quarta-feira, abril 16, 2008

É hoje!!!


Haja espectáculo! Haja coração! Haja garra! Haja fé! Haja BENFICA!

FORÇA, RAPAZES!

terça-feira, abril 15, 2008

Reorganizar a agenda

As rotinas são uma coisa chata. E mais chato ainda é quando, passados dois anos, somos obrigados a mudá-las. Assim do nada, temos de reajustar os nossos horários para podermos abraçar novos projectos. Deixamos de poder ir de comboio com pessoas conhecidas, temos de nos adaptar a novos horários de transporte, saímos mesmo na hora de ponta e apanhamos a confusão total.
Sempre fui mais amante da noite do que do dia, mas, daqui para a frente, as coisas terão de mudar. O meu relógio toca às 7h e, uma hora depois, é suposto estar já no comboio a caminho de mais um dia de trabalho. Na empresa, ninguém chega cedo. E lá fico eu, entregue às minhas tarefas e isolada uma/duas horas... É aborrecido, mas só de pensar que saio mais cedo até me alegro. Agora, no Verão, é tão bom sair e ainda apanhar o solinho ao pôr-do-sol.
A que se deve esta mudança? Ah, a razão é boa, acho. Arranjei um part-time para ajudar no meu (nosso) orçamento. Nada de especial, mas sempre dá um extra e se, por um lado, me entretém, por outro, permiti-me ganhar experiência profissional numa área desconhecida. Ficamos todos a ganhar.

terça-feira, abril 08, 2008

Já não existe respeito

Nos últimos dias, a minha batalha tem sido encontrar um part-time. Não tem sido fácil e, por vezes, apetece-me mesmo desistir e resignar-me ao que tenho. O meu horário não é dos melhores e depois os part-time disponíveis nem sempre são atractivos. Todos os dias, logo pela manhã, pego no Correio da Manhã e procuro contactos que me possam garantir um emprego extra. Confesso que, diante de tantos telefonemas, a certa altura, já não sei para quem liguei e para onde ainda tenho de ligar. O objectivo continua por atingir e isso é que é triste (diria preocupante, mas seria excessivo, já que ainda tenho trabalho e não me parece que o vá perder).

Hoje, fui a uma entrevista na Amadora para um call-center. Quer dizer, eu fui, mas o entrevistador não apareceu. Esperei, esperei e só conseguía sentir desilusão. Uma pessoa prejudica-se para conseguir uma entrevista para poder ganhar um extra (que tanta falta faz nos dias de hoje) e as pessoas agem desta maneira despreocupada. É uma pouca vergonha e uma falta de respeito! Se não quiséssemos trabalhar, criticavam-nos; quando queremos, fazem de nós parvos. Este senhor merecia uma lição...

Saí do edifício de rastos. Mais uma oportunidade que se foi. Podia não ser nada, mas era uma tentativa. Tenho esbarrado nas coisas mais parvas, mas esta superou tudo. Não foi por não ter conseguido o que queria, foi sobretudo pela falta de respeito. Anda uma pessoa a lutar para conseguir uma vida melhor e é tratada assim. Apetecia-me ligar para o senhor em causa e acusá-lo de tudo e mais alguma coisa, insultá-lo, mostrar-lhe que não se brinca assim com as pessoas, mas valerá a pena? Por mim, sim... Ainda tenho muita raiva contida e é melhor descarregar nele do que em alguém que gosta e se preocupa comigo.

quarta-feira, abril 02, 2008

É oficial!

Dia 16 de Abril vamos estar presentes no Alvalade XXI para apoiar o nosso Benfica. No jogo mais emocionante das meias-finais da Taça de Portugal, esperamos sair de lá com um sorriso nos lábios ou, pelo menos, de cabeça erguida. É o tudo ou nada da nossa época!

CARREGA, BENFICA!

segunda-feira, março 31, 2008

Paris - Dia 2 (II)

O próximo ponto de paragem foi Les Invalides. É um museu do Exército, onde se pode apreciar alguns dos instrumentos utilizados pelos franceses nas guerras. Ao longo de todo o edifício estão penduradas placas de homenagem aos franceses e aos estrangeiros que combateram por França. Uma enorme estátua de Napoleão está exposta num dos varandins do edifício como que o protegendo.



Depois de um almoço revigorante, a caminhada prosseguiu rumo a Montparnasse. Estávamos a poucos quarteirões do edifício urbano mais alto de Paris. Esteticamente não tem nenhum atractivo, mas permite uma vista soberba sobre a cidade. Os visitantes podem subir até ao 56º andar, onde há um confortável e resguardado espaço de lazer com café e recordações, ou até ao 59º, o topo do edíficio realmente, através de escadas. Lá, somos só nós e o céu a contemplar mais uma vista fantástica da cidade.



Logo após uma breve visita às famosas Galerias La Fayette, e dado que as pernas começavam a franquejar, metemo-nos no metro, usando uma das mais conhecidas estações francesas: Montparnasse... E, meu Deus, que corropio de pessoas! O destino eram os Jardins do Luxemburgo, onde está situado o Senado francês (Palácio do Luxemburgo). É impressionante a área que os jardins ocupam mesmo no centro da cidade. Por curiosidade, seguimos depois para a Igreja de Saint-Sulpice, mencionada n'O Código Da Vinci.



O dia terminou na Île de la Cité numa visita à Catedral de Notre-Dame. Antes, porém, tivemos de passar pela péssima experiência de andar de autocarro. Ninguém controla quem tem bilhete, todos se empurram e não há o mínimo de educação... Podem acreditar: é pior do que cá!! Quanto a Notre-Dame, é simplesmente grandiosa rodeada de vitrais fantásticos e capelas que espantam qualquer um. Perto do altar principal, numa zona lateral, uma homenagem à heroína francesa Joana D'Arc.



De regresso ao nosso hotel, aproveitem para tirar umas fotos à zona onde estávamos alojados: o quartier Latin. É conhecido como sendo um dos mais movimentados e boémios e, na minha opinião, é completamente verdade. Havia movimento a qualquer hora, havia bares e as pessoas reuniam-se em pequenos grupos para verem artistas de rua dançarem... Era um espectáculo!


O passeio turístico do segundo dia começou pelo monumento mais emblemático da cidade-luz: a Torre Eiffel. Infelizmente, só estive perto dela, já que optei por não subir. Aqueles arames e o ver-se cá para baixo fazem-me alguma confusão ao sistema nervoso. Mesmo assim, em baixo, no meio ou em cima, a Torre é simplesmente especial...


