Nos últimos dias, tenho travado uma batalha constante com o meu organismo. Ele diz-me que tem sono, eu digo-lhe que não posso dormir. Com o novo trabalho, os ritmos foram todos alterados e as rotinas baralhadas. Cada pausa que tenho é aproveitada para descansar e, muitas vezes, mesmo sem dar por isso, adormeço. Independentemente de onde esteja e com quem esteja, se os olhos fecharem, eu deixo-os fechados.
Sempre adorei dormir, sobretudo aquelas sestas vespertinas. Parecia que me davam uma energia nova, sei lá. Hoje, durmo porque não aguento não dormir. Bem que gostava de aproveitar o meu tempo a fazer outras coisas, como, por exemplo, namorar, passear, ler, estar com amigos, mas não dá. E, claro, quando dou por ela, o meu tempo de folga já passou.
O sono fez-me ceder às tentações do café. Antes, não bebia porque não gostava. Hoje, continuo a não apreciar (agrada-me o cheiro apenas), mas é o (meu) antídoto mais eficaz para o sono. Mantém-me desperta, activa e vai atrasando as consequências de estar em dois trabalhos, dormir pouco e acordar cedo. O corpo há-de se habituar a este ritmo e depois o sono deixará de fazer mossa. Serei apenas eu e a diversão das horas vagas...!!
Escrito por:
Cristina
7
comentários




