ou eles querem poupar trabalho. Haja paciência... porque a loucura vai começar!!!

quinta-feira, novembro 08, 2007

O pecado da gula

Nada como um belo chocolate para animar um dia recheado de trabalho. Este parece seda na boca e o slogan da Milka tem todo o sentido: "Faz-se nas montanhas, derrete-se na boca." Delicioso!

quarta-feira, novembro 07, 2007

2em1



Há uma semana, fiz a minha primeira compra pela internet. Eu que sempre moí a cabeça a quem o fazia, eu que pedia cuidado, eu que temia pôr qualquer indicação na net com medo de que fosse clonada... Fiz a minha compra e hoje posso dizer que estou satisfeita (além de que não tive de pôr dados bancários nenhuns!). Ainda não recebi os produtos, mas, pelo menos, a FNAC já me deu todas as garantias de que a minha encomenda foi tratada. E que encomendei? Livros, claro. A oferta exclusiva da FNAC, dada a conhecer pela Canochinha, não podia ser mais atraente. Dois livros da Jodi Picoult: Dezanove Minutos e O Décimo Círculo, a apenas 14,50€. Já andava há tanto tempo para comprar um livro dela (Tudo por Amor) que, desta vez, não consegui resistir.

Segui os passos que o site da FNAC me ia dizendo, mais a Canochinha, e fui recebendo as contra-indicações necessárias por e-mail: a aguardar pagamento, pago, encomenda expedida. Pensei que seria mais díficil do que foi, mas, tendo em conta que sou eu quem sou, foi um grande passo em frente. É estranho este meu cepticismo quanto às compras pela Internet, visto que sou uma apaixonada pelas novas tecnologias e defensora de tudo aquilo que têm para oferecer. Talvez esteja influenciada por maus exemplos presentes na comunicação social, talvez seja apenas mariquinhas... O que realmente interessa é que já cá cantam mais dois livros para a nossa biblioteca, amor!

terça-feira, novembro 06, 2007

BDD, obrigada!

O Palhinhas recebeu das mãos do Sol e da Lua, autores do espaço Linhas de Pensamento, o prémio "Blog do Dia". Obrigada!

Por que é que este blog existe?
Decidimos criar este espaço para termos um sítio onde sobretudo eu pudesse escrever, dado que não encontrava trabalho na área jornalística e não queria perder o gosto pela escrita. Com o tempo, os horizontes do blog alargaram-se. Começámos a usá-lo para partilhar algumas das nossas experiências, para debater o mundo que nos rodeia e até mesmo para rir diante do panorama nacional e internacional cada vez mais negro.

sexta-feira, novembro 02, 2007

A brilhar que nem ouro

Feriados, fins-de-semana grandes, são sempre bons para pormos as coisas em ordem e fazermos uma limpeza à casa. Deixa-me dar-te uma mãozinha...

Não sei explicar porquê, mas sempre tive um fascínio por algumas figuras da Rússia, sobretudo a dinastia Romanov. Estudei-a na escola, mas, nessa época, não me despertou interesse nenhum. As coisas mudaram há alguns anos, creio que depois de ter lido a biografia de Rasputine. Desde então, já li algumas obras dedicadas aos Romanov e continuo com outras na minha lista de livros a comprar. Aquelas intrigas familiares, as relações com a Europa, a exuberância do País e das modas, tudo me suscita interesse e me instiga a descobrir mais e mais. Por isso, é natural que queira ir à exposição 'Arte e Cultura do Império Russo nas Colecções do Hermitage'. Os meus pais puderam vê-la na Rússia, mas eu terei de ir ao Palácio da Ajuda, até 17 de Fevereiro, para me poder encantar com algumas das peças que marcaram a história da Rússia e a tornaram grande como é hoje. Por enquanto, estou a ver quem é que dos meus irmãos, cunhada, namorado e amigos pretende ir. Acho que é uma oportunidade única que não se deve desperdiçar. O Ministério da Cultura teve a gentileza (uma vez na vida...) de pôr preços acessíveis: 6€. Ai, ai, eu vou a esta exposição, tenho de ir! Os meus olhinhos já brilham de entusiasmo... :o)


PS - O título significa A cultura Russa veio a Lisboa.