Depois de quase duas horas de espera, já que o meu pai, a minha irmã e o Hugo foram ao topo da Torre, prosseguimos caminho junto ao Sena para passarmos por algumas das suas pontes mais famosas. Primeiro, estivemos junto da Ponte D'Alma, conhecida sobretudo por ser junto do túnel onde a Princesa Diana morreu; seguimos, depois, para a Ponte Alexandre III que liga Les Invalides aos Campos Elísios. Proporciona-nos uma vista fantástica sobre o rio, com a Torre Eiffel ao fundo, e dos Invalides.


quinta-feira, março 27, 2008

Prenda venenosa

Como se sabe que estamos perto de eleições? Sabemo-lo quando ouvimos o Primeiro-Ministro anunciar medidas como a redução do IVA ou de outros impostos. José Sócrates tomou essa liberdade, preparando o seu caminho para a vitória em 2009. Não se abram sorrisos largos, caros concidadãos. Na prática, a diminuição do IVA de 21% para 20% não nos beneficia em nada. Os preços manter-se-ao na mesma e, muito provavelmente, com tendência para o aumento de algumas despesas. Como sabem, o petróleo e a Euribor continuam sem dar tréguas.

Esta medida governamental é só um piscar de olho para os eleitores. Tal como Marcelo Rebelo de Sousa disse, no passado domingo, espera-se uma campanha eleitoral de ano e meio quase. Já imaginaram a seca que vamos ter de aguentar? E tudo para que o "nosso" Engenheiro consiga amealhar mais uns trocos. Já não há pachorra para tanta pouca vergonha. Em prole dos cidadãos faz 0, a favor dos políticos/poleiro faz-se tudo.

O que me irrita mesmo não são estas medidas. Quer dizer, também são, porque ao anunciar as coisas com esta simplicidade, o PM quer fazer dos contribuintes parvos. Mas, o que me apoquenta mesmo é saber que, provável e inevitavelmente, Sócrates vai continuar no poder. Afinal, à esquerda, à direita ou ao centro não existem alternativas credíveis que nos façam mudar... Estamos continuamente à espera de um milagreiro!

Para vocês, quem poderia ser o nosso D. Sebastião? (mesmo que nunca seja possível...)

terça-feira, março 25, 2008

Paris - Dia 1 (II)

As pernas já tremiam de tanto andar, mas estando tão perto do Arco do Triunfo não podíamos ir embora. Faltavam-nos as forças, mas todos conseguímos arranjar algumas para subir até ao topo de um dos mais lindos monumentos franceses, também ele dedicado aos feitos de Napoleão. Do Arco do Triunfo, também conhecido por A Estrela, partem 12(!) avenidas e só isso dá uma ideia do movimento que por lá passa. O Arco do Triunfo é também uma homenagem ao soldado desconhecido da 1ª Guerra Mundial. E vocês nem imaginam a visão que permite sobre a cidade... É um privilégio.



Fez sábado uma semana que, de carro, parti à descoberta de Paris com o Hugo e os meus pais. De todos, eu era a única que só conhecia a cidade através de fotografias. Depois de umas breves passagens por Bordéus e Poitiers, chegámos a Paris ao final da tarde de domingo. Primeiro objectivo: conhecer o hotel; segundo, encontrar um bom sítio para guardar o carro. Tudo foi feito e cedo caímos na cama, extenuados da viagem e conscientes de que, no dia a seguir, íamos estar sempre a andar... a andar...
Acordámos cedinho na segunda-feira e saímos do hotel eram 9h (8h cá). Tínhamos esboçado um plano do dia e a primeira paragem foi o conhecido bairro francês MONTMARTRE. O local é um exemplo vivo da vida boémia francesa, onde artistas de rua se juntam e tentam cativar turistas. Nesta zona, destacam-se dois sítios: a Basílica do Sacré Coeur e o Moulin Rouge. A primeira fica no ponto mais alto da cidade e a sua grandiosidade impressiona qualquer turista; o segundo, é um dos mais famosos cabarets do mundo e está associado à boémia francesa.



Seguimos depois para o centro da cidade. Usando a extensa rede de transportes francesa, chegámos à Opera Nacional. Lá dentro, muitas pessoas aguardavam para entrar e nós seguimos-lhes o exemplo. Valeu a pena... Palco de grandes óperas, como, por exemplo, "A Dama das Camélias" ou "O Fantasma da Ópera", o espaço, inclusive a zona de espectáculos, é enorme e recheado de salões com frescos indescritíveis.




Depois de quase duas horas dentro da Ópera, voltámos um pouco atrás até ao cemitério de Père Lachaise. Era impossível vê-lo todo porque entre famosos e gente comum, o espaço devia ocupar cerca de um quarteirão (ou mais). Entre outros, lá estão sepultados Jim Morrison (era um desejo do Hugo rever a campa do vocalista dos The Doors), Oscar Wilde (a minha irmã é uma confessa adepta deste escritor) e Chopin.



Almoçamos por volta das 15h, mas nem nessa altura demos descanso às pernas. Regressámos para perto da Ópera para conhecer a Igreja de St Madeleine. Era enorme e lá dentro a simplicidade das suas pequenas capelas fascinava. Tal como noutras Igrejas que já tínhamos visitado em Bordéus e Poitiers, não existiam bancos corridos para as pessoas se sentarem, mas, sim, cadeiras unidas.



À saída da Igreja, o destino era claro: as praças de Vendôme e da Concórdia, já que está era no final da rua, com uma breve passagem pelo Jardim das Tulherias. A primeira era uma recordação de Napoleão, com todos os seus feitos trabalhados numa coluna; a segunda é um dos obeliscos mais conhecidos do Mundo e o começo da mais famosa avenida da cidade-Luz: a Av. dos Campos Elísios. Aí, o movimento era impressionante e a avenida parecia nunca mais ter fim. Era palácios de um lado, estátuas do outro, lojas ali, casas de personalidades famosas acolá... A máquina fotográfica não parava de disparar.


