quinta-feira, maio 31, 2007

Segue... Em frente

Abre a tua alma.
Segue o teu caminho.
Estreito,
Mas só teu.
Longo,
Mas único.
Não me faças perguntas.
Não tenho respostas
Para as tuas frágeis dúvidas.
Nem qualquer antídoto
Para as tuas dolorosas mágoas.

Às vezes, farto-me. Farto-me de procurar anúncios, de enviar o curriculum, de navegar por todos os sites de emprego que conheço. Não consigo baixar os braços, mas a esperança esvai-se a cada não-resposta aos meus mails. Estou há um ano e três meses no mesmo sítio, gosto de cá estar, tenho um ambiente fixe e um chefe compreensível, mas queria mais. Continuo a lutar pela minha realização profissional que tarda em chegar... mas chegará! Haja fé!

Hoje é dia de debate mensal no Parlamento. E o Engº Sócrates pretende discutir o quê? As tecnologias de informação e a competitividade. Mas como é que não advínhamos logo?? Neste momento, estas são as prioridades dos portugueses... sobretudo dos desempregados. Esta ‘fuga para a frente’ do primeiro-ministro é quase um ultraje para quem luta por sobreviver a cada dia que passa. Não queremos uma greve, precisamos de uma revolução!!

quarta-feira, maio 30, 2007

Ele há cada idiota...

E quando todos pensávamos que a estupidez tinha limites, surge esta notícia.

Às vezes penso que os nossos juízes espelham o cúmulo da estupidez. Não consigo perceber o que difere uma criança de 8 e 13 anos num caso de violação.

“Segundo o “Correio da Manhã” de hoje, o STJ reduziu, de 7,5 para cinco anos, a pena de prisão aplicada a um homem condenado por três crimes de abuso sexual de crianças na forma tentada, pelo crime de abuso sexual de criança através de conversa obscena e pelo crime de abuso sexual de criança na forma continuada, de um menor de 13 anos.
O jornal adianta que, entre 2000 e 2004, o homem tentou manter contactos sexuais com quatro rapazes, mas só num caso concretizou o abuso sexual, com um jovem de 13 anos, de forma reiterada e numa garagem em Celorico da Beira, o qual nunca revelou as situações por medo.
De acordo com o jornal, no acórdão em que reduz a pena, o STJ considerou não ser “certamente a mesma coisa praticar alguns dos actos com uma criança de cinco, seis ou sete anos ou com um jovem de 13 anos, que despertou já para a puberdade e que é capaz de erecção e de actos ligados à sexualidade que dependem da sua vontade”.” (Público)

Para quem não sabe, e estes juízes parecem integrar essa categoria, fica aqui definição de violação: do Lat. Violatione (s. f.) - acto ou efeito de violar ou de ser violado; profanação; estupro; atentado; infracção, transgressão.

O que interessa se o rapaz já tinha capacidades sexuais ou não? Foi forçado… é crime!

terça-feira, maio 29, 2007

Amor...

O amor é passageiro de um avião,
sem bilhete de regresso nem data de partida.
É turista que está de saída,
de um lugar chamado coração.

O amor é mal educado,
entra sem ser convidado.
É mais esperto que um rato
e tem sete vidas como um gato.

O amor é mais um laço,
um sorriso e dois abraços.
Muitas lágrimas e alguns fracassos.
A risada de um palhaço.

O amor é um mistério sagrado
ou um outro jogo viciado.
O amor não tem regras, nem normas
e tem diversas formas.

contos infantis que não esquecemos. Podemos não os saber de cor, mas sabemos que existiram e que tinham uma moral para apre(e)ndermos. Eles são o que há de mais belo na infância, sinónimos de pureza, alegria e verdade. Passam de gerações em gerações, mas não perdem a sua beleza. Que bom é ser criança!

segunda-feira, maio 28, 2007

Um novo jogador.

O futebol é um submundo fértil. Nele nascem ídolos, a partir dele se constroem impérios, com ele se desenvolve a corrupção (e todos os males que daí advêm), nele proliferam os chamados metrossexuais. Eis o novo jogador de futebol. Perdeu-se o futebolista másculo, viril, duro para termos agora um futebolista delicado, preocupado com a sua aparência e cada vez mais efeminizado.