segunda-feira, outubro 29, 2007

Mentes sem inocência

Hoje de manhã, acordei com a notícia da morte de um senhor de 42 anos, em Borralheira de Orjais, Covilhã, alegadamente às mãos de quatro jovens entre os 17 e os 22 anos. A PJ da Guarda foi rápida a agir e levou-os para interrogatório já esta manhã. O que chocou, acima de tudo, foi a forma como João Inácio, a vítima, foi encontrado: amarrado a uma viatura e ao gradeamento de um café. Mais um homicídio a entrar nas estatísticas nacionais... Enquanto não se agir, esta não é, para mim, a notícia. Notícia é a forma como os crimes se tornam cada vez mais violentos e sem motivo aparente para que aconteçam...

Hoje, a mãe de um dos detidos disse que, além destes, outras pessoas se juntaram à porta do café central, já depois deste ter encerrado. No grupo, que terá continuado a consumir bebidas alcoólicas (que novidade...), estaria a própria vítima que "terá sido depois amarrada ao gradeamento, alegadamente por brincadeira". Das duas uma: ou não sabem o que é uma brincadeira ou essa não foi claramente a intenção... Eu acho que ninguém, mesmo no seu estado mais ébrio, acharia piada a ser amarrado e abandonado assim... (lá estou eu e o meu conservadorismo, talvez precise de fazer um update às minhas brincadeiras).

Espero que a PJ continue o bom trabalho e que se descubram e punam os culpados. Não precisamos de mais sentenças como houve para o caso Gisberta (Porto) ou como houve para o guarda-nocturno de uma escola secundária da margem Sul.

No sábado, depois de alguns fins-de-semana de preguiça e falta de tempo, fui finalmente cortar o cabelo. Já estava a precisar e gosto sempre de renovar o visual (mesmo que faça quase sempre o mesmo corte...). Cheguei ao cabeleireiro à hora marcada, mas claro que ainda tive de esperar. Na altura, estavam a ser atendidas duas senhoras de idade que, enquanto cortavam o cabelo (e o armavam!!), pintavam as unhas. Não pôde deixar de ouvir as fofoquices que contavam. Só pensava para os meus botões que o cabeleireiro é um antro de más-línguas. Muitas pessoas vão para lá e aproveitam para contar e comentar a vida dos vizinhos, esquecendo-se, muitas vezes, que depois de saírem, as suas vidas podem ser também esmiuçadas. O bom desta cena toda é que demorei pouco tempo e ainda pôde dar umas valentes risadas com as ideias ultra, hiper conservadoras das senhoras que lá estavam...


PS - Pensava que o cabelo armado já tinha deixado de se usar há alguns aninhos, mas parece que a moda está de volta...

sábado, outubro 27, 2007

Hino ao Futebol - II

quinta-feira, outubro 25, 2007

O lado negro da Justiça

Confesso que não percebo nada de leis nem de termos jurídicos, mas, às vezes, penso que não sou a única... Se uma pessoa magoa outra e esta acaba por morrer, isto não é homicídio involuntário? (noticia aqui)

Acho que a nossa Justiça anda completamente doida. A mãe não teve intenção de matar, mas quem, no seu perfeito juízo, pontapeia uma criança de dois anos porque ela se sujou? Uma criança é como um cristal: fica com danos ao mais pequeno descuido. Isto não foi descuido, foi loucura mesmo. Ou terei sido a única a ouvir a Médica Legista dizer que o pontapé foi forte e que havia outras lesões no corpo da Sara?

Sempre tive a ideia de que há pessoas que não foram moldadas para ser mães. E, a cada dia que passa, essa ideia ganha mais força. As crianças são marionetas nas mãos de pessoas sem escrúpulos, maldosas e não sobrevivem para contar a história. E que se faz aos criminosos? Dá-se cama e roupa lavada... durante 4, 5, 6 anos. A anedota deste julgamento, para além da pena, foi a defesa da mãe da Sara. O advogado teve a lata de dizer que este crime só aconteceu porque a Protecção das Crianças, que tinha o caso sinalizado, não deu o apoio devido a uma família carenciada. Está tudo doido??? Será que ele já tentou investigar em quantas famílias necessitadas não há casos destes? Há pessoas que, por mais pobres que sejam, prezam os filhos e têm-lhes amor!