quarta-feira, março 12, 2008

Quem nunca peca, que atire a primeira pedra

Desengane-se quem pensa que só é pecado a gula, a inveja, a ira, a luxúria, o orgulho, a avareza e a preguiça. Os tempos mudaram e a Igreja decidiu actualizar-se (coisa nova...). Surgiram seis novos pecados: pedofilia, poluição do meio ambiente, aborto, tráfico de droga, riqueza desmesurada e manipulação genética. Não queria ser maldosa, mas de quantos destes pecados os fiéis padres podem ser excluídos? Acho que de muito poucos...
A lista de pecados aumentou e tornou-se mais abrangente, mas de que é que serve mesmo?! Na prática, estes novos pecados continuam a ser tratados pela Justiça com uma ligeireza assustadora. Normalmente, o cidadão nem liga, até que um problema sério lhe bate à porta. E então a quem é que a pessoa pode recorrer? À Igreja, para excomungar o criminoso? À justiça, para lhe aplicar uma pena pequena ou suspensa? A um advogado?
Por mais que a Igreja se tente actualizar, parece nunca compreender a mentalidade dos cidadãos que a rodeiam. Esta lista de pecados é só mais uma forma de eles se entreterem com nada enquanto as pessoas se debatem para sobreviver com alguma humanidade... Haja paciência!

domingo, março 09, 2008

Come antes uma peça de fruta...

sábado, março 08, 2008

Parece que tinha olhos...

sexta-feira, março 07, 2008

A voz feminina do momento



Não gosto de fado, confesso, mas esta voz fez-me dar uma segunda oportunidade a este estilo musical. O último disco da Ana Moura, Para Além da Saudade, está uma obra-prima. Deliciem-se...

quarta-feira, março 05, 2008

Viver aos sobressaltos

Há alguma coisa neste país que não vai bem, ok, talvez haja várias, mas a de que hoje falo é a criminalidade. Estes últimos cinco dias têm sido marcados por assassinatos, mas, segundo o presidente do Observatório da Segurança, Criminalidade Organizada e Terrorismo, "são casos pontuais". Concordo. De facto, de onde é que as pessoas tiram a ideia de que Portugal é um país violento? Por causa das mortes na noite do Porto? Por causa dos assaltos a caixas multibanco ou a gasolineiras? Por causa do aumento do carjacking? É tudo reflexo de um país desenvolvido...
Eu compreendo que o senhor presidente (de uma organização que a maioria dos portugueses desconhece!) não esteja preocupado. O seu rabo está protegido e, ainda por cima, pelos polícias nacionais mais bem formados. O cidadão comum é um ser dispensável: morrem dois, mas continuam a existir eleitores suficientes para apoiar o Governo. Portugal parece-se cada vez mais com o Brasil. Existem os bairros pobres, a deliquência, a agressividade gratuita e a não-acção da polícia. Nunca se sabe se chegamos a casa à noite.
A quem se deve esta onda de violência? Há vários culpados, claro. Começando pelo Governo, que aprova leis que protegem mais os criminosos do que as vítimas; a sociedade no geral que não consegue formar uma consciência de comunidade nestes individuos, não os integrando ou incentivando a serem independentes; e, claro, a polícia. Dizem que não têm meios, mas quantos polícias têm capacidade física para combater criminosos jovens e espertos? Quantos são totalmente limpos e não aceitam uma 'ajudazinha'? Quantos pensam na missão a que se propuseram: 'proteger os cidadãos'?

Por mais que tentemos esquecer, estamos a ficar aprisionados ao medo dentro do nosso meio ambiente... Como é que a vida pode ser gozada assim?

terça-feira, março 04, 2008

No recreio...

... que é o Parlamento da Assembleia da República, Jaime Silva, ministro da Agricultura, apontou o dedo a Paulo Portas, por causa dos polémicos casos Portucale e do Casino de Lisboa: "O Dr. Paulo Portas pode ter a certeza: há coisas que não se branqueiam na cadeira do dentista."

segunda-feira, março 03, 2008

Uma ajuda para a Igreja

Quem me conhece sabe que nutro muito pouca simpatia pela Igreja Católica, ou melhor, pelos seus representantes. Contam-se pelos dedos os padres que conseguem cativar o ouvinte católico, acompanhar as mentalidades ou ir para além daquilo que é a Doutrina. A Igreja está a precisar de uma revoluçãozinha, mas, enquanto for composta por homens envelhecidos, as coisas não vão mudar.
Ontem passaram-se cinco anos sobre a morte da minha tia preferida. Parece que foi ontem, mas, infelizmente, não foi. Em virtude dessa data, fomos à missa numa tentativa de estarmos mais perto dela e de apoiarmos o meu tio. Numa celebração curta dedicada aos sete pecados mortais, o que mais me impressionou foi a postura do próprio padre.
Creio que nunca tinha visto um tão reaccionário, tão arrogante para com os seus fiéis. Mostrou-se sempre superior e não teve mesmo pejo em corrigir uma fiel que lia um texto cristão... Que vergonha! No final da homilia, surgiram quatro raparigas para recolher as contribuições da assistência... Havia lá pessoas que nem deviam ter o suficiente para comer, mas não deixaram de dar a sua moedinha. Sempre critiquei, e criticarei, estes pedidos (quase imposições) de contribuições. É de relembrar que estes senhores não pagam impostos (gostava de saber o que fazem aos salários que ganham na Católica e afins) e andam sempre com boas peças em ouro (ou de bom corte, no caso de fatos). Para que servem então a caixa das esmolas?

quinta-feira, fevereiro 28, 2008

Há 104 anos a fazer sonhar 6 milhões!


PARABÉNS, BENFICA!

terça-feira, fevereiro 26, 2008

Gulodice à chuva

No domingo, fui pela primeira vez a Óbidos, aproveitando que estava lá o Festival do Chocolate. A chuva não nos deixou ver grande coisa, mas a verdade é que também não deixou as ruelas da vila vazias. Era gente por todos os lados, mais chapéus, mais vendedores, mais banquinhas na rua... A confusão total. Mas até foi giro, sinceramente.
É dentro do castelo que acontece o Festival propriamente dito, e, aí, recuamos alguns anos até à nossa infância com casas cujos telhados são feitos de doces, coelhos da Alice no País das Maravilhas, a banca dos quase extintos Conguitos (e de muitas outras marcas de chocolates conhecidas)... Para além disso, estão também lá as maravilhosas esculturas de chocolate. São tão perfeitas! E, diga-se, só de olharmos para elas, engordamos uns quilinhos. É uma experiência a repetir!

