terça-feira, agosto 12, 2008

Beijing 2008



Parece que, por Pequim, as coisas não nos andam a correr lá muito bem. As minhas expectativas sofreram um revés com a eliminação precoce da Telma Monteiro e, hoje, cheia de fé no João Neto, ele também não consegue o pódio. Eu sei que é importante andarmos a ganhar Europeus e Mundiais da modalidade, mas, de vez em quando, conseguir uma medalha nos Jogos Olímpicos também tem a sua graça. Além disso, não ouvi nenhum cidadão a dizer que eles iam ganhar, os judocas é que assumiram esse objectivo. Enquanto a Telma se desculpou com os árbitros (não percebo nada das regras para lhe dar ou não razão), o João Neto, campeão europeu em título, diz-se satisfeito com o 9º lugar. Porquê? Porque ficou entre os 10 primeiros? E eu a pensar que o importante era o pódio...

Os Jogos Olímpicos Pequim 2008 prosseguem a um ritmo alucinante e, embora nem sempre saibamos, todos os dias entram em acção portugueses (calendário das provas dos lusos aqui). As prestações não têm sido as melhores e, quando o são, nem sempre são devidamente apreciadas por todos nós. Por falar nisso, os nossos velejadores têm estado em bom plano, para quem não têm grande tradição na modalidade, e esperemos que os ventos estejam a seu favor!

Na sexta-feira, outra das minhas esperanças inicia o seu trajecto rumo às medalhas. A minha esperança está ainda meio murcha, porque, de facto, durante o decorrer deste ano, Francis Obikwelu não fez grandes provas. No entanto, é medalha de prata e espero que isso lhe dê alguma motivação. Além disso, quem disse que ele estava na melhor forma de sempre? O próprio, ontem. Já para não falar de que o "português" está a concorrer nos 100 e nos 200m.

Gostava que, pelo menos, conseguíssemos uma prestação igual à de Atenas 2004, se não puder ser melhor. Há quatro anos, ganhámos 3 medalhas com Rui Silva (1500m - bronze), Sérgio Paulino (ciclismo - prata) e Francis (100m - prata). Em 2008, dois destes medalhados ficaram em Portugal. Será que terão sucessores?

sexta-feira, agosto 08, 2008

Hoje...



08-08-2008

Eis os nossos votos: Que traga muita prosperidade e sucesso a todos!

Acho que estou a desenvolver um odiozinho de estimação. Qual? Antes perguntem quem... Como já tinha referido aqui no blog, eu e o meu mais-que-tudo entregámo-nos à (árdua) tarefa de encontrar o nosso cantinho. As coisas não têm sido fáceis porque é preciso uma coincidência de gostos e de agendas entre nós próprios e com o agente. Mas porquê o mau humor para com os agentes imobiliários? É muito simples: uns são demasiado impertinentes e olham-nos como se estivéssemos a ver casas para passar o tempo, outros dão informações incorrectas e pensam que, por sermos jovens (e irmos totalmente descontraídos), caímos na ladainha deles e pagamos preços absurdos, e, finalmente, há aqueles que têm mesmo a lata de dizer que as nossas propostas são rídiculas. É preciso estômago para não nos exaltarmos. Há casos em que os agentes imobiliários têm tão fraca argumentação que, quando são encostados à parede, pura e simplesmente desprezam-nos. Acho que estas empresas, em geral, e os seus funcionários, em particular, ainda não perceberam como é que está, neste momento, o mercado. Os preços estão totalmente inflaccionados e há ainda a agravante de haver muito mais oferta do que procura. Podemos demorar a encontrar a nossa casinha (o que adiará o casamento), mas garanto-vos que a encontraremos.

segunda-feira, agosto 04, 2008

Não me sai da cabeça



No livro que eu não li,
No filme que eu não vi,
Na foto aonde eu não entrei,
Notícia do jornal,
O quadro minimal,
Sou eu...

quinta-feira, julho 31, 2008

Coitadinhos deles...

Ora vamos lá ver: os ciganos podem dizer o que quiserem, os outros não. Uns têm liberdade de expressão, outros são xenófobos. Já estava a estranhar que não viesse alguém em defesa da comunidade cigana. Esses pobrezinhos...! Convenhamos que, quando olhamos para eles, vemos o cidadão exemplar. Sabe que tem direitos (oh, se sabe!) e respeita ... - ai, o que é a outra parte? É compreensível, a memória não dá para tudo e há coisas que facilmente se esquecem.
Na altura dos confrontos violentos na Quinta da Fonte, decidi não me pronunciar, mas tudo tem limites. O motivo deste post foi despoletado por uma notícia do Público de hoje. A Alta-Comissária para a Imigração e o Diálogo Intercultura (que nome pomposo para um tacho!) vem a terreiro defender a comunidade cigana face a uma sentença de um juiz (noticia aqui). Se bem me recordo, não há nenhuma inverdade expressa, mas as ideias do juiz não cabem no politicamente correcto. Nesta sociedade de faz de conta, temos de andar em cima do muro (ver post acima) para não sermos postos na prateleira. Mas é impressão minha ou houve ciganos que disseram que, se voltassem à Quinta da Fonte, ou morriam ou matavam os pretos? Se calhar, ando a ouvir vozes...
Esta Alta-Comissária deve viver num mundo paralelo ao meu e ao vosso. Senão, saberia que a comunidade cigana é sustentada pelo subsídio de Reinserção Social. Arranjam esquemas, não declaram rendimentos e usam e abusam da nossa boa vontade para conseguirem ter uma vida agradável. Eu, e quase 95% dos portugueses, tal como diz a música do Ricardo Azevedo, precisamos de "virar a nossa vida de pernas para o ar" para termos um T2. Aos ciganos, oferecem-se casas novas, em Lisboa, com vista para o mar e uma renda rídicula que se dão ao luxo de não pagar. Então e os subsídios? Então e o dinheiro das feiras? Então e de quem são os carros de alta cilindrada?
Já acabou o tempo de termos pena deles. Se querem ter luxos, trabalhem por isso, como fazemos todos nós. Os meus pais sempre me ensinaram que se não há dinheiro, não há vícios. Eu não pretendo andar a suar para outros andarem a usufruir. Eu serei caridosa quando me provarem que há razões para isso. Enquanto só ouvir exigências da parte desta comunidade ("queremos novas casas", "têm de nos tirar dali") - e de outras -, não lhes darei atenção. A vida custa, não é? Eu também preferia ficar em casa ou andar com amigos na galhofa do que ter uma rotina diária. Confesso que vocês sabem o que é bom, claro.
Há quanto tempo existe este subsídio de Reinserção Social? Sinceramente, não sei, mas tenho a sensação de que não tem servido para mais nada senão alimentar os bolsos de quem o recebe. Pelo menos, no caso da comunidade cigana continuo a não ver melhorias. É ela própria que não se integra quando afasta as crianças da escola, quando decide viver em acampamentos, quando não aceita viver com outras comunidades. Não só eu que digo isto, é o que a sociedade vê.

quarta-feira, julho 30, 2008

As cores do nosso Mundo



Não gosto de meios-termos. Ou é preto ou é branco. Não gosto de quem não se sabe definir e fica em cima do muro. Depois, cai para o lado que lhe convém. Temos muitos exemplos destes em Portugal, sobretudo na política. Dizem-se frases ambíguas, contentam-se gregos e troianos e lá se vai conseguindo um tacho aqui, um tacho ali. É reforma garantida. Por que é que as pessoas não se assumem de uma vez?

sexta-feira, julho 25, 2008

Não há nada pior...