Pessoalmente, gosto de ver um jogador cuidado, mas não em demasia. Um homem é um homem, uma mulher é uma mulher. Não consigo compreender quando é que se deram estas mudanças tão drásticas de comportamento. Porventura, muitos dos actuais futebolistas seguem o exemplo de Figo e de Cristiano Ronaldo, o expoente máximo da metrossexualidade. Caem no esquecimento, os Eusébios, os Chalanas, os Gomes, os Semedos, os Damas, os Oceanos... Jogadores viris, ossos duros de roer que, enquanto jogadores, não cederam à tentação dos anéis, dos fios, dos brincos, dos cortes da moda...

Este post, que parece completamente a despropósito, surge por causa de reportagens que vi esta tarde. Curiosamente (e para quem me julga facciosa) visavam os três grandes nacionais: Benfica, Sporting e Porto.



Regressados da América, os encarnados chegaram hoje, ao aeroporto de Lisboa, liderados por um Rui Costa todo estiloso. Barba feita e cuidada, cabelinho todo ajeitado e com uns óculos de sol todos fashion. É inegável que se rendeu à moda italiana. Rui Costa nunca surge com a roupa desalinhada, com roupa banal: ele é um modelo futebolístico e não só... e vende! Porém, no Benfica, outros há que substituíram o cheiro do suor pelos perfumes mais delicados, que se renderam à depilação, aos cortes da moda, aos fatos de alta costura, aos cremes e às pouchets!!

No Sporting, modelos é o que não falta. Yannick Djaló e Miguel Veloso são os mais notórios, sobretudo pelos diversos penteados que apresentaram durante a época. Qual é o jovem que hoje não se sente tentado a experimentar? Talvez se começarem pelo cabelo, possam ter tanto sucesso como eles...

Lá para o Norte, a estrela dá pelo nome de Ricardo Quaresma. O ‘cigano’ faz de tudo para mostrar que está na moda: muda de penteado constantemente, surge sempre bem vestido e com as marcas bem à vista, usa brincos (enormes) em ambas as orelhas e põe anéis em vários dedos. Não pode passar despercebido... também não havia como, dado o brilho que carrega LOL. Ontem, enquanto concedia uma mini-entrevista, Ricardo Quaresma fazia de tudo para mostrar as suas mãos. E porquê? Nelas estavam dois anéis gigantescos de diamantes (se não era de diamantes, pareciam). É uma forma de ostentar a sua riqueza... Pouco discreta, é certo, mas prática.

Se estes comportamentos não mudam, qualquer dia, quando se der uma disputa entre duas equipas, vemos os jogadores a puxarem os cabelos uns aos outros e a gritarem: “Estúpida!”... O que será feito então do futebol?

sexta-feira, maio 25, 2007

Desvantagens

Sempre fui uma apologista da Internet por tudo o que ela nos permite conhecer e saber, onde quer que estejamos. Frequentei (e frequento) o mIRC, uso o msn, visito blogs, pesquiso sobre matérias que me interessam, participo em jogos online... Porém, hoje em dia, já não podemos fechar os olhos aos malefícios da Internet. É ela um dos temas em destaque no dia em que se celebra o Dia Internacional das Crianças Desaparecidas.

A minha noite de ontem foi fantástica... Não podia ter tido um programinha melhor. Depois de um dia de trabalho (que foi uma seca!), tinha à minha espera, na cozinha, uma saca enorme de favas para descascar. Enfim... Isto é o que se chama estar a trabalhar para os outros porque eu não conto comer aquela porcaria. Odeio coisas verdes... seja qual for a sua natureza.
Pois é, cheguei a casa cansada (contribuiu para isso também o facto de ter subido a pé até ao 8º andar), mas, na minha boa-vontade, concordei em ajudar o meu pai. Sem exageros, deviam ser uns 2kgs de favas enormes e ainda tínhamos de tirar o ‘olhinho’ da fava – parte de cima que não se come. No final, o balanço era: as favas todas descascadas, as minhas mãos com bolhas, as minhas pernas dormentes e as minhas unhas todas sujas (estava a precisar urgentemente de uma manicure!).