O lado negativo eram os preços dos chocolates que eram ou iguais ou excessivamente mais altos do que costumamos ver nos hipermercados. Acabei por ficar só com o Aero, o novo chocolate da Nestlé, oferecido à entrada. (Acho que o meu corpo agradece....)

domingo, fevereiro 24, 2008

O sapo cocas anda metido na droga...

sexta-feira, fevereiro 22, 2008

Como se responde à altura

"Rui Costa desvaloriza conversa em campo com Petit
Pedro Jorge da Cunha enviado especial à Alemanha

Rui Costa comentou o apuramento do Benfica para os oitavos-de-final da Taça UEFA após o empate a duas bolas conseguido em Nuremberga. No final, o «maestro» desvalorizou a conversa com Petit e mostrou-se satisfeito por ainda não ter terminado a carreira a nível internacional:

[Sobre as palavras trocadas com Petit] «Tenho de responder mesmo? O que é que se podia ter passado? São acertos de marcações, não quer dizer absolutamente nada. Se fez lembrar o episódio de Setúbal? Está mais sensível que os alemães hoje. Está enganado. São conversas normais.»"



PS - Muito gostam os jornalistas nacionais de instigar polémicas, mas perdem a audácia depois de Coimbra... Por que será?

quarta-feira, fevereiro 20, 2008

Ai que eu morro de tanto rir...




Portugal sofre de muitos males. É, quer queiramos, quer não, um país cheio de feridas que tardam em sarar. Os políticos fecham os olhos e fazem promessas; os deputados criticam a gestão, mas não agem; os empresários pensam no seu ganha pão e esquecem tudo o resto; e o pobre cidadão pensa em si e esquece o colectivo. É preciso que algo agite Portugal e leve coros de protesto às ruas, que conduza a uma mudança séria e de base, que proporcione uma renovação de ideias, de políticos... de tudo!
Um dos grandes problemas da actualidade nacional é o desemprego. Não é um tema novo nem as estatísticas se referem a anos recentes. É uma realidade que afecta muitos portugueses, mas a que o Governo pouco liga. Agradecem as empresas de crédito. O endividamento dos portugueses tem vindo a aumentar nesta luta desigual pela sobrevivência. Muitas pessoas têm de contar tostão a tostão o seu ordenado para poderem fazer uma vida a dois... com os requisitos mínimos.
Na segunda-feira, uma reportagem da TVI anunciou que 1 em cada 5 portugueses está no desemprego. E como é que o Governo reage? Oferece empregos... a estrangeiros. Será de mim ou há aqui qualquer coisa que está a falhar?

terça-feira, fevereiro 19, 2008

Hasta la vitoria siempre

Em Cuba, termina hoje um ciclo. Fidel Castro, o comandante, anunciou a sua renúncia à presidência. Depois de 50 anos à frente dos destinos do país, Fidel Castro, um dos mais críticos das políticas norte-americanas, assumiu não ter condições físicas para continuar no cargo. O "comandante en Jefe" liderou as forças de guerrilha que derrubaram Fulgêncio Batista do poder, resistiu a tentativas de assassinato da CIA e viveu o período da Guerra Fria e do fim do comunismo soviético. Goste-se ou não se goste dele, Fidel Castro marcou uma época e veremos o que será feito de Cuba depois dele.

De Che Guevara e Fidel Castro ficam as memórias.

A mensagem do adeus do presidente.

quinta-feira, fevereiro 14, 2008

Feliz dia(s)!

"Amo-te mais que a vida, que a vida sem ti morreu."

terça-feira, fevereiro 12, 2008

RAP transtornado...

segunda-feira, fevereiro 11, 2008

É a verdade, não é, senhoras?

Na crónica desta semana no jornal A Bola, o momento alto de Ricardo Araújo Pereira foi este:

"As notícias que relatavam, em pormenor, aquilo que se passa no balneário do Sporting levaram Paulo Bento a concluir que há bufos no clube. Gente que vai propositadamente contar à imprensa segredos do grupo de trabalho. Creio que o treinador leonino poderá ter-se precipitado. Quem tem no plantel um jogador como Miguel Veloso não pode deixar de pôr a hipótese de tudo não ter passado de uma conversa de cabeleireiro. As madeixas levam tempo a fazer, e uma pessoa tem tendência a desabafar, quando está com os papelotes de alumínio na cabeça. É normal e humano. O cabeleireiro é também um confidente, toda a gente sabe disso."

sexta-feira, fevereiro 08, 2008

E o oscar vai para...

Que filme daria a vossa vida?
Descubram aqui!





PS - A mim calhou-me Moulin Rouge, um filme que adorei, aliás. A minha vida é animada e feliz, mas pode acontecer um revés a qualquer momento. Acredito no amor, apesar de todos os problemas que isso me possa causar.

Às vezes pergunto-me em que mundo é que as pessoas vivem, o que fazem nos seus tempos livres, de onde é que tiram a ideia de que são cultas... Há pouco mais de uma semana, regressou aos serões da RTP1 o programa Quem Quer Ser Milionário, conduzido pelo Jorge Gabriel. Gosto de ver este tipo de entretenimento, mas bem que dispensava o apresentador que, em metade do tempo, só quer "encher chouriços", reduzindo o número de perguntas de cada programa.
Nas últimas sessões, têm passado por lá alguns concorrentes que deixam muito a desejar. Como é que é possível que nunca tenham ouvido falar de Umberto Eco? Como é que desconhecem onde se situa o Conselho da Europa? Quem não sabe quem foi a mulher eleita, em 2005, para liderar os destinos da Alemanha? Como é que desconhecem quem é o actual presidente de Timor-Leste? Eu até esqueço as perguntas específicas de cinema, literatura ou música, mas, convenhamos, tudo o resto é cultural geral, que nos rodeia diariamente. As pessoas candidatam-se para um programa deste tipo e, ainda antes de atingirem o patamar dos €500, já se estão a despedir. E só de pensar na figura que fazem... O que eu gosto mesmo é de as ver dizer, depois de terem falhado a resposta: "Ah, pois é! Eu até sabia isso...". Próximo!

quinta-feira, fevereiro 07, 2008

A bola quando beija a rede é golo...