... do que acordar cheia de sono e vir no comboio a levar com a conversa de duas "intelectualóides". Hoje, calhou-me a mim, claro. Eu bem tentava ler o meu livro em sossego, mas era inevitável o ouvido escapar-me para a conversa delas. Confesso que a leitura só me estava a agravar o sono que tinha (e tenho). E perguntam-me vocês, de que é que elas falavam? De Maddie McCann. Pois é, agora com o lançamento do livro de um dos inspectores do caso, o assunto voltou à ordem do dia... e também não há verdadeiras notícias que importem, convenhamos.
As duas senhoras, aparentemente na casa dos 50 anos, vinham a comentar as últimas notícias dos jornais. Porém, decidiram ir um pouco mais além, expressando igualmente as suas teorias sobre o desaparecimento da menina inglesa. Ambas estão convictas de que a Maddie morreu no apartamento, digam o que disserem. Comentaram o facto de um dos ingleses ter tido conversas de cariz sexual junto de crianças e logo acrescentaram que "eles[os ingleses] devem julgar que isso é evolução, mas eu dava-lhe era um par de estalos". O mais engraçado foi a preocupação delas relativamente a Gonçalo Amaral, ex-inspector da PJ e autor da obra A Verdade da Mentira: "esse qualquer dia ainda o tentam matar...".
Só estando lá é que dá para imaginar o tamanho da cabala que as senhoras criaram. Eu só gostava de saber como é que alguém, às 8:30 da manhã, tem cabeça para estar a discutir estes assuntos... Se as conhecesse, sugeria-lhes um romance para acalmarem o espírito ou um soninho para sossegarem as hostes. Safa!

quinta-feira, julho 24, 2008

The Dark Night



Ontem, graças à Canochinha, pudemos ir à ante-estreia de um dos filmes mais esperados do ano - The Dark Night. Esta saga do Batman tem sido alvo de boas críticas e o entusiasmo era enorme. O filme não desiludiu. A história está muito bem construída e a interpretação de Heath Ledger, como Joker, está simplesmente fantástica. A sua marca está presente em toda a acção com requintes de loucura, diversão e ironia. Nunca apreciei tanto um vilão. Recomendo-vos!

9/10


PS1 - No final, só me perguntava como é que uma pessoa se mantém sã depois de ter interpretado uma personagem deste calibre. É pena que tenha sido a última da sua (curta) carreira.

PS2 - Obrigada, Canochinha e Chauteaufiesta, pelo jantar divertido!

segunda-feira, julho 21, 2008

Boa vida (I)

Sexta-feira à noite. Um grupo de amigos. Um conjunto de pizzas com tudo o que faz mal. Bolo de bolacha e brigadeiro. Conversas animadas. Sem horas marcadas para estar em casa. Um livro na mão. Risos a torto e a direito. Um sono relaxado.
Sábado soalheiro. Mais risota entre amigos. Sem pressões de trabalho. Bom ambiente na piscina. Água fresquinha. Palhaçadas na água. Jogo do Benfica à noite.

Era possível o fim-de-semana ter sido melhor?

sexta-feira, julho 18, 2008

Faltou um bocadinho assim...



É a sina dos portugueses. Nomeados para tudo e mais alguma coisa, mas prémios nada. O suposto melhor jogador do Mundo, Cristiano Ronaldo, não conseguiu vencer a estatueta de melhor atleta internacional para o canal ESPN. Aquele que é tão bom, que é apelidado de novo Rei (tens de comer muita sopinha...), foi superado por Rafael Nadal. Tenis 1 - Futebol 0!

Foi um prémio merecido. O tenista tem estado em evidência e, nos momentos decisivos (Roland Garros e Wimbledon), não tem falhado. Já do Cristiano não se pode dizer o mesmo. Continuo a perguntar-me onde é que ele ficou quando a selecção nacional foi para a Suiça... Mas ele é bom, o melhor, dirão os jornalistas portugueses.

Nós, portugueses, temos um grave problema. Aposto que há solução, mas ainda não foi descoberta e acho que demora. Ou criticamos em demasia os nossos talentos, ou idolatramo-los como deuses. Por que não há um meio-termo?

Odeio quando vejo alguém a deitar coisas para o chão. É porco! Não fazem isso em casa, então por que é que fazem num espaço que não é só deles? Apetece-me enviar-lhes o lixo pela goela abaixo, quase literalmente, para que percebam o mal que nos fazem a todos. Porém, o que mais me irrita desse lixo são as pastilhas... Colar-se uma pastilha à roupa ou ao sapato tira-me do sério porque sinto os meus passos pegajosos, mesmo que, entre a minha pele e o chão, estejam uma meia e uma sola grossa.
A pastilha dá trabalho a tirar, sim senhor. Entranha-se e, quanto mais se anda, mais ela se cola e dificulta a nossa tarefa. Temos de arranjar algo para esfolar a sola e é um trabalho nojento. Se algum dia apanho alguém a cuspir a pastilha, ai, ai... Mas será que já não há educação? (sim, ontem pegou-se-me uma ao sapato...)

sexta-feira, julho 11, 2008

O nosso futuro


Costuma-se dizer que "quem casa, quer casa". Pois bem, é esse o nosso caso, apesar de não termos uma mão cheia de recursos. Delineámos os nossos planos e, no início de 2008, começámos à procura do nosso cantinho. Os fins-de-semana têm sido quase todos gastos assim, dado que, durante a semana, devido aos nossos trabalhos (o meu a duplicar), não temos grande disponibilidade.

Já fomos ver T2 à Malveira, ao Algueirão, a Mem-Martins, ao Vale das Andorinhas, ao Cacém, a Rio-de-Mouro, ao Casal da Cavaleira... Talvez tenhamos ido até a outros sítios, mas, sinceramente, já não me recordo. Já vimos de tudo: novos e usados, giros, agradáveis, estranhos e feios. A variedade é muita, a paciência é que nem tanto.

Claro que, como todos os jovens, o meu sonho passava por termos uma casa nova, mas, infelizmente, nem sempre isso é possível. É preciso sabermos moldar os nossos sonhos à nossa realidade e, verdade seja dita, até temos encontrado casas adequadas ao nosso gosto. Acima de tudo, sei que, quando A casa surgir, seja ela qual for, será o nosso cantinho, o nosso espaço e estaremos juntos. É o primeiro passo nas nossas vidas!

A casa, contudo, será só o ponto de partida. Depois virão os preparativos para o casamento (civil e simples, de preferência), a decoração da casa, a compra de mais enxoval. Os últimos retoques. Faremos tudo juntos, talvez seja demorado chegarmos a um consenso, mas conseguiremos. É assim a vida a dois, com momentos bons, maus, complicados e hilariantes.

terça-feira, julho 08, 2008

À Benfica!

Na semana passada, recebi uma pequena surpresa da minha cunhada. Duas camisolas do Nuno Gomes, em modelos diferentes, usadas por ele. Não, não gosto do Nuno Gomes por ser um sex-symbol (apesar de ser engraçadinho), mas, sim, porque é um verdadeiro benfiquista, um último reflexo da nossa mística... Como é que podia não ficar completamente alegre? É verdade que a camisola é tipo um XL, mas nem que arrastasse no chão eu deixaria de a usar na Catedral!

quinta-feira, julho 03, 2008

Porquê?

Muleta, s.f: bastão, forcado ou bengala a que se apoiam os trôpegos e os coxos para andar. (definição na priberam)

Então alguém me explica por que é que as pessoas que as têm nunca as usam verdadeiramente? Encaram-nas como acessórios quando deviam estar a tirar partido delas para se movimentarem melhor, para recuperarem de lesões mais rapidamente... Será que se sentem vítimas de algum preconceito social?

segunda-feira, junho 30, 2008

Cuidado!