Revoltam-me estes casos. Não o consigo evitar. As crianças são os seres mais desprotegidos e a nossa Justiça parece não reparar nisso. Dá sentenças leves, em vez de exemplares, e, com o sistema penal que temos, quase patéticas!

Para vocês, que mudanças são precisas?

quarta-feira, outubro 24, 2007

Que dia de m...aravilha!

O meu dia começou da melhor maneira... Levantei-me mais cedo do que era suposto e vi logo que estava um dia solarengo... algures, não no Cacém. Fiquei deprimida não só porque este tempo me deixa nostálgica, mas também porque me apercebi de que tinha de ir carregada com o chapéu-de-chuva.
Depois de me vestir, fui preparar as coisas para o trabalho. Decidi mudar de mala para condizer com a minha roupa (coisas de mulher!) e tive de ser mais meticulosa: carteira, livro, lenços, passe(!!), chaves... Estava tudo. Segui para a cozinha para tomar o pequeno-almoço e, depois de ter comido, comecei logo a sentir dores de estômago... Podia estar mais contente?? Não me preocupei e saí para a estação para apanhar o comboio. É que, no Cacém, passam aqueles comboios sem paragens e é uma seca ficar à espera!
Quando cheguei a Benfica, vi que o meu autocarro estava quase a chegar e corri para a paragem. Enquanto lia o jornal, um parvalhão de um motorista da carris decidiu acelerar e salpicar as pessoas que estavam na paragem. Fiquei logo lixada, mas pensei que depois as marcas secariam. Porém, quando me sentei no autocarro, notei que as manchas já não eram manchas, mas, sim, verdadeiras nódoas. Quase mandei um berro! Sinceramente, não me podia ter acontecido pior... numas calças lavadinhas!! Eu sei que o meu trabalho é sentada, mas sou eu que recebo as pessoas que vêm cá à empresa. Vocês já pensaram no aspecto isto dá? Felizmente, tive o bom senso de ir ao wc passar um pouco de água nas calças e parece que disfarçou... Há dias em que não se devia sair de casa, não acham?

Romário assumiu uma nova função no desporto: treinador-jogador do Vasco da Gama.

"Conversei com todos os jogadores e perguntei o que achavam da ideia. Eles aceitaram. Também quem não aceitasse, seria afastado."

terça-feira, outubro 23, 2007

Um exemplo de como somos

Hoje, estava eu sentada no meu lugar quando um colega me chamou à janela (eu sei, eu sei, somos muito atarefados!). Perguntei-lhe o que queria e ele disse-me para olhar para a rua. E que vi?, perguntam vocês. Um micro-retrato da nossa sociedade.
O que se passava é que, à nossa porta, estava um grupo de oito indivíduos a alcatroarem uma pequena parcela do estacionamento (tinha sido aberto um buraco para substituir uma boca de incêndio). Até aqui, tudo normal. Antes assim do que deixar o buraco aberto... O problema é que o grupo era de oito elementos e desses um era o chefe do grupo e dava as instruções, cinco olhavam para o que estava a ser feito e comentavam e dois (desgraçados) trabalhavam efectivamente. Era a estes que competia, usando uma pá, retirar o alcatrão da caixa aberta de um camião. Acho que eles gostaram de ter público, mas, se calhar, dava-lhes mais jeito uma 'mãozinha'. A nossa sociedade funciona mal (ou devagar) porque são muitos a mandarem e poucos a trabalharem...
Passados alguns minutos, virei-me para o meu colega e disse-lhe: "Nós estamos a criticar, mas não estamos também aqui parados a ver?". Eis a prova de que eu tenho consciência...ou não.