(...)

A noite passou e acordei estoirada para mais um dia de trabalho. Apetecia ficar na cama, afinal já viram o dia que está? A custo levantei-me e preparei-me para sair para o trabalho, em Alfragide. Enquanto estou na estação do Cacém, no comboio, na paragem do autocarro, no autocarro não chove... Estava feliz da vida, dado que deixei o guarda-chuva em casa por considerar levar já demasiado peso. E o que é que acontece quando chego a Alfragide??? Parecia que o mundo ia acabar. Uma chuvada enorme e eu sem sítio nenhum para me abrigar. Consequência? Cheguei ensopada ao trabalho (ainda estou um pouco) e liguei de imediato o ar condicionado. Estou a ver que vou ter um dia fantástico....

quinta-feira, maio 24, 2007

Feira do Livro

Abre hoje ao público a 77ª Feira do Livro de Lisboa que se realiza no Parque Eduardo VII. Vão ser 18 dias com muitos livros, sessões de autográfos e lançamentos. Aproveitem para passear e não se esqueçam de passar por lá. Esperemos que o tempo ajude…

quarta-feira, maio 23, 2007

Sentido de desorientação

Ontem fui ver um filme. Esse mesmo, “Dias de Glória”. A minha cara-metade já disse tudo sobre o filme, mas vou falar do pré-filme. Fui buscá-la ao emprego e resolvemos ir comer para os lados do Saldanha. Foi aqui que a história começou. Antes do jantar, tivemos de telefonar para o Instituto Franco-Português porque tinha a impressão de que o filme começava às 21:30, mas estava errado. Era às 21h, como o meu amor me dizia. Disse-lhe que seria melhor estacionar o carro ao pé do Saldanha, ir comer qualquer coisa por ali e depois ir a pé até ao Instituto. Ela não ficou muito convencida. Só me dizia: “Tu não sabes onde é. Ainda é longe...”. Eu, por outro lado, dizia: “É perto, vais ver.” Fomos então comer ao Macdonald’s e seguimos depois a pé para a sessão de cinema. O tempo que demorámos do restaurante ao Instituto? Talvez 5 minutos... Ai, mor, se nos valessemos desse teu sentido de orientação...


Quando, há uma semana, recebi um convite do Instituto Franco-Português para assistir à antestreia de um filme, torci o nariz. O cinema francês não faz parte das minhas preferências: nunca gostei da língua (demasiado melosa) nem nunca tinha visto nenhum filme (nem mesmo o aclamado ‘O Fabuloso Destino de Amèlie Poulain’). Porém, em conversa com o meu mais-que-tudo, acabámos por decidir ir. O meu portuguesismo manifestou-se, afinal, se era uma antestreia à borlix por que não ir? E só vos digo isto: valeu a pena!
O filme chama-se ‘Dias de Glória’ e retrata a participação de homens das colónias francesas na II Guerra Mundial. Quatro indivíduos – Messaoud, Yassir, Saïd e
Abdelkader – decidem juntar-se ao exército francês para combaterem o nazismo. Contudo, com esta ida para o exército pretendem, de igual modo, obter algum reconhecimento socio-económico. Querem lutar pela Mãe-Pátria, mas não esquecem a pobreza a que são vetados nas colónias, ansiando por uma nova vida. Cedo se apercebem de que a França faz deles ‘carne para canhão’: são os primeiros a ir para a linha-de-fogo e a sua bravura nunca é recompensada ao invés da dos franceses. Ao longo do filme, os destinos de Messaoud, Yassir, Saïd e Abdelkader vão sendo traçados e, nem sempre, como o espectador desejaria.
Na minha opinião, o filme está muito bom e merece ser visto, na medida em que põe em causa o lema por que a França se rege: Igualdade, Liberdade e Fraternidade. A França multi-cultural, na altura, pretendia apenas livrar-se das amarras do nazismo, independentemente dos danos colaterais.
Com momentos cómicos, dramáticos, românticos e de acção, o filme apresenta um novo lado da II Guerra Mundial que desconhecia por completo. E que, como branca, me envergonhou. Por muito que os indígenas (nome por que eram conhecidos os homens das colónias) fizessem para defender a França, e torná-la digna do apoio dos Aliados, nunca era suficiente para que as altas chefias lhes reconhecessem mérito. Pensava que, na guerra, a cor, a educação e a origem não importavam... A luta trava-se por um ideal e sob uma bandeira!