No sábado à tarde, voltei a fazer algo que não fazia há uns anitos: conduzir. O meu amor teve a gentileza e a paciência de andar comigo às voltinhas lá no sítio onde mora. Nunca fui amante da condução, mas até gostei daquele bocadinho. Claro que tive algumas dificuldades, mas, no geral, até me consegui desenrascar.
Este ano estou a pensar repetir a carta, por isso acho que estas lições não vão ficar por aqui. É bom para ir ganhando prática e até mesmo para aprender, sobretudo, porque o nosso namorado tem mais tempo e mais paciência para nos fazer perceber as nossas asneiras. Confesso que, da primeira vez que tentei tirar a carta, odiei os instrutores e pouco me ensinaram. Acabei por falhar no exame, mas pretendo inverter isso.
Agora, quando saírem, olhem para todos os lados, pois eu posso estar na rua ao volante!

quinta-feira, junho 26, 2008

Portugal é uma vergonha.

Ontem, quando cheguei a casa, vi-me confrontado com uma carta das Finanças. Para meu espanto, pediam-me para pagar 222 euritos referentes ao IRS de 2008. Além de pagar 180€ dos meus 900€ às Finanças, mais 155€ à Segurança Social todos os meses, ainda queriam que, referente ao 1º semestre, devesse ser eu a pagar mais 220€, ou seja, mais 20€ por mês, todos os meses. Isto significa que eu, mensalmente, deixava nos cofres do Estado 355€. Curiosamente, a quantia equivalente ao empréstimo de habitação que pretendia fazer.Enquanto eu ando a fazer ginástica orçamental, andam umas putas e proxenetas a mamar à minha conta e à conta de muitos milhares de portugueses. ATÉ QUANDO? Será que isto só vai lá com uma revolução, não de cravos, mas de balas no cu desses chulos?

terça-feira, junho 24, 2008

Espelho meu, espelho meu

Num dos posts do Forum da Estante (que, aliás, devem visitar, se ainda não o fizeram), a Canochinha colocou um teste para que nos pudéssemos conhecer melhor. Através da escolha de imagens, é traçado o nosso perfil em vários aspectos. O meu resultado foi um reflexo quase perfeito daquilo que sou. E o vosso?

sexta-feira, junho 20, 2008

E agora?



Depois da eliminação de Portugal, ontem, a questão que se levanta agora é: de que é que vai falar a nossa comunicação social? Sim, porque existem páginas e horas de televisão para encher. Aceitam-se sugestões...

quinta-feira, junho 19, 2008

Piroso é...

... alguém vestir-se com uma camisola com as cores da bandeira nacional e a dizer 'Portugal' e ir tranquilamente para o trabalho.

quarta-feira, junho 18, 2008

Feira do Livro

Seguindo o exemplo da Canochinha, no rescaldo de mais uma edição da Feira do Livro de Lisboa, aqui estão as minhas aquisições mais recentes. Amores antigos, interesses novos, surpresas do namorado... Qualquer um destes livros guarda uma história que estou ansiosa para conhecer. :)


PS - Por lapso, esqueci-me de referir A Anatomia do Segredo, de Leslie Silbert, uma oferta da editora Saída de Emergência.

Este nosso pequeno blog tem andado em remodelações... Que tal vos parece o novo visual? Ainda não está tudo no ponto, mas as coisas vão-se compondo. E como tudo isto deu trabalho... Ah, e, já agora, diga-se que, quem inventou o html, devia ser simplesmente fuzilado :)

sexta-feira, junho 06, 2008

Maldito cansaço!

Nos últimos dias, tenho travado uma batalha constante com o meu organismo. Ele diz-me que tem sono, eu digo-lhe que não posso dormir. Com o novo trabalho, os ritmos foram todos alterados e as rotinas baralhadas. Cada pausa que tenho é aproveitada para descansar e, muitas vezes, mesmo sem dar por isso, adormeço. Independentemente de onde esteja e com quem esteja, se os olhos fecharem, eu deixo-os fechados.
Sempre adorei dormir, sobretudo aquelas sestas vespertinas. Parecia que me davam uma energia nova, sei lá. Hoje, durmo porque não aguento não dormir. Bem que gostava de aproveitar o meu tempo a fazer outras coisas, como, por exemplo, namorar, passear, ler, estar com amigos, mas não dá. E, claro, quando dou por ela, o meu tempo de folga já passou.
O sono fez-me ceder às tentações do café. Antes, não bebia porque não gostava. Hoje, continuo a não apreciar (agrada-me o cheiro apenas), mas é o (meu) antídoto mais eficaz para o sono. Mantém-me desperta, activa e vai atrasando as consequências de estar em dois trabalhos, dormir pouco e acordar cedo. O corpo há-de se habituar a este ritmo e depois o sono deixará de fazer mossa. Serei apenas eu e a diversão das horas vagas...!!

segunda-feira, junho 02, 2008

O tema do momento

Sinto-me uma ovelha fora do rebanho, por estes dias. Sou benfiquista de corpo e alma, mas não consigo embarcar num entusiasmo tão grande quando se trata da Selecção. Não tenho nada contra os jogadores (talvez alguns não os escolhesse), não sou anti-Scolari (embora não seja o meu treinador ideal), mas não sou fanática. Claro que não quero que a equipa tenha maus resultados, porque, independentemente de quem a representa, sempre é a imagem do País, mas não embarco num entusiasmo desmedido só porque fomos vice-campeões da Europa ou porque, supostamente, temos, nas nossas fileiras, o melhor jogador do Mundo.

Desde 19 de Maio, que as nossas televisões nos têm bombardeado com programas sobre os 23 seleccionados: como se vestem, que casas têm, quais as suas alcunhas, como fazem as suas fintas, o que comem... Enfim, vai-se até ao mais ínfimo pormenor que não interessa a ninguém. Bom, se calhar, interessa, tendo em conta a quantidade de pessoas que foi assistir a treinos em Viseu (mas tiraram dias de férias para aquilo??), que seguiu o percurso da Selecção de Oeiras a Belém e até à Portela, e que esperou, até às tantas, para ver os jogadores entrarem no hotel suíço.

As televisões têm empolado este entusiasmo, mas poucos órgãos de comunicação social divulgaram os valores que todos nós, trabalhadores contribuintes, estamos a pagar aos "incríveis". Por dia, desembolsamos 700€ por jogador. Assim, só em Portugal, e contando apenas com os 23 atletas, a Selecção custou-nos 225.400€. Por dia, ganham mais do que muitos de nós recebem por mês... Pergunto-me como é que temos capacidade para pagar estas quantias e, acima de tudo, como é que deixamos. Gente sem comer, sem ter condições básicas de vida e ninguém diz nada...

Porquê tanto entusiasmo? Na minha opinião, estes meninos têm mais é de dar o seu melhor e chegar o mais longe possível. É a obrigação deles. Estão a ser bem pagos para darem alegrias aos portugueses e não para andarem a fazer fretes. Os fretes que fiquem em Portugal, onde, por inúmeras vezes, foram incapazes de retribuir o afecto que muitos adeptos lhes deram.