segunda-feira, outubro 22, 2007

Uma página a seguir à outra

Não costumo dar opiniões, aqui no blog, sobre os livros que leio, mas os últimos dois que li marcaram-me. Uma Paixão, da Danielle Steel, e A Ilha, de Victoria Hislop, foram lidos numa semana cada um. Adorei a história e a escrita das autoras e, admito, fiquei completamente agarrada. Dei comigo a sofrer com(o) as personagens, a amar como elas e a sentir raiva por todos os problemas que enfrentavam. Às vezes, quando analisamos um livro, damos connosco a pensar que estas histórias não são apenas isso. Há, de facto, quem passe por situações dramáticas, quem consiga reagir aos problemas e quem, infelizmente, ceda às pressões.
Há já algum tempo que não lia livros que me prendessem tanto. Não conseguía largá-los e tinha pena sempre que o fazia. Mas o trabalho e o relógio não perdoam, infelizmente. Uma Paixão era um livro que desconhecia completamente. É uma história romântica entre um casal desconhecido que decide partilhar uma vida em comum, apesar de todos os contratempos que surjem. Depois do sofrimento, espera-os uma vida recheada de amor e premiada com um novo ser. Já A Ilha era um livro que conhecia e que queria, mas que pedi emprestado à minha cunhada (obrigada!!). Conta a história das gerações de uma família marcada pela doença, pelo sofrimento, pelo amor e pela rebeldia. Para além de tudo isto, A Ilha abarca um contexto histórico, representado por Spinalonga, simplesmente entusiasmante.

Gostam de ler e aprender? Então, deixem-se levar por estas emoções...

sábado, outubro 20, 2007

Hino ao Futebol - I

sexta-feira, outubro 19, 2007

Toca o telefone.... Tra la la

Não sei porquê, mas acho que as pessoas ainda não perceberam o verdadeiro propósito dos telemóveis. As pessoas continuam a encará-los como brinquedos e estão constantemente a mudar de equipamento para ter o último topo de gama. Pessoalmente, uso o telemóvel para mandar sms, ligar para alguém (quando é mesmo necessário) e mais nada. Não sou uma adepta das MMS, apesar de já as ter usado, nem dos jogos (alguns deles que me custaram dinheiro). Perante este cenário, posso-vos garantir que não tenho um telemóvel mega ri-fixe... Tenho um simples, pequeno e prático qb.

As situações mais engraçadas que já presenciei com telemóveis aconteceram no comboio e no supermercado. No primeiro, são aliás constantes. Já presenciei discussões em alta voz com o comboio todo cheio, pessoas a falarem com os filhos e a contarem a sua história clínica, pessoas a dizerem a outras que estão a chegar à estação (quando estão a escassos metros de distância!) ou pessoas que fazem do telemóvel uma aparelhagem de som, transformando o comboio numa disco. Este foi, na verdade, o episódio de hoje. Estava eu sentada calmamente a ler o meu livro, quando, de repente, entra um jovem com um telemóvel topo de gama, onde se podia ouvir alto e bom som a música One Love do Bob Marley. Este espectáculo era por si só inconveniente, mas o rapaz, não satisfeito, ainda se pôs a dançar num comboio cheio... Haja paciência!

Os outros casos insólitos acontecem nos supermercados, quando as pessoas ligam umas para as outras a perguntar o que é que faz falta em casa. Eu pensava que era para isso que se faziam listas de compras, mas isso devia ser na Idade da Pedra. Sou uma antiquada, eu sei, mas não me parece normal gastar saldo, e dar uma barracada, só para saber se fazem falta tomates ou evax's lá em casa... Talvez seja de mim...

quinta-feira, outubro 18, 2007

Jodie no seu melhor

Finalmente consegui ganhar um bilhete duplo para uma ante-estreia. E logo para ver o regresso da Jodie Foster às salas de cinema. "Uma estranha em Mim" está 5* e merece todas as críticas positivas que se escrevam. O filme, cuja grande parte das cenas acontece à noite, despoleta os sentimentos mais negros que cada um de nós tem dentro de si.
Após um acontecimento trágico, a vida de Erica Bain transforma-se completamente. Dentro do seu próprio corpo, nasce um novo eu, desconhecido e muito mais sombrio. Perante a ineficácia dos que devem afastar os maus dos bons, Jodie Foster lança-se numa tentativa de se vingar daqueles que a marcaram para sempre. Contra tudo e todos, começa uma nova vida cujo objectivo é impedir que surjam mais vítimas. Ao longo da trama, é inevitável sentirmos compaixão pela protagonista e simpatia pelos motivos que a movem. Mas, por outro, quem somos nós para fazermos justiça sem julgamento?
O filme, que chega hoje às salas de cinema, é um misto de emoções: romantismo, medo, frieza, justiça, amizade... No final, a pergunta que se põem é: se fosse connosco, se sofrêssemos uma perda tão trágica como a dela, como agiríamos? Confesso que, às vezes, perante a justiça que temos, acho que os meios justificam os fins... Mas quem sou eu para fazer justiça?