“Sejamos bougnoles* ou franceses, as balas alemãs não conhecem a diferença.”, Abdelkader

* bougnoles - nome por que também eram conhecidos os nativos

terça-feira, maio 22, 2007

Andar faz bem... sabiam?

Há coisas de que não gosto mesmo nada, entre elas está o andar de transportes públicos nos dias de chuva.... Para além de ficarmos encharcados enquanto aguardamos o autocarro, quase sempre apanhamos aqueles que vão mais cheios. As pessoas preferem a comodidade. Eu percebo-as, mas não gosto. Gosto de ir com espaço, olhar para a janela e ver as pessoas que passam.
No metro acontece o mesmo: uma dezena de metros separam o local onde as pessoas estão do sítio para onde querem ir. E o que é que elas fazem? Apanham o metro, claro! Para irmos todos que nem sardinhas, a suar que nem cavalos e com uma má disposição que só apetece gritar. Mas será que nunca ouviram dizer que andar faz bem? O comodismo é um mal que se alastra. :o)

segunda-feira, maio 21, 2007

Porquê???

Parabéns à avó mais fantástica do mundo! Hoje, celebramos mais um aniversário com toda a família reunida, homenageando os que não estão mas que continuam entre nós. Parabéns, avó! Faço votos para que, para o ano, o nosso ritual se repita com muita felicidade, amor e com mais saúde.

sexta-feira, maio 18, 2007

Gato ia morrendo...

Na quarta-feira passada, na rua Artilharia 1, um dos gatos ia sendo atropelado pelo meu pai. E perguntam-me vocês qual... Antes de dizer qual, só acrescento que não se perdia grande coisa devido à sua cor clubística… Estou a brincar…Era esse mesmo, o Zé Diogo Quintela. É motivo para dizer: “Ó velho, tem mais cuidado com os gatos”.

Convido quem não viu ontem a "Grande Entrevista" a revê-la no site da RTP (videos e depois procurem GE de 17/05). O entrevistado é o símbolo nacional Eusébio. Vale a pena ver este exemplo de humildade e carisma.

"Jogadores têm de vestir o fato-macaco, não o smoking.",
Eusébio da Silva Ferreira

PS - Não consigo evitar... É o meu ídolo!

CML

O tema político do momento são as intercalares de Lisboa, afinal, estamos a falar da conquista da mais importante Câmara Municipal do país. O principal objectivo dos candidatos é recuperar a credibilidade da instituição aos olhos dos lisboetas. Não vai ser uma tarefa fácil, mas não custa tentar... Por esta altura, o mais engraçado é ver como os políticos se mexem para concentrarem a atenção dos eleitores ou dos órgãos de comunicação social. Ora vejamos:

António Costa saiu do governo e mostrou-se disponível para a CML. Deve ter sido um sacrifício... O socialista apelou à maioria, afirmando, diante dos media: “Se eu conseguir a maioria para a CML, serei responsável por todos os meus actos; se não, ficarei dependente.” Isto é o que se chama ‘tirar o cavalinho da chuva’ quando houver barraca. É a política nacional e, por muito estranho que pareça, os portugueses – na sua maioria – gostam.

É oficial: Carmona Rodrigues decidiu não se candidatar! Ohhhhh Por acaso, até acho estranho, tendo em conta o historial de vitórias eleitorais de candidatos corruptos.