EDIT: Num rasgo de bom senso, ou perto disso, o Fisco decidiu reduzir a diária dos jogadores seleccionados para 395€... Não sabemos quanto receberão em prémios ou por fora, mas temo que eles talvez ainda fiquem pobrezinhos...

quarta-feira, maio 28, 2008

Simplesmente genial




Uma das minhas cantoras portuguesas preferidas voltou com um disco maravilhoso: Chão. A música Estrada foi o single escolhido por Mafalda Veiga para a apresentação do seu trabalho.

segunda-feira, maio 26, 2008

Feira do Livro 2008


Arrancou, no sábado, mais uma edição da Feira do Livro. Depois das polémicas entre a APEL e a UEP, graças ao finca-pé do Grupo Leya para mudar os moldes do evento, a poeira assentou. Os leitores agradecem... Uma visita à Feira do Livro é já uma tradição para muitos portugueses, mesmo que os preços das obras literárias nem sempre a justifiquem.

Para não perder pitada, fui ao evento, no Parque Eduardo VII (que maravilha de espaço!), logo no dia de abertura. Já levava uma lista de livros em mente, mas, para já, só comprei dois e já reajustei as minhas prioridades. Ver tantos livros, tantas capas bonitas e cativantes, tantas sinopses interessantes e enigmáticas, deixa qualquer um atrapalhado. Um lado da Feira do Livro 2008 já representou 30€ gastos, mas acho que as obras compradas valem a pena. Expiação, de Ian McEwan, e O Último Ano em Luanda, de Tiago Rebelo, foram as primeiras aquisições... Haverá outras? (eu diria que sim, a carteira quase implora que não...)


EDIT: Depois de ter visto os livros do dia aqui, não resisti e pedi que me comprassem O Historiador, de Elizabeth Kostova. Já andava com ele debaixo de olho há algum tempo...

terça-feira, maio 20, 2008

Hábitos civilizacionais

8h da manhã... A plataforma da estação está apinhada de gente para apanhar o comboio para os respectivos trabalhos. De forma a que a entrada no comboio não aconteça com empurrões, algumas pessoas decidem organizar-se em fila indiana, que surgem de x em x metros. O que significa o espaço entre cada uma das pessoas enfileiradas?

a) Estamos a dar espaço de manobra à pessoa da frente;
b) Pretendemos deixar espaço para que uma pessoa (que chega depois de nós) nos passe à frente;
c) É um espaço inútil;

Gostava de saber quantas pessoas no Cacém, em particular, e na nossa sociedade, em geral, conseguem acertar na resposta.

segunda-feira, maio 19, 2008

Solidariedade social

Há coisas que me aquecem a alma... Sim, o Amor é uma delas, o Benfica é outra, a família outra ainda, mas também não fico indiferente ao saber que tenho um ministro da Economia inteligente e atento. Não sou nenhuma má-língua, só quando é mesmo necessário, mas fiquei sensibilizada com as últimas declarações do ministro Manuel Pinho. De facto, quando até um ministro que ganha balúrdios, que não faz metade daquilo que lhe pagam para fazer, que anda num carro do Estado pago por nós, se preocupa com a subida dos combustíveis, temos de nos sentir tocados... (noticia aqui).

... há que começar a semana a rir:



sexta-feira, maio 16, 2008

Ganhem juízo, por favor!

Para a semana, era suposto começar um dos acontecimentos nacionais do ano para mim: a Feira do Livro. Hoje, de repente, sou confrontada com a notícia de que a realização do evento se encontra em perigo. Já tinha ouvido uns zunzuns de que as coisas não estavam bem entre a APEL (Associação Portuguesa de Editores e Livreiros) e a UEP (União de Editores Portugueses), mas não esperava que chegassem a este ponto.

Com tanta coisa que tenho lido, confesso que já não sei ao certo o que tem impedido a Feira de avançar. Ambas as associações vão fazendo finca-pé, a APEL defendendo a tradição e a UEP defendendo a modernização (sobretudo pela voz do grupo editorial Leya de Miguel Pais do Amaral). O que eu sei é que a minha intenção de abrir os cordões à bolsa na Feira parece cada vez mais distante... Andei eu com tantos planos para agora acontecer isto.

Como eu, existem muitas outras pessoas que vêem a Feira do Livro do Parque Eduardo VII como um evento anual a não perder. As bancas das editoras são vistas e revistas até se encontrar as obras ideais que se pretendem comprar. Agora, tudo fica em suspenso... Ninguém sabe que rumo as coisas irão tomar. Infelizmente, tudo o que gera dinheiro origina confusões difíceis de resolver. E quem é que sai prejudicado? Na minha opinião, editores e leitores. Os primeiros vêem-se descredibilizados e perdem os lucros resultantes do evento (a Câmara Municipal de Lisboa pondera mesmo a retirada do subsídio ao certame); os segundos vêem fugir a oportunidade de comprar livros a preços mais acessíveis e de usufruir de algumas promoções literárias sempre atractivas... Ah, e para não falar de que se deixa de comer o belo do churro ou do gelado!

segunda-feira, maio 12, 2008

Quem tudo merece

Quando decidi criar este blog, fi-lo com a intenção de ser uma espécie de diário sobre mim e sobre o Mundo que me rodeia. Na infância, não tinha este hábito de escrever, mas, ao longo dos anos, o gosto pela escrita foi ganhando força e, à falta de trabalho nesta área, usei este espaço para dar a conhecer o meu eu por palavras.
O nosso blog é o espelho das nossas emoções, do nosso mundo íntimo e comum... É uma parte de nós. E, como tal, depois dos vídeos do meu amor, não podia deixar de expressar o que sinto hoje, um dia após a despedida do Rui Costa. Bem sei que o SLBlog seria o local ideal para escrever o que sinto, mas as minhas emoções não se cingem ao mundo desportivo. Mesmo quem não liga ao futebol, sabia o que ontem acontecia e quem se homenageava. Tenho o privilégio de poder dizer que estive, na Luz, para a despedida do Maestro. Eu e mais 54.421 mil pessoas que souberam dar o devido valor à carreira, à humildade, à classe e ao amor de um jogador pela sua profissão.
Estava entusiasmada para o início do jogo, mas custou-me vê-lo terminar. As emoções ficaram ao rubro assim que o Rui Costa entrou para o aquecimento. Aquela empatia que sempre teve com os adeptos será, por um lado, difícil de igualar nos tempos de hoje, e é, por outro, difícil de explicar. Fala-se em Rui Costa e todos os benfiquistas vêem um reflexo do que foi o Benfica Glorioso e do que ainda pode ser. Quando ninguém sabe definir a Mística Benfiquista, diz-se Rui Costa... e é suficiente.
As lágrimas surgiram quando, no ecrã do estádio, pudemos recordar o percurso do número 10. As declarações de familiares, de colegas de profissão, dos seus ídolos, dos seus filhos... tão simples e tão bonito. As equipas entraram pouco depois no relvado e a tarja da bancada Sapo (piso 0) espelhava aquilo que todos (todos mesmo, independentemente das cores clubísticas) lhe queríamos dizer: "Obrigada, Rui!". O Maestro aguentou as lágrimas, agradeceu as homenagens espalhadas por todas as bancadas, saltou com os gritos das claques, bateu palmas aos adeptos... Fez uma festa dentro da sua festa porque a merecia!
A quatro minutos do fim, fechou-se um ciclo. De pé, 54.422 mil espectadores aplaudiam com emoção (e gratidão) o último número 10 dos tempos modernos: Rui Costa. Nunca assisti à saída de um jogador de campo tão bela quanto aquela. Com os olhos carregados de lágrimas, vi a forma sentida como Nuno Gomes, Cardozo, Katsouranis, Luisão, EdCarlos, Leo, Quim, Maxi Pereira, Rodriguez e Bynia se despediram de um símbolo do clube. Até jogadores do Setúbal fizeram questão de o cumprimentar e aplaudir... De facto, tal como um adepto do Vitória dizia, num cartaz: "Jogadores fantásticos como Rui Costa não têm cor"... e não têm! É bom sabê-lo.
O adeus fez-se com uma última volta pelo relvado e, com a generosidade que se lhe conhece, distribuiu camisolas com o seu número. Nem o sector dos adeptos do Setúbal foi esquecido. Aceitou cada cachecol, cada cartaz, cada abraço que lhe quiseram dar... Estava feliz, sim, porque estava entre os seus. Nós, benfiquistas, também estávamos: prestámos-lhe uma homenagem condigna que será recordada para sempre nos anais da História do Sport Lisboa e Benfica. Obrigado nós, Rui Costa!... E o coração acalmou...

domingo, maio 11, 2008

Saudade...