segunda-feira, outubro 15, 2007

Todos temos direito à defesa

Ai, há pessoas estúpidas, há... então os toureiros podem atacar os touros e os touros não se podem defender? Sinceramente, é preciso lata. E o protagonista desta patetice ainda vem dizer para os microfones que tentou "desafiar o touro, num acto de coragem". Coragem, pelo menos no meu dicionário, era se desafiasses o touro sem ter os cornos cortados, de igual para igual e se, por acaso, ele te provocasse... O resto é só uma sangria à tua mercê... Foi uma sorte não teres ficado com mazelas, mas que as merecias, merecias. Talvez uns espetos nesse rabo... corajoso!

sexta-feira, outubro 12, 2007

Já nos falta espaço para tantas medalhas

O Palhinhas não ficou pelo prémio da Mary e, na última semana, foi agraciado com mais três prémios dados pelo Mais Astuto. Mais uma vez, obrigado... Não sei se merecemos tantas honras. Passamos a bola aos seguintes bloguistas: Bia, Sol & Lua, Formiguinha, Doce Aroma e Beicinho.







Na onda dos prémios Nobel, eis o mais recentes prémio que o Palhinhas carinhosamente recebeu e o qual agradece gratamente:

"O prémio foi criado pelo Mike do Ordinary Folk. Este prémio é uma tentativa de reunir os blogs que são adeptos aos relacionamentos “inter-blogs” fazendo um esforço para ser parte de uma conversação e não apenas de um monólogo. Antes das regras, vale aqui uma definição de SCHMOOZE, vocês não vão encontrar facilmente o termo em algum dicionário convencional.

Regras: 1. Se, e somente SE, você receber o Thinking Blogger Award ou The Power of Schmooze Award, escreva um post indicando 5 (cinco) blogs que tem esse perfil schmoozed ou que tenha te “acolhido” nesta filosofia;
2. Acrescente um link para o post que te indicou e um para o post do Mike, para que as pessoas possam identificar a origem deste nome;

3. Opcional: Exiba orgulhosamente o Thinking Blogger Award ou o The Power of Schmooze Award com um link para este post que você escreveu."

Depois da nomeação da Mary, aqui ficam os meus laureados:

Quem disse que era fácil
Espaço Rosa
Entre o Céu e a Terra
Toto da Cabeça
Linhas de Pensamento

quinta-feira, outubro 11, 2007

Números e letras

Uma mensagem a reter exercitando o nosso cérebro. Vale a pena:

3M D14 D3 V3R40, 3574V4 N4 PR414, 0853RV4ND0 DU45 CR14NC45 8R1NC4ND0 N4 4R314. 3L45 7R484LH4V4M MU170 C0N57RU1ND0 UM C4573L0 D3 4R314, C0M 70RR35, P4554R3L45 3 P4554G3NS 1N73RN45. QU4ND0 3575V4M QU453 4C484ND0, V310 UM4 0ND4 3 D357RU1U 7UD0, R3DU21ND0 0 C4573L0 4 UM M0N73 D3 4R314 3 35PUM4.

4CH31 QU3, D3P015 D3 74N70 35F0RC0 3 CU1D4D0, 45 CR14NC45 C41R14M N0 CH0R0, C0RR3R4M P3L4 PR414, FUG1ND0 D4 4GU4, R1ND0 D3 M405 D4D45 3 C0M3C4R4M 4 C0N57RU1R 0U7R0 C4573L0. C0MPR33ND1 QU3 H4V14 4PR3ND1D0 UM4 GR4ND3 L1C40; G4574M05 MU170 73MP0 D4 N0554 V1D4 C0N57RU1ND0 4LGUM4 C0154 3 M415 C3D0 0U M415 74RD3, UM4 0ND4 P0D3R4 V1R 3 D357RU1R 7UD0 0 QU3 L3V4M05 74N70 73MP0 P4R4 C0N57RU1R. M45 QU4ND0 1550 4C0N73C3R 50M3N73 4QU3L3 QU3 73M 45 M405 D3 4LGU3M P4R4 53GUR4R, 53R4 C4P42 D3 50RR1R! S0 0 QU3 P3RM4N3C3 3 4 4M124D3, 0 4M0R 3 C4R1NH0.