terça-feira, fevereiro 05, 2008

The King (Parte II)

sábado, fevereiro 02, 2008

The King... (Parte I)

quinta-feira, janeiro 31, 2008

O pseudo-salvador Durão

Num país tão pequeno e cinzento, ainda há coisas que me conseguem surpreender pela sua originalidade. Hoje, chego ao trabalho e dou de caras com a candidatura de Durão Barroso a Nobel da Paz... Antes de mais, não é a primeira vez (e pelo andar da carruagem não será a última) que digo que este Nobel é puramente político. O objectivo do prémio já se perdeu há algum tempo e ninguém quer admitir isso. Ano após ano, vai-se arranjando alguém mesmo que os comuns mortais não saibam como o premiado lutou pela Paz.
Este ano, surgiu a candidatura do Durão Barroso, nosso ex-primeiro e actual presidente da Comissão Europeia. Esta candidatura foi proposta por Ramos-Horta mercê do "cherne" ter «trabalhado no sentido de um diálogo pacífico» (noticia aqui). E depois? Meus senhores, isto fazem milhões de pessoas todos os dias sem ganhar rios de dinheiro para isso. O que me anima é que há mais candidaturas e talvez o júri tenha o bom senso para escolher algum premiado (ou alguma coisa) que, de facto, tenha marcado positivamente a Humanidade.
Uma coisa posso garantir desde já (só para o caso do júri do Nobel da Paz dar aqui uma espreitadela), Durão Barroso manteve o país de tanga e tirou a paz a 10 milhões de portugueses. Mesmo longe, continua a fazer-nos mossa...

segunda-feira, janeiro 28, 2008

Genial




sexta-feira, janeiro 25, 2008

Parabéns, Rei!

Eusébio é mais do que uma lenda do Sport Lisboa e Benfica. É um símbolo nacional que jamais deve ser esquecido. Mostrou que Portugal podia vencer mesmo quando não acreditavam em nós, soube ser coroado entre os melhores, manteve sempre a humildade de menino e será relembrado como um SENHOR. Hoje, comemora 66 anos de vida. São poucos, para quem tem ainda tanto para dar.

Parabéns, Eusébio!

A nação benfiquista nunca esquecerá este dia. Eu não o esquecerei. As circunstâncias dramáticas da morte de Miklos Féher correram o mundo e fizeram nascer um mito. Amanhã, quatro anos e um dia depois, o Benfica regressa ao local onde caiu. As emoções vão estar ao rubro e as lágrimas nos olhos. Gostava que os actuais jogadores lhe pudessem oferecer a vitória, mas, acima de tudo, peço que o encontro seja um hino ao futebol... como foi o seu velório!

Honremos a memória do nosso eterno 29!

EDIT (0:36, 27/01): Que extraordinária vitória! Obrigado, rapazes. Hoje e sempre, é por ti, Féher!

quinta-feira, janeiro 24, 2008

Ao nosso redor

Gosto de ir na rua a olhar para quem passa. Imagino o seu destino e as suas rotinas. Esboço um sorriso para os olhos que me olham. Oiço as conversas e imagino os cenários. Crio o meu próprio mundo enquanto tento não dormir. Saio à minha hora, apreciando cada gesto, cada cor, cada cheiro que me chega. É tão bom sentir. Cada pessoa é diferente todos os dias a todas as horas. São personagens no meu dia-a-dia e nem o sabem. Olho para o Sol que me aquece quando chego; aprecio a Lua que sobe alta quando saio. O mundo não pára quando estou fechada no emprego. Cada pulsação de cada dia traz-me um novo alento, independentemente da tristeza que me assola... É a vida.

terça-feira, janeiro 22, 2008

Cultura precisa-se!

Sou suspeita quando falo do programa da RTP1 Sabe mais que um miúdo de 10 anos? Já o vi várias vezes e mantenho a minha opinião: não tem estofo para estar em horário nobre, o apresentador é fraquinho e os miúdos, na sua maioria, são mais gabarolas do que engraçados. Admito, contudo, que tem algum teor cultural pelas perguntas que coloca, embora nem sempre de forma clara, dificultando aquilo que é simples. E, finalmente, é inevitável não me surpreender com alguns concorrentes que lá vão e que nem da primeira pergunta passam... Sujeitam-se a uma humilhação pública e nem se preparam minimamente.
Ontem, enquanto jantava, ouvia o programa. A concorrente ainda estava na fase inicial do programa e já tinha gasto algumas ajudas. Ainda bem... Porque as suas respostas deixavam muito a desejar.
1ª pergunta que ouvi - A que reino pertencia o condado portucalense? Resposta dada: Portugal (É preciso comentar???)
Nesta altura, um dos miúdos salvou-a, respondendo correctamente, o que permitiu à concorrente continuar em prova. Seguia-se, pois, a pergunta para os 3000€.
2ª pergunta que ouvi - No número 2146 qual o algarismo com o menor valor absoluto? Só com uma ajuda (e ainda no meio do programa), a senhora decidiu arriscar sozinha e o resultado foi... Resposta dada: 6

E, vocês, sabem quais são as respostas correctas? Aposto que sim!

segunda-feira, janeiro 21, 2008

Semi-Tripla

Este fim de semana, dediquei-me a ver alguns filmes que, nos últimos tempos, tinham ficado esquecidos. A sessão começou na sexta-feira com Knocked up (Um Azar do Caraças), seguiu com The Prestige no sábado (adormeci antes do fim) e terminou, ontem, com Little Children (Pecados Íntimos).
Não terminei de ver o The Prestige, por isso, sou incapaz de fazer qualquer crítica. Até à parte em que vi estava a ser fixe, mas o sono venceu-me (maldito!). Quanto aos outros dois filmes, só tenho a dizer bem. São géneros completamente distintos, diga-se, mas nem por isso deixam de ter mensagens importantes.

Num estilo light, Knocked Up trata a temática da gravidez inesperada. Um encontro de uma noite tem consequências drásticas na vida de duas pessoas completamente diferentes. Ela é organizada, trabalhadora, responsável; ele é irresponsável, desempregado, boémio. Têm tudo para não se conseguir adaptar um ao outro, mas, contrariando as expectativas, ambos assumem as responsabilidades e tentam construir algo a bem do bebé a caminho. De forma divertida, a história acompanha nove meses de peripécias. Conseguirão os opostos manter a atracção? Pessoalmente, gostei bastante do filme. Acho que, de uma forma bastante descontraída, mas séria, o realizador mostra-nos como cada um enfrenta a dura realidade de uma gravidez. Apesar das mudanças drásticas, há sempre um lado positivo nas coisas.


Ontem, foi a vez de Little Children. A história desenrola-se numa pequena comunidade que, de um momento para o outro, se vê confrontada com a chegada de um cadastrado. Ao longo do filme, vão-se conhecendo as personagens que, muitas vezes, escondem mais do que mostram. Talvez por isso, o filme seja marcado por várias cenas onde o escuro é o tom predominante. Existe romance, medo, suspense e liberdade qb. No final, é inevitável pensarmos: o que esconde quem nos rodeia?