É hoje o seu último jogo e já sinto saudades...

sábado, maio 10, 2008

Para sempre o nosso 10

Não vou escrever nada sobre o Rui porque já escrevi aqui, apenas vou meter este vídeo porque nunca é de mais ver esta magia.



Obrigado, Rui.

quinta-feira, maio 08, 2008

Cada um a falar para seu lado

Uma das conversas telefónicas no part-time:

Eu: Boa tarde, o meu nome é Helena Ramos, estou a ligar da Zon TvCabo. Seria possível falar com a Sra X, por favor.
Sra X: É a própria, diga.
Eu: Estava a ligar-lhe na sequência da sua adesão ao serviço de voz da Zon Tvcabo.
Sra X: Ah, eu vou chamar o meu marido que ele é que está a tratar disso.
(momento de espera e até parece que a chamada caiu...)
Eu: Estou? Boa tarde... Estou a falar com o sr...
Sr Y: Y... Diga lá, por favor.
Eu: Eu estava a ligar a propósito da sua adesão ao serviço de voz da Zon TvCabo. Reparámos que ainda não nos foi entregue o formulário para darmos seguimento ao processo de manutenção do nr de telefone. Existe alguma questão, na qual possamos ajudar?
Sr Y: Ah... mas há alguma coisa para enviarmos?
Eu: Sim, um documento que recebeu no correio juntamente com um envelope RSF... Recebeu?
Sr Y: Estou?... Estou?...
Eu: Sim, Sr Y, está-me a ouvir?
Sr Y: Não. (Não sei então como me respondia...)
Eu: E agora, sr Y?
Sr Y: Isto não se ouve nada... (só me faltou dizer que estava a ouvir vozes) Então mas o que é?
Eu: Era por causa de um documento que ainda não recebemos da vossa parte. Um formulário. Chegaram a receber?
Sr Y: Estou? Estou?
(e eu a falar cada vez mais alto)
Eu: Sim, Sr. Y, parece que não receberam... Eu vou enviar uma segunda via, podia-me dizer a sua morada?
(...)
Sr Y: Então, mas qual é o nr de apoio ao cliente?
Eu: É o xxx xxx xxx.
Sr Y: Qual?
Eu: xxx xxx xxx. Apontou?
(finalmente passa o telefone a alguém que ouve)
Sra X: Sim, boa tarde. Podia então repetir?
(...)

quarta-feira, maio 07, 2008

Tempo que já não volta

Graças a um regresso ao passado através do blog Yada Yada Yada, decidi procurar o genérico da série televisiva que marcou a minha adolescência: Beverly Hills 90210. Os protagonistas eram um grupo de amigos cujas peripécias amorosas e estudantis íamos conhecendo todos os domingos à tarde. Para mim, quando a série começava, tudo o resto deixava de existir... Era eu e a televisão numa ligação mágica que, por enquanto, poucas séries conseguiram repetir. Que saudades desses tempos!



PS - "Marés Vivas" também era uma série da minha adolescência e, na altura, um verdadeiro vício. Ainda hoje, quando oiço o genérico, sinto um carinho especial.

terça-feira, maio 06, 2008

Actualização

Tenho andado afastada deste espaço porque me falta tempo e paciência para o manter actualizado. Espero que, daqui para a frente, as coisas melhorem. Já estou a acertar o meu ritmo e não faltarão temas para discutirmos aqui. Aliás, a nossa sociedade, mais do que a minha (nossa) vida pessoal, é pródiga nisso. Amanhã, arrancaremos em força... Mais uma fase do nosso querido Palhinhas!

sexta-feira, abril 25, 2008

25 de Abril sempre!

Estará Portugal a precisar de uma nova Revolução?

quarta-feira, abril 23, 2008

Homenagem merecida

Hoje é dia de homenagear os livros e os autores pelo 13º Dia Mundial do Livro e do Direito de Autor. Podem ficar a conhecer a história desta celebração aqui.

Para marcar este dia, decidi recordar as últimas cinco obras que li e, com excepção d' O Nome da Rosa, sugiro que lhes dêem uma vista de olhos. Prometo-vos que será uma viagem magnifica, apaixonante e recheada de ensinamentos. Ei-los:

- O Último Catão, de Matilde Asensi
- A Sombra do Vento, de Carlos Ruiz Zafón
- O Padrinho, de Mario Puzo
- O Nome da Rosa, de Umberto Eco
- O Tempo dos Amores Perfeitos, de Tiago Rebelo


A vocês, o que vos fascina (ou não) nos livros?

terça-feira, abril 22, 2008

As pontes entre nós...



Vejam o que são aqui


quarta-feira, abril 16, 2008

É hoje!!!


Haja espectáculo! Haja coração! Haja garra! Haja fé! Haja BENFICA!

FORÇA, RAPAZES!

terça-feira, abril 15, 2008

Reorganizar a agenda

As rotinas são uma coisa chata. E mais chato ainda é quando, passados dois anos, somos obrigados a mudá-las. Assim do nada, temos de reajustar os nossos horários para podermos abraçar novos projectos. Deixamos de poder ir de comboio com pessoas conhecidas, temos de nos adaptar a novos horários de transporte, saímos mesmo na hora de ponta e apanhamos a confusão total.
Sempre fui mais amante da noite do que do dia, mas, daqui para a frente, as coisas terão de mudar. O meu relógio toca às 7h e, uma hora depois, é suposto estar já no comboio a caminho de mais um dia de trabalho. Na empresa, ninguém chega cedo. E lá fico eu, entregue às minhas tarefas e isolada uma/duas horas... É aborrecido, mas só de pensar que saio mais cedo até me alegro. Agora, no Verão, é tão bom sair e ainda apanhar o solinho ao pôr-do-sol.
A que se deve esta mudança? Ah, a razão é boa, acho. Arranjei um part-time para ajudar no meu (nosso) orçamento. Nada de especial, mas sempre dá um extra e se, por um lado, me entretém, por outro, permiti-me ganhar experiência profissional numa área desconhecida. Ficamos todos a ganhar.

terça-feira, abril 08, 2008

Já não existe respeito

Nos últimos dias, a minha batalha tem sido encontrar um part-time. Não tem sido fácil e, por vezes, apetece-me mesmo desistir e resignar-me ao que tenho. O meu horário não é dos melhores e depois os part-time disponíveis nem sempre são atractivos. Todos os dias, logo pela manhã, pego no Correio da Manhã e procuro contactos que me possam garantir um emprego extra. Confesso que, diante de tantos telefonemas, a certa altura, já não sei para quem liguei e para onde ainda tenho de ligar. O objectivo continua por atingir e isso é que é triste (diria preocupante, mas seria excessivo, já que ainda tenho trabalho e não me parece que o vá perder).