0 R3570 3 F3170 D3 4R314 !


PS - Quem tiver problemas de visão no final, queixe-se à minha cunhada que ela é que me enviou isto por mail. :o)

Estou há alguns dias para escrever este meu texto de revolta. E estou revoltada com o quê? Com a moda, ou melhor, aquilo a que chamam moda... Antes de mais, confesso que não tenho muita paciência para passear por lojas. Normalmente, vou directa àquilo de que gosto, pago e saio - quase nem se dá pela minha presença! Porém, as lojas (e os criadores em particular) têm dificultado a minha tarefa. Hoje, as montras apresentam modelos esquisitos que ou nos fazem parecer gordas ou demasiado magras, combinam cores esquisitas e há uma mistura de roupa fina com roupa casual. E onde é que ficam as pessoas que não apreciam esta 'moda'? Parece que somos esquecidos e torna-se cada vez mais complicado encontrar alguma coisa que nos faça dizer: "Isto é mesmo a minha cara!".

Na terça, fui ao Colombo, vagueei por um conjunto de lojas de roupa e acessórios (por enquanto sem muita atenção) e, com a mesma rapidez que entrei, saí. Não vi nada que me fizesse parar, nada que me motivasse sequer a lá voltar. Preciso de remodelar o meu guarda-roupa, mas com o quê? Não vejo nada de jeito e, confesso-vos, não sou esquisita, sou simples... Gosto de roupa normal, colorida qb, prática e que não chame muita a atenção. Será que alguém me sabe dizer onde é que esta (minha) moda está? :o)

segunda-feira, outubro 08, 2007

Tantas vezes quanto as possíveis

Há coisas que não se explicam... Uma delas é por que razão, de cada vez que está a dar Robin Hood - O Príncipe dos Ladrões, eu me sento no sofá. Já vi o filme n vezes, sei as cenas de cor, mas ajo como se desconhecesse tudo. Parece que cada cena é nova, que o filme terá um desenrolar diferente... É um dos meus filmes preferidos, claramente. Gosto da história em si, gosto do contexto histórico, gosto do romantismo e aprecio o actor. Tudo joga a favor do filme. Na sexta-feira, a RTP voltou a passá-lo na sessão da tarde. A minha irmã, que arrumava a cozinha, foi para a sala; o meu irmão, que fazia um trabalho clínico, fez um intervalo e eu, que estava no computador sossegada, passei rapidamente para a sala. Há filmes intemporais... ai há, há!

Vocês têm algum?

sábado, outubro 06, 2007

De melhor do mundo para melhor do mundo...

quinta-feira, outubro 04, 2007

Sem darmos conta...

Há 2 anos e 6 meses a sorrir... Quero mais!


A isto acrescento:
Um cooler para o meu portátil que, simplesmente, adorei!! (Obrigado, amor!)
Um blusão meia-estação da minha cor preferida - verde - num estilo misto jovial e senhoril (o bom gosto da minha irmã e do namorado a mostrarem serviço);
Umas botas pretas (finalmente encontrei umas de jeito![graças à paciência dos meus pais])
Um livro da Danielle Steel, Paixão


Tudo isto depois de um jantar com comida fantástica e, acima de tudo, partilhado com as pessoas que mais amo. O que posso pedir mais?


PS - A triologia d'As Memórias de Cleópatra foi oferta do meu mano e da minha cunhada (vocês estão lá!)

terça-feira, outubro 02, 2007

Mais um...

... que começa a fazer peso!

segunda-feira, outubro 01, 2007

Britcom

Parece que, daqui a algum tempo, vou começar mais uma etapa da minha vida. Decidi arriscar-me na tarefa de explicadora. A disciplina escolhida foi sempre a minha preferida: Inglês. Espero que consiga dar conta do recado e que, sobretudo, o explicando não saia prejudicado. O meu amor, os meus pais e a minha irmã têm-me dado todo o apoio necessário, mas, talvez por ser a primeira experiência, sinto-me nervosa. Vou voltar à escolinha, vou sentir o formigueinho nos dedos, vou sentir que não sei nada... Quando andei à procura de trabalho, tentei centros de explicações para me candidatar a explicadora de inglês e português, mas não surgiu nada. Agora, sim. Vamos ver como corre a experiência para explicadora e explicando. Let the games begin!