Divirtam-se!

quinta-feira, janeiro 17, 2008

Quem tem pouco, tenha mais

"O Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) aprovou, em 2006 e 2007, a progressão na carreira a 84 diplomatas, entre ministros plenipotenciários e secretários de embaixada.
Com esta medida, o ministro dos Negócios Estrangeiros, Luís Amado, desrespeitou, segundo os sindicatos, o congelamento da progressão nas carreiras na Administração Pública, fixado pelo Governo entre 29 de Agosto de 2005 e o final de 2007, “incluindo as integradas em corpos especiais”, como a carreira diplomática." (noticia aqui)

Estes senhores têm a minha solidariedade. Caramba, não sejamos picuinhas! Nós podemos até não ver, mas estes senhores prestam um grande serviço ao país. Não é fácil ter de perceber várias línguas (e ouvi-las no mesmo dia), não é facil viver no estrangeiro em casas que, muitas vezes, não pagam, não é fácil ganharem o que ganham. Eu só de pensar fico com dor de cabeça... A vida não está fácil, não, senhor, e, por isso, cada um tenta sobreviver como pode. Já imaginaram as saudades que eles devem sentir do país? Houvesse tanta gente dispusta a estes sacrifícios e, de certeza, que Portugal estaria bem melhor... Mas, espera lá, e não é que há? Os governos é que nunca as vêem, não sei porquê...

quarta-feira, janeiro 16, 2008

Quem diz a verdade...

Começo este meu post com um mea culpa: sim, eu tenho um problema com a Carris e com alguns velhos. Porém, é da primeira que vou falar. No episódio de hoje, fui só espectadora, uma espectadora concordante e animada. Sim, porque o que se disse, ao longo de 20 mints de trajecto, foi só a verdade... a graça é que quem o disse foi o próprio motorista da Carris.
Tudo começou por causa de um bilhete de uma senhora com alguma idade. Ela pediu algumas informações e o motorista apressou a dizer-lhe que ela teria de pagar bilhete na viagem de regresso. Depois de ter pago 2,05€ num bilhete no dia anterior, a senhora ficou escandalizada. Também eu ficaria...O que se passou foi que a vendedora da papelaria não a percebeu, ou fez que não a percebeu, e vendeu-lhe um bilhete mais caro e compatível para a Carris e metro.
O motorista juntou-se aos protestos da senhora, mas não ficou por aí. Apontava claramente o dedo à Carris por não se preocupar em dar formação às pessoas que vendem os seus bilhetes, nomeadamente as das "papelarias, quiosques, supermercados ou tabernas", dizia. O incrível é que o motorista tem razão, mas, infelizmente, isto passa-se com todas as grandes empresas nacionais. Eu ria-me porque nunca tinha ouvido ninguém falar assim tão abertamente. Tenho de admitir que aquele deve ser um dos poucos corajosos que ainda levantam a voz.
Acho lamentável que as pessoas paguem balúrdios por um bilhete e depois nem sejam correctamente atendidas. Esta semana, contudo, não é o primeiro caso. Ambos os lesados disseram que iam reclamar, mas quem garante que depois o dinheiro lhes é restituído? Os vendedores não têm culpa, mas os clientes têm muito menos ainda... Às vezes, estes problemas acontecem por causa de falhas de comunicação, de más intenções ou de má formação... Se fosse comigo, eu passava-me. E vocês?

terça-feira, janeiro 15, 2008

Pela saúde de quem (não) fuma

Ainda não me tinha manifestado aqui sobre a nova Lei do Tabaco, mas depois dos acontecimentos da última quarta-feira não posso continuar indiferente.
Antes de mais, gostava de aplaudir esta lei. Finalmente, foi tomada alguma medida de prevenção para com a saúde dos não fumadores. Vamos deixar de ficar com a roupa mal cheirosa, com a comida sem sabor, com os olhos vermelhos... Eu não fumo porque não gosto, porque não quero, porque pretendo durar mais uns quantos anos. Quem são então os fumadores para me tirar isso? Podem continuar a insistir, mas está provado cientificamente, quer queiram quer não, que um fumador passivo fuma mais do que um activo.
Há quem me diga que a lei é extremista porque esquece os fumadores. Mentira! A lei não pretende tirar nada aos fumadores (muitos nem vão diminuir os cigarros que fumam), apenas apela ao bom senso. Há liberdade para todos: fumadores e não fumadores... A diferença é que, por uma questão de minutos, em certos estabelecimentos, uns têm de ficar na rua para dar largas ao seu vício... Os não fumadores agradecem.
O que me levou a falar da lei agora? Bom, simplesmente a culpa é da polícia, literalmente. Na quarta-feira, vinha eu calmamente no comboio, quando entraram três agentes, um dos quais vinha a fumar. A sra polícia comentava com os colegas que os fumadores se deviam unir e deixar de comprar tabaco nos cafés. Afinal, nas papelarias nunca se pôde fumar, afirmava... Mais, acrescentava ela, ninguém vai a um café beber uma 'bejeca', sai para fumar e volta lá para dentro para a segunda rodada. Gostava de saber o que é a senhora têm na cabeça... E onde é que ficam os não fumadores para ela?
Há gente que simplesmente não gosta de dar uso aos neurónios que tem...

segunda-feira, janeiro 14, 2008

Contentes, contentes

quinta-feira, janeiro 10, 2008

E o aeroporto vai para...

quarta-feira, janeiro 09, 2008

Um expoente do feminismo

Comemora-se hoje o centenário de uma mulher que pretendia revolucionar mentalidades. Estava muito à frente do seu tempo e, ainda hoje, as diferenças entre homem e mulher persistem. Não há quem descobra se e como se podem equilibrar os dois pratos de uma mesma balança. Perdemos todos...

"Ninguém nasce mulher, torna-se mulher", Simone de Beauvoir

Momento horroroso - Quando o despertador toca (quem se lembrou de inventar aquela porcaria?)

Momento 'apelo à calma' - As viagens diárias nos transportes públicos (há quem não saiba distinguir entre conversas públicas e privadas)

Momento comichoso - A 5mints de sairmos, o chefe pede-nos para tratarmos de uma documentação o quanto antes... (e o resto do dia serve mesmo para quê??)

