quarta-feira, maio 30, 2007

Ele há cada idiota...

E quando todos pensávamos que a estupidez tinha limites, surge esta notícia.

Às vezes penso que os nossos juízes espelham o cúmulo da estupidez. Não consigo perceber o que difere uma criança de 8 e 13 anos num caso de violação.

“Segundo o “Correio da Manhã” de hoje, o STJ reduziu, de 7,5 para cinco anos, a pena de prisão aplicada a um homem condenado por três crimes de abuso sexual de crianças na forma tentada, pelo crime de abuso sexual de criança através de conversa obscena e pelo crime de abuso sexual de criança na forma continuada, de um menor de 13 anos.
O jornal adianta que, entre 2000 e 2004, o homem tentou manter contactos sexuais com quatro rapazes, mas só num caso concretizou o abuso sexual, com um jovem de 13 anos, de forma reiterada e numa garagem em Celorico da Beira, o qual nunca revelou as situações por medo.
De acordo com o jornal, no acórdão em que reduz a pena, o STJ considerou não ser “certamente a mesma coisa praticar alguns dos actos com uma criança de cinco, seis ou sete anos ou com um jovem de 13 anos, que despertou já para a puberdade e que é capaz de erecção e de actos ligados à sexualidade que dependem da sua vontade”.” (Público)

Para quem não sabe, e estes juízes parecem integrar essa categoria, fica aqui definição de violação: do Lat. Violatione (s. f.) - acto ou efeito de violar ou de ser violado; profanação; estupro; atentado; infracção, transgressão.

O que interessa se o rapaz já tinha capacidades sexuais ou não? Foi forçado… é crime!

terça-feira, maio 29, 2007

Amor...

O amor é passageiro de um avião,
sem bilhete de regresso nem data de partida.
É turista que está de saída,
de um lugar chamado coração.

O amor é mal educado,
entra sem ser convidado.
É mais esperto que um rato
e tem sete vidas como um gato.

O amor é mais um laço,
um sorriso e dois abraços.
Muitas lágrimas e alguns fracassos.
A risada de um palhaço.

O amor é um mistério sagrado
ou um outro jogo viciado.
O amor não tem regras, nem normas
e tem diversas formas.

contos infantis que não esquecemos. Podemos não os saber de cor, mas sabemos que existiram e que tinham uma moral para apre(e)ndermos. Eles são o que há de mais belo na infância, sinónimos de pureza, alegria e verdade. Passam de gerações em gerações, mas não perdem a sua beleza. Que bom é ser criança!

segunda-feira, maio 28, 2007

Um novo jogador.

O futebol é um submundo fértil. Nele nascem ídolos, a partir dele se constroem impérios, com ele se desenvolve a corrupção (e todos os males que daí advêm), nele proliferam os chamados metrossexuais. Eis o novo jogador de futebol. Perdeu-se o futebolista másculo, viril, duro para termos agora um futebolista delicado, preocupado com a sua aparência e cada vez mais efeminizado.

Pessoalmente, gosto de ver um jogador cuidado, mas não em demasia. Um homem é um homem, uma mulher é uma mulher. Não consigo compreender quando é que se deram estas mudanças tão drásticas de comportamento. Porventura, muitos dos actuais futebolistas seguem o exemplo de Figo e de Cristiano Ronaldo, o expoente máximo da metrossexualidade. Caem no esquecimento, os Eusébios, os Chalanas, os Gomes, os Semedos, os Damas, os Oceanos... Jogadores viris, ossos duros de roer que, enquanto jogadores, não cederam à tentação dos anéis, dos fios, dos brincos, dos cortes da moda...

Este post, que parece completamente a despropósito, surge por causa de reportagens que vi esta tarde. Curiosamente (e para quem me julga facciosa) visavam os três grandes nacionais: Benfica, Sporting e Porto.