Hoje, fui a uma entrevista na Amadora para um call-center. Quer dizer, eu fui, mas o entrevistador não apareceu. Esperei, esperei e só conseguía sentir desilusão. Uma pessoa prejudica-se para conseguir uma entrevista para poder ganhar um extra (que tanta falta faz nos dias de hoje) e as pessoas agem desta maneira despreocupada. É uma pouca vergonha e uma falta de respeito! Se não quiséssemos trabalhar, criticavam-nos; quando queremos, fazem de nós parvos. Este senhor merecia uma lição...

Saí do edifício de rastos. Mais uma oportunidade que se foi. Podia não ser nada, mas era uma tentativa. Tenho esbarrado nas coisas mais parvas, mas esta superou tudo. Não foi por não ter conseguido o que queria, foi sobretudo pela falta de respeito. Anda uma pessoa a lutar para conseguir uma vida melhor e é tratada assim. Apetecia-me ligar para o senhor em causa e acusá-lo de tudo e mais alguma coisa, insultá-lo, mostrar-lhe que não se brinca assim com as pessoas, mas valerá a pena? Por mim, sim... Ainda tenho muita raiva contida e é melhor descarregar nele do que em alguém que gosta e se preocupa comigo.

quarta-feira, abril 02, 2008

É oficial!

Dia 16 de Abril vamos estar presentes no Alvalade XXI para apoiar o nosso Benfica. No jogo mais emocionante das meias-finais da Taça de Portugal, esperamos sair de lá com um sorriso nos lábios ou, pelo menos, de cabeça erguida. É o tudo ou nada da nossa época!

CARREGA, BENFICA!

segunda-feira, março 31, 2008

Paris - Dia 2 (II)

O próximo ponto de paragem foi Les Invalides. É um museu do Exército, onde se pode apreciar alguns dos instrumentos utilizados pelos franceses nas guerras. Ao longo de todo o edifício estão penduradas placas de homenagem aos franceses e aos estrangeiros que combateram por França. Uma enorme estátua de Napoleão está exposta num dos varandins do edifício como que o protegendo.



Depois de um almoço revigorante, a caminhada prosseguiu rumo a Montparnasse. Estávamos a poucos quarteirões do edifício urbano mais alto de Paris. Esteticamente não tem nenhum atractivo, mas permite uma vista soberba sobre a cidade. Os visitantes podem subir até ao 56º andar, onde há um confortável e resguardado espaço de lazer com café e recordações, ou até ao 59º, o topo do edíficio realmente, através de escadas. Lá, somos só nós e o céu a contemplar mais uma vista fantástica da cidade.



Logo após uma breve visita às famosas Galerias La Fayette, e dado que as pernas começavam a franquejar, metemo-nos no metro, usando uma das mais conhecidas estações francesas: Montparnasse... E, meu Deus, que corropio de pessoas! O destino eram os Jardins do Luxemburgo, onde está situado o Senado francês (Palácio do Luxemburgo). É impressionante a área que os jardins ocupam mesmo no centro da cidade. Por curiosidade, seguimos depois para a Igreja de Saint-Sulpice, mencionada n'O Código Da Vinci.



O dia terminou na Île de la Cité numa visita à Catedral de Notre-Dame. Antes, porém, tivemos de passar pela péssima experiência de andar de autocarro. Ninguém controla quem tem bilhete, todos se empurram e não há o mínimo de educação... Podem acreditar: é pior do que cá!! Quanto a Notre-Dame, é simplesmente grandiosa rodeada de vitrais fantásticos e capelas que espantam qualquer um. Perto do altar principal, numa zona lateral, uma homenagem à heroína francesa Joana D'Arc.



De regresso ao nosso hotel, aproveitem para tirar umas fotos à zona onde estávamos alojados: o quartier Latin. É conhecido como sendo um dos mais movimentados e boémios e, na minha opinião, é completamente verdade. Havia movimento a qualquer hora, havia bares e as pessoas reuniam-se em pequenos grupos para verem artistas de rua dançarem... Era um espectáculo!


O passeio turístico do segundo dia começou pelo monumento mais emblemático da cidade-luz: a Torre Eiffel. Infelizmente, só estive perto dela, já que optei por não subir. Aqueles arames e o ver-se cá para baixo fazem-me alguma confusão ao sistema nervoso. Mesmo assim, em baixo, no meio ou em cima, a Torre é simplesmente especial...


Depois de quase duas horas de espera, já que o meu pai, a minha irmã e o Hugo foram ao topo da Torre, prosseguimos caminho junto ao Sena para passarmos por algumas das suas pontes mais famosas. Primeiro, estivemos junto da Ponte D'Alma, conhecida sobretudo por ser junto do túnel onde a Princesa Diana morreu; seguimos, depois, para a Ponte Alexandre III que liga Les Invalides aos Campos Elísios. Proporciona-nos uma vista fantástica sobre o rio, com a Torre Eiffel ao fundo, e dos Invalides.


quinta-feira, março 27, 2008

Prenda venenosa

Como se sabe que estamos perto de eleições? Sabemo-lo quando ouvimos o Primeiro-Ministro anunciar medidas como a redução do IVA ou de outros impostos. José Sócrates tomou essa liberdade, preparando o seu caminho para a vitória em 2009. Não se abram sorrisos largos, caros concidadãos. Na prática, a diminuição do IVA de 21% para 20% não nos beneficia em nada. Os preços manter-se-ao na mesma e, muito provavelmente, com tendência para o aumento de algumas despesas. Como sabem, o petróleo e a Euribor continuam sem dar tréguas.

Esta medida governamental é só um piscar de olho para os eleitores. Tal como Marcelo Rebelo de Sousa disse, no passado domingo, espera-se uma campanha eleitoral de ano e meio quase. Já imaginaram a seca que vamos ter de aguentar? E tudo para que o "nosso" Engenheiro consiga amealhar mais uns trocos. Já não há pachorra para tanta pouca vergonha. Em prole dos cidadãos faz 0, a favor dos políticos/poleiro faz-se tudo.

O que me irrita mesmo não são estas medidas. Quer dizer, também são, porque ao anunciar as coisas com esta simplicidade, o PM quer fazer dos contribuintes parvos. Mas, o que me apoquenta mesmo é saber que, provável e inevitavelmente, Sócrates vai continuar no poder. Afinal, à esquerda, à direita ou ao centro não existem alternativas credíveis que nos façam mudar... Estamos continuamente à espera de um milagreiro!

Para vocês, quem poderia ser o nosso D. Sebastião? (mesmo que nunca seja possível...)

terça-feira, março 25, 2008

Paris - Dia 1 (II)

As pernas já tremiam de tanto andar, mas estando tão perto do Arco do Triunfo não podíamos ir embora. Faltavam-nos as forças, mas todos conseguímos arranjar algumas para subir até ao topo de um dos mais lindos monumentos franceses, também ele dedicado aos feitos de Napoleão. Do Arco do Triunfo, também conhecido por A Estrela, partem 12(!) avenidas e só isso dá uma ideia do movimento que por lá passa. O Arco do Triunfo é também uma homenagem ao soldado desconhecido da 1ª Guerra Mundial. E vocês nem imaginam a visão que permite sobre a cidade... É um privilégio.



Fez sábado uma semana que, de carro, parti à descoberta de Paris com o Hugo e os meus pais. De todos, eu era a única que só conhecia a cidade através de fotografias. Depois de umas breves passagens por Bordéus e Poitiers, chegámos a Paris ao final da tarde de domingo. Primeiro objectivo: conhecer o hotel; segundo, encontrar um bom sítio para guardar o carro. Tudo foi feito e cedo caímos na cama, extenuados da viagem e conscientes de que, no dia a seguir, íamos estar sempre a andar... a andar...
Acordámos cedinho na segunda-feira e saímos do hotel eram 9h (8h cá). Tínhamos esboçado um plano do dia e a primeira paragem foi o conhecido bairro francês MONTMARTRE. O local é um exemplo vivo da vida boémia francesa, onde artistas de rua se juntam e tentam cativar turistas. Nesta zona, destacam-se dois sítios: a Basílica do Sacré Coeur e o Moulin Rouge. A primeira fica no ponto mais alto da cidade e a sua grandiosidade impressiona qualquer turista; o segundo, é um dos mais famosos cabarets do mundo e está associado à boémia francesa.