Momento delícia - Chegarmos a casa e sabermos que temos pela frente três a quatro horas, pelo menos, para fazermos o que nos apetecer... (eu gosto particularmente de me dedicar à leitura e às novelas)

Momento pequeno - O tempo de dormir... (Por mais cedo que nos deitemos, por que é que nos parece sempre pequeno?)

E, para vocês, quais são os momentos que marcam o vosso dia?

sexta-feira, janeiro 04, 2008

Rali sem saída

Parece que é este ano... Depois de várias ameaças em algumas edições do Paris-Dakar, é este ano que a prova não se realiza. A equipa organizadora da prova decidiu levar a sério as ameaças que têm surgido nos últimos dias por parte da Al-quaeda e da falta de segurança na Mauritânia. O ano começa da pior maneira para os concorrentes da mítica prova. Os holofotes não se vão acender amanhã às 6.30 para que os carros saiam das boxes.
Pessoalmente, creio que foi a solução mais acertada. Longe vão os tempos de quem não arrisca, não petisca. A segurança de todos os envolvidos deve ser preservada e, pelo que se tem visto actualmente, ninguém está imune às tragédias. Bem sei que, para quem está um ano inteiro a preparar tal prova, este é um duro revés, mas é o melhor para todos. Haverá mais Dakar e, sobretudo, eles estarão cá para o ver. Era tão bom que este clima de insegurança deixasse de assolar os grandes acontecimentos... O Dakar já (não) foi, veremos o que acontecerá por alturas dos Jogos Olímpicos de Pequim.

quinta-feira, janeiro 03, 2008

Happy... mas não muito!

Já há vários meses que insistia com o meu namorado para vermos o Happy Feet. Como ele se mostrava sempre pouco interessado, acabei por ver o filme estas férias sozinha. Aproveitei que agora o leitor de DVD da sala já funcionava e sentei-me no sofá no quentinho.
Sinceramente, o filme ficou aquém das minhas expectativas. Os trailers que tinha visto sempre me tinham cativado, mas, na realidade, eram só fogo de vista. O filme não é mau, mas não é tão tocante nem tão arrebatador como me tinha parecido. É uma hora e qualquer coisa de simples entretenimento...
No coração da Antárctica, na terra dos pinguins-imperador, não és ninguém se não souberes cantar. E Mumble não podia ser mais desafinado; é o pior cantor do mundo. No entanto, nasceu com o dom do sapateado. A mãe, Norma Jean, acha graça, mas o pai, Memphis, acha que não é próprio de um pinguim. E os dois sabem que sem uma canção de amor, Mumble nunca conseguirá conquistar a rapariga dos seus sonhos e acasalar. O pinguim desafinado acaba por ser expulso da sua comunidade e é aí que encontra os pinguins Adelies, que o convidam desde logo a festejar com eles, aplaudindo os seus passos de sapateado. Com a ajuda dos seus novos amigos, Mumble irá descobrir que o mais importante é ser ele próprio e que só assim poderá fazer a diferença (Cinecartaz).
Para mim, a questão essencial do filme é sabermos aceitar a diferença. O filme mostra como não devemos excluir as pessoas só porque não são um reflexo de nós. Todos devemos ter oportunidade de mostrar quem somos, mesmo que desagrade à maioria. Já pensaram o que seria das sociedade se fôssemos todos iguais?

Estive de férias quase duas semanas e nem dei por elas. O tempo passou a voar com os preparativos para o Natal, para o Fim de Ano e para os vários aniversários de família desta época. Tudo correu pelo melhor, sem dúvida. Eu é que pouco tempo tive para recuperar energias... que tanta falta me têm feito!
Os meus votos são para que 2008 seja um ano mais próspero e com mais sonhos realizados. Estou um pouco farta de me levantar de manhã só porque tenho de ganhar algum... Queria-me sentir realizada profissionalmente nem que fosse fora da minha área, mas, pelo menos, sentir-me-ia útil. DESEJO-VOS UM GRANDE 2008!

sexta-feira, dezembro 21, 2007

Para todos...

quarta-feira, dezembro 19, 2007

Tempo parvo gera boas combinações

Fico deprimida com este tempo. Bem sei que é preciso, mas e que tal se fosse só aos fins-de-semana? Sinto-me doente e a vontade para me mexer é menos do que nenhuma. Ainda faltará muito para o calor? (junto à minha secretária vive-se um tempo tropical de 32º, sem isso nem pensar consigo...).

Para animar as hostes, chegaram as melhores coisinhas provenientes do trabalho da minha mãe. O meu agradecimento sentido às bondosas pessoas que oferecem:

segunda-feira, dezembro 17, 2007

De Lisboa a Pessegueiro

Um fim-de-semana. A companhia do namorado. Um grupo de amigos. Uma lareira. Guloseimas. Um livro. Descontracção. O sossego da aldeia. Eram tantos os ingredientes que faziam deste fim-de-semana mágico. Na nossa loucura, tudo correu sobre rodas. A diversão esteve ao rubro. Soubemos aproveitar cada momento juntos para rir, para partilhar histórias, para jogar. Com o quentinho da lareira, deu para nos reconfortarmos e para adormecermos, esquecendo a semana de trabalho que se avizinhava ou os problemas. Ali, a 300 e tal km de Lisboa, o tempo corria por nossa conta. Sem pressões nem pressas. Faltou a neve...

quinta-feira, dezembro 13, 2007

Entrar EM GRANDE em 2008!

A poucos dias de entrarmos em 2008, a bomba já está lançada: os transportes públicos vão aumentar. Os jornais têm avançado com um aumento de 3%, mas creio que nada está definido. Seja qual for o aumento, a verdade é que é, por si só, mais uma vergonha governamental. Ninguém pensa num aumento assim para os nossos salários e entretanto cá vamos fazendo cimeiras e albergando toda a corja da sociedade mundial. Só posso enfrentar mais estas agruras no meu ordenado, rindo... Será que os governantes, nos intervalos da sua estupidez, não podiam pensar de forma sensata?


quarta-feira, dezembro 12, 2007

Pérola do Dia (II)

Informando sobre a greve de camionistas em Itália, uma jornalista da SIC Notícias diz:

- Alguns produtos, como a carne e o leite, já começam a escassar nos supermercados.

terça-feira, dezembro 11, 2007

Está tudo doido!