Regressados da América, os encarnados chegaram hoje, ao aeroporto de Lisboa, liderados por um Rui Costa todo estiloso. Barba feita e cuidada, cabelinho todo ajeitado e com uns óculos de sol todos fashion. É inegável que se rendeu à moda italiana. Rui Costa nunca surge com a roupa desalinhada, com roupa banal: ele é um modelo futebolístico e não só... e vende! Porém, no Benfica, outros há que substituíram o cheiro do suor pelos perfumes mais delicados, que se renderam à depilação, aos cortes da moda, aos fatos de alta costura, aos cremes e às pouchets!!

No Sporting, modelos é o que não falta. Yannick Djaló e Miguel Veloso são os mais notórios, sobretudo pelos diversos penteados que apresentaram durante a época. Qual é o jovem que hoje não se sente tentado a experimentar? Talvez se começarem pelo cabelo, possam ter tanto sucesso como eles...

Lá para o Norte, a estrela dá pelo nome de Ricardo Quaresma. O ‘cigano’ faz de tudo para mostrar que está na moda: muda de penteado constantemente, surge sempre bem vestido e com as marcas bem à vista, usa brincos (enormes) em ambas as orelhas e põe anéis em vários dedos. Não pode passar despercebido... também não havia como, dado o brilho que carrega LOL. Ontem, enquanto concedia uma mini-entrevista, Ricardo Quaresma fazia de tudo para mostrar as suas mãos. E porquê? Nelas estavam dois anéis gigantescos de diamantes (se não era de diamantes, pareciam). É uma forma de ostentar a sua riqueza... Pouco discreta, é certo, mas prática.

Se estes comportamentos não mudam, qualquer dia, quando se der uma disputa entre duas equipas, vemos os jogadores a puxarem os cabelos uns aos outros e a gritarem: “Estúpida!”... O que será feito então do futebol?

sexta-feira, maio 25, 2007

Desvantagens

Sempre fui uma apologista da Internet por tudo o que ela nos permite conhecer e saber, onde quer que estejamos. Frequentei (e frequento) o mIRC, uso o msn, visito blogs, pesquiso sobre matérias que me interessam, participo em jogos online... Porém, hoje em dia, já não podemos fechar os olhos aos malefícios da Internet. É ela um dos temas em destaque no dia em que se celebra o Dia Internacional das Crianças Desaparecidas.

A minha noite de ontem foi fantástica... Não podia ter tido um programinha melhor. Depois de um dia de trabalho (que foi uma seca!), tinha à minha espera, na cozinha, uma saca enorme de favas para descascar. Enfim... Isto é o que se chama estar a trabalhar para os outros porque eu não conto comer aquela porcaria. Odeio coisas verdes... seja qual for a sua natureza.
Pois é, cheguei a casa cansada (contribuiu para isso também o facto de ter subido a pé até ao 8º andar), mas, na minha boa-vontade, concordei em ajudar o meu pai. Sem exageros, deviam ser uns 2kgs de favas enormes e ainda tínhamos de tirar o ‘olhinho’ da fava – parte de cima que não se come. No final, o balanço era: as favas todas descascadas, as minhas mãos com bolhas, as minhas pernas dormentes e as minhas unhas todas sujas (estava a precisar urgentemente de uma manicure!).

(...)

A noite passou e acordei estoirada para mais um dia de trabalho. Apetecia ficar na cama, afinal já viram o dia que está? A custo levantei-me e preparei-me para sair para o trabalho, em Alfragide. Enquanto estou na estação do Cacém, no comboio, na paragem do autocarro, no autocarro não chove... Estava feliz da vida, dado que deixei o guarda-chuva em casa por considerar levar já demasiado peso. E o que é que acontece quando chego a Alfragide??? Parecia que o mundo ia acabar. Uma chuvada enorme e eu sem sítio nenhum para me abrigar. Consequência? Cheguei ensopada ao trabalho (ainda estou um pouco) e liguei de imediato o ar condicionado. Estou a ver que vou ter um dia fantástico....