Gostava de saber é por que é que o Carmona Rodrigues ainda tem tempo de antena para dizer o que todos julgamos natural que faça. Ele nem está a ser investigado, ele nem foi já ao DIAP, ele nem tem um vice-presidente arguído... É giro ver como os próprios políticos tentam desacreditar a PJ. Assim, nunca sairemos da cepa torta.

Eu não voto por Lisboa, mas espero que quem o faça, faça pelo melhor da cidade. É tempo de se lerem os programas eleitorais, de se ver a quem se entrega o destino da cidade para que situações como esta não se repitam. Vermelhos, rosas, amarelos, laranjas... O principal é Lisboa!

quinta-feira, maio 17, 2007

Vícios

Andava eu a navegar noutros blogs (o meu trabalho tem fases extremamente emocionates bah!), quando descobri um blog com belas sugestões de livros. Convido-vos a visitar o espaço.

Sou uma pessoa de paixões. O Hugo (co-autor deste espaço), o Benfica e os livros preenchem a minha vida e fazem-me sonhar. Não os comparo porque não o podia fazer. Mas sei que, sem eles, não teria esta minha felicidade simples que tanto adoro. Gosto de saber que o Hugo está sempre ao meu lado para me apoiar, que o Benfica joga semanalmente, que tenho um livro para acabar. Sentimentos, cheiros, vibrações que se misturam e, por vezes, se confundem uns com os outros.

O meu autor preferido é o Eça de Queiróz. Não se trata de nenhum nacionalismo, a verdade é que gosto das descrições dele, das suas críticas tão intemporais. Tenho a obra completa dele (fica tão lindinha no topo da minha secretária) e anseio por a terminar (falta-me tempo). Houve livros que me marcaram e cuja história, ainda hoje, não esqueço.

A oito dias do começo da 77ª Feira do Livro de Lisboa, aqui ficam algumas sugestões dos livros que li mais recentemente:

  • Caffe Amore, de Nicky Pellegrino;
  • Nada Acontece por Acaso, de Jin Xing;
  • A Conspiração, de Dan Brown;
  • O Espírito do Amor, de Ben Sherwood;
  • O Conde d’Abranhos, de Eça de Queiróz;
  • O Codex 632, de José Rodrigues dos Santos;


Embrenhem-se nas páginas e deixem-se levar pelas emoções. :o)

terça-feira, maio 15, 2007

Com fé num final feliz.

Esta é uma semana de fé, de esperança... Não, não virei religiosa. Estou a falar de futebol, embora quem não aprecia esta arte pense ser um exagero falar-se de fé. Mas não é! Como é típico dos portugueses, chegamos a última jornada do campeonato a fazer contas. Os três grandes lutam ainda pelo título, o que seria impensável nos anos áureos do Apito Dourado.

Todos sabemos que a época do Benfica foi atribulada, que não teve o desfecho esperado, que sofremos (mais uma vez) o ataque de lesões inexplicáveis, mas também tivemos momentos bons, muito bons. Tivemos fases de futebol adulto, bem jogado, equilibrado, onde roçámos a perfeição, mas baqueámos. Esta semana não quero que os espíritos dos jogadores se aflijam com o passado. É tempo de correr pela vitória... e esperar, quando tudo o resto está fora das nossas mãos.

Provavelmente, este domingo, como em quase todos os outros, vou estar no 3º anel, no sector 1, fila V, lugar 18. A apoiar constantemente, por muito que condene alguns dos nossos fracassos. Mas, meus amigos, é o Benfica... Por muito que tente, não consigo ficar indiferente – e o mais estranho é que isto se aplica a qualquer modalidade.
Quando os jogadores entrarem, vou logo sentir arrepios (é sempre assim):




Que hino... Esta letra resume em tão poucas palavras a história de glória do nosso clube. Espero que sirva de inspiração e de motivação aos onze que entrarem de início. Só a vitória interessa para podermos continuar a sonhar... Espero que o público vá ao estádio, em massa, apoiar a equipa. Apoiar! Não precisamos de assobios, de bocas, de lenços brancos. Precisamos de forças para que o sonho possa vir a ser realidade. E PLURIBUS UNUM!