Seguimos depois para o centro da cidade. Usando a extensa rede de transportes francesa, chegámos à Opera Nacional. Lá dentro, muitas pessoas aguardavam para entrar e nós seguimos-lhes o exemplo. Valeu a pena... Palco de grandes óperas, como, por exemplo, "A Dama das Camélias" ou "O Fantasma da Ópera", o espaço, inclusive a zona de espectáculos, é enorme e recheado de salões com frescos indescritíveis.




Depois de quase duas horas dentro da Ópera, voltámos um pouco atrás até ao cemitério de Père Lachaise. Era impossível vê-lo todo porque entre famosos e gente comum, o espaço devia ocupar cerca de um quarteirão (ou mais). Entre outros, lá estão sepultados Jim Morrison (era um desejo do Hugo rever a campa do vocalista dos The Doors), Oscar Wilde (a minha irmã é uma confessa adepta deste escritor) e Chopin.



Almoçamos por volta das 15h, mas nem nessa altura demos descanso às pernas. Regressámos para perto da Ópera para conhecer a Igreja de St Madeleine. Era enorme e lá dentro a simplicidade das suas pequenas capelas fascinava. Tal como noutras Igrejas que já tínhamos visitado em Bordéus e Poitiers, não existiam bancos corridos para as pessoas se sentarem, mas, sim, cadeiras unidas.



À saída da Igreja, o destino era claro: as praças de Vendôme e da Concórdia, já que está era no final da rua, com uma breve passagem pelo Jardim das Tulherias. A primeira era uma recordação de Napoleão, com todos os seus feitos trabalhados numa coluna; a segunda é um dos obeliscos mais conhecidos do Mundo e o começo da mais famosa avenida da cidade-Luz: a Av. dos Campos Elísios. Aí, o movimento era impressionante e a avenida parecia nunca mais ter fim. Era palácios de um lado, estátuas do outro, lojas ali, casas de personalidades famosas acolá... A máquina fotográfica não parava de disparar.


quarta-feira, março 12, 2008

Quem nunca peca, que atire a primeira pedra

Desengane-se quem pensa que só é pecado a gula, a inveja, a ira, a luxúria, o orgulho, a avareza e a preguiça. Os tempos mudaram e a Igreja decidiu actualizar-se (coisa nova...). Surgiram seis novos pecados: pedofilia, poluição do meio ambiente, aborto, tráfico de droga, riqueza desmesurada e manipulação genética. Não queria ser maldosa, mas de quantos destes pecados os fiéis padres podem ser excluídos? Acho que de muito poucos...
A lista de pecados aumentou e tornou-se mais abrangente, mas de que é que serve mesmo?! Na prática, estes novos pecados continuam a ser tratados pela Justiça com uma ligeireza assustadora. Normalmente, o cidadão nem liga, até que um problema sério lhe bate à porta. E então a quem é que a pessoa pode recorrer? À Igreja, para excomungar o criminoso? À justiça, para lhe aplicar uma pena pequena ou suspensa? A um advogado?
Por mais que a Igreja se tente actualizar, parece nunca compreender a mentalidade dos cidadãos que a rodeiam. Esta lista de pecados é só mais uma forma de eles se entreterem com nada enquanto as pessoas se debatem para sobreviver com alguma humanidade... Haja paciência!

domingo, março 09, 2008

Come antes uma peça de fruta...

sábado, março 08, 2008

Parece que tinha olhos...

sexta-feira, março 07, 2008

A voz feminina do momento



Não gosto de fado, confesso, mas esta voz fez-me dar uma segunda oportunidade a este estilo musical. O último disco da Ana Moura, Para Além da Saudade, está uma obra-prima. Deliciem-se...

quarta-feira, março 05, 2008

Viver aos sobressaltos

Há alguma coisa neste país que não vai bem, ok, talvez haja várias, mas a de que hoje falo é a criminalidade. Estes últimos cinco dias têm sido marcados por assassinatos, mas, segundo o presidente do Observatório da Segurança, Criminalidade Organizada e Terrorismo, "são casos pontuais". Concordo. De facto, de onde é que as pessoas tiram a ideia de que Portugal é um país violento? Por causa das mortes na noite do Porto? Por causa dos assaltos a caixas multibanco ou a gasolineiras? Por causa do aumento do carjacking? É tudo reflexo de um país desenvolvido...
Eu compreendo que o senhor presidente (de uma organização que a maioria dos portugueses desconhece!) não esteja preocupado. O seu rabo está protegido e, ainda por cima, pelos polícias nacionais mais bem formados. O cidadão comum é um ser dispensável: morrem dois, mas continuam a existir eleitores suficientes para apoiar o Governo. Portugal parece-se cada vez mais com o Brasil. Existem os bairros pobres, a deliquência, a agressividade gratuita e a não-acção da polícia. Nunca se sabe se chegamos a casa à noite.
A quem se deve esta onda de violência? Há vários culpados, claro. Começando pelo Governo, que aprova leis que protegem mais os criminosos do que as vítimas; a sociedade no geral que não consegue formar uma consciência de comunidade nestes individuos, não os integrando ou incentivando a serem independentes; e, claro, a polícia. Dizem que não têm meios, mas quantos polícias têm capacidade física para combater criminosos jovens e espertos? Quantos são totalmente limpos e não aceitam uma 'ajudazinha'? Quantos pensam na missão a que se propuseram: 'proteger os cidadãos'?

Por mais que tentemos esquecer, estamos a ficar aprisionados ao medo dentro do nosso meio ambiente... Como é que a vida pode ser gozada assim?

terça-feira, março 04, 2008

No recreio...

... que é o Parlamento da Assembleia da República, Jaime Silva, ministro da Agricultura, apontou o dedo a Paulo Portas, por causa dos polémicos casos Portucale e do Casino de Lisboa: "O Dr. Paulo Portas pode ter a certeza: há coisas que não se branqueiam na cadeira do dentista."

segunda-feira, março 03, 2008

Uma ajuda para a Igreja

Quem me conhece sabe que nutro muito pouca simpatia pela Igreja Católica, ou melhor, pelos seus representantes. Contam-se pelos dedos os padres que conseguem cativar o ouvinte católico, acompanhar as mentalidades ou ir para além daquilo que é a Doutrina. A Igreja está a precisar de uma revoluçãozinha, mas, enquanto for composta por homens envelhecidos, as coisas não vão mudar.
Ontem passaram-se cinco anos sobre a morte da minha tia preferida. Parece que foi ontem, mas, infelizmente, não foi. Em virtude dessa data, fomos à missa numa tentativa de estarmos mais perto dela e de apoiarmos o meu tio. Numa celebração curta dedicada aos sete pecados mortais, o que mais me impressionou foi a postura do próprio padre.
Creio que nunca tinha visto um tão reaccionário, tão arrogante para com os seus fiéis. Mostrou-se sempre superior e não teve mesmo pejo em corrigir uma fiel que lia um texto cristão... Que vergonha! No final da homilia, surgiram quatro raparigas para recolher as contribuições da assistência... Havia lá pessoas que nem deviam ter o suficiente para comer, mas não deixaram de dar a sua moedinha. Sempre critiquei, e criticarei, estes pedidos (quase imposições) de contribuições. É de relembrar que estes senhores não pagam impostos (gostava de saber o que fazem aos salários que ganham na Católica e afins) e andam sempre com boas peças em ouro (ou de bom corte, no caso de fatos). Para que servem então a caixa das esmolas?

quinta-feira, fevereiro 28, 2008

Há 104 anos a fazer sonhar 6 milhões!