quinta-feira, maio 24, 2007

Feira do Livro

Abre hoje ao público a 77ª Feira do Livro de Lisboa que se realiza no Parque Eduardo VII. Vão ser 18 dias com muitos livros, sessões de autográfos e lançamentos. Aproveitem para passear e não se esqueçam de passar por lá. Esperemos que o tempo ajude…

quarta-feira, maio 23, 2007

Sentido de desorientação

Ontem fui ver um filme. Esse mesmo, “Dias de Glória”. A minha cara-metade já disse tudo sobre o filme, mas vou falar do pré-filme. Fui buscá-la ao emprego e resolvemos ir comer para os lados do Saldanha. Foi aqui que a história começou. Antes do jantar, tivemos de telefonar para o Instituto Franco-Português porque tinha a impressão de que o filme começava às 21:30, mas estava errado. Era às 21h, como o meu amor me dizia. Disse-lhe que seria melhor estacionar o carro ao pé do Saldanha, ir comer qualquer coisa por ali e depois ir a pé até ao Instituto. Ela não ficou muito convencida. Só me dizia: “Tu não sabes onde é. Ainda é longe...”. Eu, por outro lado, dizia: “É perto, vais ver.” Fomos então comer ao Macdonald’s e seguimos depois a pé para a sessão de cinema. O tempo que demorámos do restaurante ao Instituto? Talvez 5 minutos... Ai, mor, se nos valessemos desse teu sentido de orientação...


Quando, há uma semana, recebi um convite do Instituto Franco-Português para assistir à antestreia de um filme, torci o nariz. O cinema francês não faz parte das minhas preferências: nunca gostei da língua (demasiado melosa) nem nunca tinha visto nenhum filme (nem mesmo o aclamado ‘O Fabuloso Destino de Amèlie Poulain’). Porém, em conversa com o meu mais-que-tudo, acabámos por decidir ir. O meu portuguesismo manifestou-se, afinal, se era uma antestreia à borlix por que não ir? E só vos digo isto: valeu a pena!
O filme chama-se ‘Dias de Glória’ e retrata a participação de homens das colónias francesas na II Guerra Mundial. Quatro indivíduos – Messaoud, Yassir, Saïd e
Abdelkader – decidem juntar-se ao exército francês para combaterem o nazismo. Contudo, com esta ida para o exército pretendem, de igual modo, obter algum reconhecimento socio-económico. Querem lutar pela Mãe-Pátria, mas não esquecem a pobreza a que são vetados nas colónias, ansiando por uma nova vida. Cedo se apercebem de que a França faz deles ‘carne para canhão’: são os primeiros a ir para a linha-de-fogo e a sua bravura nunca é recompensada ao invés da dos franceses. Ao longo do filme, os destinos de Messaoud, Yassir, Saïd e Abdelkader vão sendo traçados e, nem sempre, como o espectador desejaria.
Na minha opinião, o filme está muito bom e merece ser visto, na medida em que põe em causa o lema por que a França se rege: Igualdade, Liberdade e Fraternidade. A França multi-cultural, na altura, pretendia apenas livrar-se das amarras do nazismo, independentemente dos danos colaterais.
Com momentos cómicos, dramáticos, românticos e de acção, o filme apresenta um novo lado da II Guerra Mundial que desconhecia por completo. E que, como branca, me envergonhou. Por muito que os indígenas (nome por que eram conhecidos os homens das colónias) fizessem para defender a França, e torná-la digna do apoio dos Aliados, nunca era suficiente para que as altas chefias lhes reconhecessem mérito. Pensava que, na guerra, a cor, a educação e a origem não importavam... A luta trava-se por um ideal e sob uma bandeira!


“Sejamos bougnoles* ou franceses, as balas alemãs não conhecem a diferença.”, Abdelkader

* bougnoles - nome por que também eram conhecidos os nativos

terça-feira, maio 22, 2007

Andar faz bem... sabiam?