O Futebol passa pelos seus piores dias. O futebol dos tempos antigos, onde o respeito pelo adversário, pelo público, pelo árbitro e pelo próprio clube imperava, perdeu-se. A entrada dos milhões (e dos multi-milionários!!) fizeram do futebol uma indústria e é preciso torná-la rentável, seja de que maneira for.
Em vários países, surgiram notícias de casos de corrupção, pondo em causa a legalidade das vitórias por parte dos clubes. Alguns jogadores viram-se envolvidos em escândalos devido a apostas ilegais e à falsificação de documentos. Adeptos e jogadores foram acusados de atitudes racistas para com jogadores africanos, sobretudo. Houve punições, mas parece que o aviso não melhorou o meio.
O futebol continua envolto numa nuvem de suspeição e temor. Ainda na semana passada, muitos punham em causa a goleada do Liverpool ao Besiktas. Falava-se de complacência do Besiktas, mas a UEFA rapidamente afastou essa hipótese. Sim, não é normal que haja, numa noite europeia, uma goleada de 8-0, mas por que não podia o Liverpool estar numa noite inspirada?? Em contraste com o festival de golos, as mortes de adeptos também aumentaram. O calcio - campeonato italiano - está a ferro e fogo e vários clubes foram já punidos com jogos à porta fechada.
Sou uma apaixonada pelo futebol, mas não consigo compreender estes fanatismos. Se não se põe fim a estes excessos, o futebol acabará por perder a sua beleza, o seu interesse, os seus fãs e deixará de ser rentável. Os altos responsáveis que pensem nisso... O futebol é um espectáculo das e para as massas. Só queremos um pouco de distracção, de lealdade, de magia... Custa muito compreender isso?


PS - Depois de se questionar a vitória do Liverpool sobre o Besiktas, eis que mais uma mente iluminada quer ver o Inter de Milão perder 3 pontos. (aqui)

segunda-feira, dezembro 10, 2007

Há coisas fantásticas, não há?

Há dias que são especiais e ontem foi um deles. Não, não me aconteceu nada de extraordinário. Simplesmente, depois de várias tentativas falhadas, lá me consegui reunir com duas das minhas grandes amigas: Sónia e Vanessa.
Já não nos víamos há muito tempo, mas foi bom comprovar que a amizade se mantém saudável. À semelhança do que fazíamos todos os Natais quando andávamos na faculdade, fomos até aos Pastéis de Belém. Numa tarde meio tristonha, típica de Outono, os cheiros a castanhas assadas e a pastéis misturavam-se no ar. Mas aquele era um dia especial... O reencontro de três amigas que compartilharam problemas, brincadeiras e aulas. A tarde passou sem que déssemos conta, tal era a boa disposição. Naquela mesa, nós as três e os respectivos acompanhantes, relembrámos momentos, rimo-nos sem motivo, soubemos as novidades... Foi um regresso ao passado, sem nostalgia.
A caminho de casa, só pensava em como é bom saber que há amizades que ficam para sempre... ainda que o tempo e a disponibilidade de cada uma de nós seja cada vez menos. Obrigada, amigas!

sexta-feira, dezembro 07, 2007

Não há como ficar triste

quarta-feira, dezembro 05, 2007

Rir sem sentido

Vinha ainda hoje a pensar, no autocarro, em como o riso pode ser contagioso. É tipo o bocejar. Se vemos alguém a rir que não consegue parar, ficamos também nós animados e desatamos a rir. Parecemos doidos, mas, pelo menos, naquele curto espaço de tempo, esquecemos os problemas que nos rodeiam. Nem sabemos por que nos rimos, mas a vontade de o fazermos é mais forte do que nós e soltamos umas gargalhadas. Há coisas estranhas neste mundo...
Ontem, numa das paragens do meu trajecto para a estação de Benfica, entraram duas senhoras, na casa dos quarentas, muito bem dispostas. Entraram já a rir e não conseguiam parar. Dei por mim a olhar para elas e a rir. Sim, porque, quanto mais elas tentavam conter as gargalhadas, mais vontade tinham de se rir. De que é que se riam? Não sei, mas puseram-me bem disposta..., apesar de outros ocupantes do autocarro terem pensado que eu não batia bem. Mas, perante aquele estado de espírito, quem é que podia ficar indiferente?
E a vocês, já vos aconteceu alguma situação destas?

Um jogo para recordar. A caminho da UEFA!

terça-feira, dezembro 04, 2007

Por um Mundo melhor

No passado sábado, dia 1 de Dezembro, cumpriu-se mais um dia Mundial contra a SIDA. Para que não fechemos os olhos e nos esqueçamos de um problema tão grande e escondido como este, algumas figuras juntaram-se num concerto. Os Queen, cujo líder faleceu vítima de SIDA, lançaram um novo single. Impressionem-se com "Say It's Not True":



Ontem, eu e a minha irmã acabámos de montar a nossa árvore de Natal. Começámos no domingo, mas só ontem é que ficou completa. Ficou linda, na minha modesta opinião! Em tons azuis e cinza, a árvore enche a sala e iluminada está muito gira. É esta parte do Natal de que eu gosto. Preparar a árvore, enfeitar a casa sem grandes exageros, sentir o espírito natalício a cada coisa que façamos. Sinto-me feliz... nem sei porquê. É o Natal!

Feliz Natal!

segunda-feira, dezembro 03, 2007

Reinventar a língua.

Nas últimas semanas, os jornais tem falado com maior insistência sobre um tema do meu desagrado: o acordo ortográfico. Gostaria de expressar aqui a minha revolta por algumas das mudanças que a nossa Língua vai sofrer. Acho um disparate adoptarmos mais expressões brasileiras do que os brasileiros adoptam portuguesas. E, sem nos apercebermos, a nossa Língua vai desaparecendo e, no Mundo, o brasileiro - que ainda nem língua é - ganha cada vez mais preponderância.
O acordo é bom para quem escreve mal. De facto, poupa trabalho. Algumas palavras tornam-se homónimas (pára[será sem acento] - verbo parar; e para - preposição), noutras desaparecem acentos (leem em vez de lêem), suprimem-se letras repetidas (acção será ação) e alguns H desaparecem, como, por exemplo, no caso de "úmido".
Acho que, depois de se ter dado este passo (para o descalabro), o próximo será a ado(p)ção de expressões crioulas. Acho que a sociedade fica a ganhar, sem dúvida, tendo em conta que o número de emigrantes brasileiros e africanos quase supera o número de portugueses. Fico deprimida só de pensar... Ninguém se dá conta de como a Língua Portuguesa é bonita?


PS - Para quem está contra este acordo, eis uma petição online onde se pode manifestar: http://www.petitiononline.com/naoacord/petition.html