PARABÉNS, BENFICA!

terça-feira, fevereiro 26, 2008

Gulodice à chuva

No domingo, fui pela primeira vez a Óbidos, aproveitando que estava lá o Festival do Chocolate. A chuva não nos deixou ver grande coisa, mas a verdade é que também não deixou as ruelas da vila vazias. Era gente por todos os lados, mais chapéus, mais vendedores, mais banquinhas na rua... A confusão total. Mas até foi giro, sinceramente.
É dentro do castelo que acontece o Festival propriamente dito, e, aí, recuamos alguns anos até à nossa infância com casas cujos telhados são feitos de doces, coelhos da Alice no País das Maravilhas, a banca dos quase extintos Conguitos (e de muitas outras marcas de chocolates conhecidas)... Para além disso, estão também lá as maravilhosas esculturas de chocolate. São tão perfeitas! E, diga-se, só de olharmos para elas, engordamos uns quilinhos. É uma experiência a repetir!

O lado negativo eram os preços dos chocolates que eram ou iguais ou excessivamente mais altos do que costumamos ver nos hipermercados. Acabei por ficar só com o Aero, o novo chocolate da Nestlé, oferecido à entrada. (Acho que o meu corpo agradece....)

domingo, fevereiro 24, 2008

O sapo cocas anda metido na droga...

sexta-feira, fevereiro 22, 2008

Como se responde à altura

"Rui Costa desvaloriza conversa em campo com Petit
Pedro Jorge da Cunha enviado especial à Alemanha

Rui Costa comentou o apuramento do Benfica para os oitavos-de-final da Taça UEFA após o empate a duas bolas conseguido em Nuremberga. No final, o «maestro» desvalorizou a conversa com Petit e mostrou-se satisfeito por ainda não ter terminado a carreira a nível internacional:

[Sobre as palavras trocadas com Petit] «Tenho de responder mesmo? O que é que se podia ter passado? São acertos de marcações, não quer dizer absolutamente nada. Se fez lembrar o episódio de Setúbal? Está mais sensível que os alemães hoje. Está enganado. São conversas normais.»"



PS - Muito gostam os jornalistas nacionais de instigar polémicas, mas perdem a audácia depois de Coimbra... Por que será?

quarta-feira, fevereiro 20, 2008

Ai que eu morro de tanto rir...




Portugal sofre de muitos males. É, quer queiramos, quer não, um país cheio de feridas que tardam em sarar. Os políticos fecham os olhos e fazem promessas; os deputados criticam a gestão, mas não agem; os empresários pensam no seu ganha pão e esquecem tudo o resto; e o pobre cidadão pensa em si e esquece o colectivo. É preciso que algo agite Portugal e leve coros de protesto às ruas, que conduza a uma mudança séria e de base, que proporcione uma renovação de ideias, de políticos... de tudo!
Um dos grandes problemas da actualidade nacional é o desemprego. Não é um tema novo nem as estatísticas se referem a anos recentes. É uma realidade que afecta muitos portugueses, mas a que o Governo pouco liga. Agradecem as empresas de crédito. O endividamento dos portugueses tem vindo a aumentar nesta luta desigual pela sobrevivência. Muitas pessoas têm de contar tostão a tostão o seu ordenado para poderem fazer uma vida a dois... com os requisitos mínimos.
Na segunda-feira, uma reportagem da TVI anunciou que 1 em cada 5 portugueses está no desemprego. E como é que o Governo reage? Oferece empregos... a estrangeiros. Será de mim ou há aqui qualquer coisa que está a falhar?

terça-feira, fevereiro 19, 2008

Hasta la vitoria siempre

Em Cuba, termina hoje um ciclo. Fidel Castro, o comandante, anunciou a sua renúncia à presidência. Depois de 50 anos à frente dos destinos do país, Fidel Castro, um dos mais críticos das políticas norte-americanas, assumiu não ter condições físicas para continuar no cargo. O "comandante en Jefe" liderou as forças de guerrilha que derrubaram Fulgêncio Batista do poder, resistiu a tentativas de assassinato da CIA e viveu o período da Guerra Fria e do fim do comunismo soviético. Goste-se ou não se goste dele, Fidel Castro marcou uma época e veremos o que será feito de Cuba depois dele.

De Che Guevara e Fidel Castro ficam as memórias.

A mensagem do adeus do presidente.

quinta-feira, fevereiro 14, 2008

Feliz dia(s)!

"Amo-te mais que a vida, que a vida sem ti morreu."

terça-feira, fevereiro 12, 2008

RAP transtornado...

segunda-feira, fevereiro 11, 2008

É a verdade, não é, senhoras?

Na crónica desta semana no jornal A Bola, o momento alto de Ricardo Araújo Pereira foi este:

"As notícias que relatavam, em pormenor, aquilo que se passa no balneário do Sporting levaram Paulo Bento a concluir que há bufos no clube. Gente que vai propositadamente contar à imprensa segredos do grupo de trabalho. Creio que o treinador leonino poderá ter-se precipitado. Quem tem no plantel um jogador como Miguel Veloso não pode deixar de pôr a hipótese de tudo não ter passado de uma conversa de cabeleireiro. As madeixas levam tempo a fazer, e uma pessoa tem tendência a desabafar, quando está com os papelotes de alumínio na cabeça. É normal e humano. O cabeleireiro é também um confidente, toda a gente sabe disso."

sexta-feira, fevereiro 08, 2008

E o oscar vai para...

Que filme daria a vossa vida?
Descubram aqui!





PS - A mim calhou-me Moulin Rouge, um filme que adorei, aliás. A minha vida é animada e feliz, mas pode acontecer um revés a qualquer momento. Acredito no amor, apesar de todos os problemas que isso me possa causar.

Às vezes pergunto-me em que mundo é que as pessoas vivem, o que fazem nos seus tempos livres, de onde é que tiram a ideia de que são cultas... Há pouco mais de uma semana, regressou aos serões da RTP1 o programa Quem Quer Ser Milionário, conduzido pelo Jorge Gabriel. Gosto de ver este tipo de entretenimento, mas bem que dispensava o apresentador que, em metade do tempo, só quer "encher chouriços", reduzindo o número de perguntas de cada programa.
Nas últimas sessões, têm passado por lá alguns concorrentes que deixam muito a desejar. Como é que é possível que nunca tenham ouvido falar de Umberto Eco? Como é que desconhecem onde se situa o Conselho da Europa? Quem não sabe quem foi a mulher eleita, em 2005, para liderar os destinos da Alemanha? Como é que desconhecem quem é o actual presidente de Timor-Leste? Eu até esqueço as perguntas específicas de cinema, literatura ou música, mas, convenhamos, tudo o resto é cultural geral, que nos rodeia diariamente. As pessoas candidatam-se para um programa deste tipo e, ainda antes de atingirem o patamar dos €500, já se estão a despedir. E só de pensar na figura que fazem... O que eu gosto mesmo é de as ver dizer, depois de terem falhado a resposta: "Ah, pois é! Eu até sabia isso...". Próximo!

quinta-feira, fevereiro 07, 2008

A bola quando beija a rede é golo...

terça-feira, fevereiro 05, 2008

The King (Parte II)

sábado, fevereiro 02, 2008

The King... (Parte I)