Há coisas de que não gosto mesmo nada, entre elas está o andar de transportes públicos nos dias de chuva.... Para além de ficarmos encharcados enquanto aguardamos o autocarro, quase sempre apanhamos aqueles que vão mais cheios. As pessoas preferem a comodidade. Eu percebo-as, mas não gosto. Gosto de ir com espaço, olhar para a janela e ver as pessoas que passam.
No metro acontece o mesmo: uma dezena de metros separam o local onde as pessoas estão do sítio para onde querem ir. E o que é que elas fazem? Apanham o metro, claro! Para irmos todos que nem sardinhas, a suar que nem cavalos e com uma má disposição que só apetece gritar. Mas será que nunca ouviram dizer que andar faz bem? O comodismo é um mal que se alastra. :o)

segunda-feira, maio 21, 2007

Porquê???

Parabéns à avó mais fantástica do mundo! Hoje, celebramos mais um aniversário com toda a família reunida, homenageando os que não estão mas que continuam entre nós. Parabéns, avó! Faço votos para que, para o ano, o nosso ritual se repita com muita felicidade, amor e com mais saúde.

sexta-feira, maio 18, 2007

Gato ia morrendo...

Na quarta-feira passada, na rua Artilharia 1, um dos gatos ia sendo atropelado pelo meu pai. E perguntam-me vocês qual... Antes de dizer qual, só acrescento que não se perdia grande coisa devido à sua cor clubística… Estou a brincar…Era esse mesmo, o Zé Diogo Quintela. É motivo para dizer: “Ó velho, tem mais cuidado com os gatos”.

Convido quem não viu ontem a "Grande Entrevista" a revê-la no site da RTP (videos e depois procurem GE de 17/05). O entrevistado é o símbolo nacional Eusébio. Vale a pena ver este exemplo de humildade e carisma.

"Jogadores têm de vestir o fato-macaco, não o smoking.",
Eusébio da Silva Ferreira

PS - Não consigo evitar... É o meu ídolo!

CML

O tema político do momento são as intercalares de Lisboa, afinal, estamos a falar da conquista da mais importante Câmara Municipal do país. O principal objectivo dos candidatos é recuperar a credibilidade da instituição aos olhos dos lisboetas. Não vai ser uma tarefa fácil, mas não custa tentar... Por esta altura, o mais engraçado é ver como os políticos se mexem para concentrarem a atenção dos eleitores ou dos órgãos de comunicação social. Ora vejamos:

António Costa saiu do governo e mostrou-se disponível para a CML. Deve ter sido um sacrifício... O socialista apelou à maioria, afirmando, diante dos media: “Se eu conseguir a maioria para a CML, serei responsável por todos os meus actos; se não, ficarei dependente.” Isto é o que se chama ‘tirar o cavalinho da chuva’ quando houver barraca. É a política nacional e, por muito estranho que pareça, os portugueses – na sua maioria – gostam.

É oficial: Carmona Rodrigues decidiu não se candidatar! Ohhhhh Por acaso, até acho estranho, tendo em conta o historial de vitórias eleitorais de candidatos corruptos.

Gostava de saber é por que é que o Carmona Rodrigues ainda tem tempo de antena para dizer o que todos julgamos natural que faça. Ele nem está a ser investigado, ele nem foi já ao DIAP, ele nem tem um vice-presidente arguído... É giro ver como os próprios políticos tentam desacreditar a PJ. Assim, nunca sairemos da cepa torta.

Eu não voto por Lisboa, mas espero que quem o faça, faça pelo melhor da cidade. É tempo de se lerem os programas eleitorais, de se ver a quem se entrega o destino da cidade para que situações como esta não se repitam. Vermelhos, rosas, amarelos, laranjas... O principal é Lisboa!

quinta-feira, maio 17, 2007

Vícios

Andava eu a navegar noutros blogs (o meu trabalho tem fases extremamente emocionates bah!), quando descobri um blog com belas sugestões de livros. Convido-vos a visitar o espaço.

Sou uma pessoa de paixões. O Hugo (co-autor deste espaço), o Benfica e os livros preenchem a minha vida e fazem-me sonhar. Não os comparo porque não o podia fazer. Mas sei que, sem eles, não teria esta minha felicidade simples que tanto adoro. Gosto de saber que o Hugo está sempre ao meu lado para me apoiar, que o Benfica joga semanalmente, que tenho um livro para acabar. Sentimentos, cheiros, vibrações que se misturam e, por vezes, se confundem uns com os outros.

O meu autor preferido é o Eça de Queiróz. Não se trata de nenhum nacionalismo, a verdade é que gosto das descrições dele, das suas críticas tão intemporais. Tenho a obra completa dele (fica tão lindinha no topo da minha secretária) e anseio por a terminar (falta-me tempo). Houve livros que me marcaram e cuja história, ainda hoje, não esqueço.

A oito dias do começo da 77ª Feira do Livro de Lisboa, aqui ficam algumas sugestões dos livros que li mais recentemente:

  • Caffe Amore, de Nicky Pellegrino;
  • Nada Acontece por Acaso, de Jin Xing;
  • A Conspiração, de Dan Brown;
  • O Espírito do Amor, de Ben Sherwood;
  • O Conde d’Abranhos, de Eça de Queiróz;
  • O Codex 632, de José Rodrigues dos Santos;


Embrenhem-se nas páginas e deixem-se levar pelas emoções. :o)

terça-feira, maio 15, 2007

Com fé num final feliz.

Esta é uma semana de fé, de esperança... Não, não virei religiosa. Estou a falar de futebol, embora quem não aprecia esta arte pense ser um exagero falar-se de fé. Mas não é! Como é típico dos portugueses, chegamos a última jornada do campeonato a fazer contas. Os três grandes lutam ainda pelo título, o que seria impensável nos anos áureos do Apito Dourado.

Todos sabemos que a época do Benfica foi atribulada, que não teve o desfecho esperado, que sofremos (mais uma vez) o ataque de lesões inexplicáveis, mas também tivemos momentos bons, muito bons. Tivemos fases de futebol adulto, bem jogado, equilibrado, onde roçámos a perfeição, mas baqueámos. Esta semana não quero que os espíritos dos jogadores se aflijam com o passado. É tempo de correr pela vitória... e esperar, quando tudo o resto está fora das nossas mãos.

Provavelmente, este domingo, como em quase todos os outros, vou estar no 3º anel, no sector 1, fila V, lugar 18. A apoiar constantemente, por muito que condene alguns dos nossos fracassos. Mas, meus amigos, é o Benfica... Por muito que tente, não consigo ficar indiferente – e o mais estranho é que isto se aplica a qualquer modalidade.
Quando os jogadores entrarem, vou logo sentir arrepios (é sempre assim):




Que hino... Esta letra resume em tão poucas palavras a história de glória do nosso clube. Espero que sirva de inspiração e de motivação aos onze que entrarem de início. Só a vitória interessa para podermos continuar a sonhar... Espero que o público vá ao estádio, em massa, apoiar a equipa. Apoiar! Não precisamos de assobios, de bocas, de lenços brancos. Precisamos de forças para que o sonho possa vir a ser realidade. E PLURIBUS UNUM!

segunda-feira, maio 14, 2007

Hoje, na rádio...

Como a 1ª experiência correu bem (post anterior), cá vai uma música que não ouvia há muito tempo.



Já que estou por aqui, aproveito para elucidar o locutor da rádio que, hoje de manhã, perguntou aos ouvintes por que é que os jogadores do Leixões são apelidados por bebés. Segundo o meu pai, já que eu também não sabia, essa alcunha remonta ao final da década de 60 início da década de 70. A equipa do Leixões tinha um leque de jogadores muito novos que fizeram grande furor e, desde então, os jogadores do Leixões tem esse epíteto.

Vamos lá ver se funciona e logo com uma das melhores músicas de sempre.